Passeio Aleatório

Conversando com meu ex-aluno Thomaz (que já teve texto publicado aqui), mostro uma inusitada presença do passeio aleatório em um contexto, digamos, não tão famoso entre alunos de Economia (um estudo sobre abelhas, para ser mais exato (?)). Eis que ele me diz:

– Ele está sempre por perto.

Minha resposta:

– Nem sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre. Nem sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre. Nem sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre. Sempre.Nem sempre. Nem sempre. Sempre. Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre. Sempre.Nem sempre. Nem sempre. Sempre. Nem sempre. Sempre. Nem sempre. Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre.Sempre. Nem sempre. Sempre. Nem sempre. Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre.Sempre. Sempre. Sempre.Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre.Sempre. Sempre. Sempre.Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre.Nem sempre.Sempre. Sempre. Sempre.Sempre. Sempre. Nem sempre. Nem sempre. Nem sempre. Sempre. Sempre. Sempre.

Aí eu parei porque os dedos já doíam de tanto teclar.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s