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Só o amor incondicional salva ou “Love is all we need”

Muita gente se queixa da falta de amor na teoria econômica. Não mais. Neste texto para discussão de Bhatt, Ogaki & Yaguchi (2014), temos, finalmente, o amor. Eis o básico do modelo.

love_is_all_we_need

A primeira equação é a restrição (tempo gasto em trabalho (L) mais o restante do tempo gasto em atividades altruístas (R1…RN)) totaliza, por normalização, a unidade. Em seguida, a função de utilidade diz respeito ao bem-estar derivado do próprio consumo e ao derivado do consumo dos outros.

Mas o melhor é a definição, não é? Ah sim, da conclusão temos:

In behavioral economics, there are some important difficulties with this ethical evaluation system, because preferences change endogenouslyin most models. There are many possible preferences for each individual in these models, and some preferences may be viewed as ethically better than others. This causes difficulties in taking welfare as the highest value. This paper proposed to use a different ethical evaluation system in which unconditional love is taken as the highest value. [p.36]

Teoria econômica é bacana, né? Ah sim, tem lá uma discussão sobre aquela coisa engraçada, o tal paternalismo libertário do Susstein.

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2 comentários em “Só o amor incondicional salva ou “Love is all we need”

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