Incentivos políticos: a intuição de Fumimaro Konoe

Japão, anos 30. Época turbulenta. Logo após o incidente 226 (26/fev/1936), conhecido como ni-ni-roku jiken, Fumimaro Konoe recebe a oferta de ser nomeado Primeiro Ministro, já que era bem popular em todas as camadas da sociedade. Ele recusa. Por que?

Konoe argued that a person who enjoyed popularity from all sides would be restricted in his governing because those who supported him would naturally expect to be pleased, and if not, would turn antagonistic. [Yagami, Kazuo. “Konoe Fumimaro and the Failure of Peace in Japan, 1937-1941 – A Critical Appraisal of the Three-Time Prime Minister”. McFarland & Company Inc, 2006, p.37]

A resposta dele faz sentido em um regime parlamentarista – talvez ainda mais no que existia no Japão no pré-guerra – e parece indicar que ele entendia bem a lógica da ação coletiva e o baixo (alto) poder das grandes (pequenos) grupos desorganizados (organizados)… ou talvez ele tenha dado uma bela justificativa para evitar problemas que antevia.

Prince Fumimaro Koneo Reading Paper

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