O que a Nova Economia Institucional tem a nos ensinar no caso do Uber?

Simples: trata-se de uma mudança institucional e, mudanças assim, exigem o conhecimento da história. Exemplo: como ocorreu, no Brasil, a mudança legal que permitiu o trabalho de taxistas sob aquisição de licenças? Quem perdeu? Quem ganhou? (ok, a Wikipedia é ruinzinha, mas ajuda a começar o dia pesquisando…)

Não tem estudo sobre isso e você quer defender/atacar um dos lados? Não passa nem em exame de Introdução ao Direito.

É, custos de transação são muito mais do que alguns pensam. Ronald Coase é muito mais do que uma foto na parede, amigo(a).

Olha aí:

Transaction Costs
The costs of resources utilized for the creation, maintenance, use, and change of institutions and organizations. They include the costs of defining and measuring resources or claims, the costs of utilizing and enforcing the rights specified, and the costs of information, negotiation, and enforcement.

Acha que é fácil entender isso sem olhar o contexto histórico? Pode tirar o cavalinho da chuva…

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Uma resposta em “O que a Nova Economia Institucional tem a nos ensinar no caso do Uber?

  1. Pingback: Outro ponto na discussão sobre transporte de pessoas: o custo do insumo (e um resumo de quase tudo que já escrevi aqui antes sobre o caso “Uber”) | De Gustibus Non Est Disputandum

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