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A Economia do Crime de “Os Originais do Samba”

Outro trecho engraçado da vida de Mussum. Após um aumento da popularidade do grupo, os cachês dos sambistas subiram. Prosperidade, alegria e…

Corumba, logo ele, o veterano e austero empresário e conselheiro do grupo, passou a cobrar o dobro pelas apresentações, mas continuou a repassar o mesmo valor de cachê para os músicos. (…) Não se sabe por quantas vezes ou por quanto tempo a manobra foi feita, mas o modo como o desvio foi descoberto entrou para o folclore do conjunto. Rubão, surdista e tesoureiro oficial dos Originais engatou um romance com a secretária de Corumba e, por métodos pouco ortodoxos de auditoria, fez a moça revelar o esquema do chefe. [Barreto, J. (2014). Mussum forévis: samba, mé e Trapalhões. Ed. Leya, p.185]

Aí está um belo exemplo de problema na relação agente-principal.

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