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Mais Tavares Bastos, menos chavão.

Homem de estatísticas, de textos de leis, de críticas claras, não necessitava inflacionar as páginas de seus livros com citações longas e afetadas, moda que, na República, se tornou quase epidêmica, como se a cultura decorresse de indicações livrescas desnecessárias ou despropositadas. [Tavares Bastos, A.C. “O Vale do Amazonas”. Coleção Brasiliana, v.106, Companhia Editora Nacional, 1975, 3a ed, prefácio de Oscar Tenorio, p.11]

O homem era quase um mito. ^_^

Estranha-me a falta de interesse de nossos estudiosos do pensamento econômico nacional por sua obra e, como já notaram meus dois leitores, estou em franca campanha para que alguém faça um trabalho sério sobre o autor.

Note que a mania de “citações longas e afetadas” ainda perdura entre alguns praticantes do Direito e também em textos de alguns economistas pterodoxos (de todos os matizes ideológicos).