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Mercados geram cultura? A resposta é inequívoca: sim!

Leia esta ótima matéria para ver como o comércio gera cultura. Trata-se de uma das matérias de um especial do Asahi Shimbun sobre o chá verde e a trajetória de um piloto kamikaze (que, ironicamente, sobreviveu à guerra).

Eu sei que muita gente é emporiofóbica e acha que mercado destrói cultura. Trata-se de um preconceito bem sedimentado em muita cabeça de meninos e meninas que andam por aí, pelos colégios, desarmados diante da ignorância. Mas o fato é que trocas voluntárias (sim, este é outro nome para trocas de mercado, a despeito do que te disseram nos “supostos” livros de história do ensino médio) geram cultura.

Claro que é verdade que o advento do Caminho do Chá (esta arte japonesa inventada a partir do chá verde trazido da China), uma vez admirado, roubou público do que quer que existisse antes, mas aí não é uma destruição de cultura, mas a criação de uma nova forma de se agregar valor ao chá (o prazer de se beber chá não precisa ser preservado em sua pior forma, a não ser que alguém o queira…e se o quer, que não obrigue os outros, mas faça-o para si).

A diversidade cultural vem do fato de que sempre há quem discorde deste ou daquele aspecto de uma determinada forma de se fazer algo – no caso, tomar chá – e é por isto que a arte nipônica do chá não é unanimidade mas, nem por isso, deixa de ser admirada.

A propósito, pode ser que você queira mesmo é fazer uma super-panqueca de chá verde, esquecendo-se desta conversa toda. Bem, isso não é difícil e a receita está aqui.

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