empreendedorismo · histórias em quadrinhos

Cultura corporativa e criação

Ambas as empresas agora operam sob sistemas editoriais orientados (…). Já se foram os dias em que os roteiristas da Marvel podiam escrever uma história sob efeito de alucinógenos estranhos nos anos 1970 e conseguir publicá-los contanto que fosse dentro do prazo.

(…)

O que é esquecido é que a maior parte dos bilhões de dólares que as corporações estão tão desesperadas para proteger foi criada por artistas que seguiam seus instintos e lançavam coisas legais. [Tucker, Reed. “Pancadaria”, Fábrica231, Rio de Janeiro, 2018, p.268-9]

Ler sobre a evolução empresarial da D.C. e da Marvel leva à inevitável reflexão sobre como empresas passam por estas fases. Imediatamente me vem à mente o caso do ensino superior.

Faculdades (privadas e públicas, ainda que os incentivos sejam distintos) geralmente crescem e alcançam este ponto que pode significar a morte da criatividade ou não do corpo docente. Talvez este seja o lado ruim da padronização (deve haver uma espécie de curva de Laffer entre a padronização do ensino e a criatividade…).

Profissionais talentosos, contudo, conseguem superar estas dificuldades…como se vê no livro de Tucker.

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