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A capital mineira do Nepom: Nepomuceno (Almanaque Abril do Dia)

Foto da periferia pobre de Nepomuceno, a capital do Nepom.

Como sabemos, todo grupo de estudos bem-sucedido tem uma capital, instituições sólidas e uma sociedade próspera e feliz. É o caso da capital do Nepom, Nepomuceno. Apesar das desinformações que os adversários invejosos lançam na internet, o fato é que a cidade foi fundada pelos membros do Nepom e, desde então, cresceu de forma acelerada.

Sendo uma potência econômica, é inevitável lembrar a óbvia relação entre o capital humano elevado e o consumo de café, um fato já demonstrado na literatura científica. Aliás:

The main source of income is the cultivation of coffee, which represents 70% of the economy. There is also production of corn, rice, and beans. Another important activity is poultry raising, producing around one million eggs a day. In 2006 there were 1,080 rural producers with an area of 34,213 hectares of agricultural land. Cultivated land made up 16,000 hectares. There were 4,800 workers in agriculture.

Os nepônicos, também conhecidos entre o gentio local como nepomucenenses, fazem parte de uma economia dinâmica, moderna, embora os agentes da oposição busquem esconder os dados econômicos da região. Fato é que a tecnologia inovadora, característica marcante de Nepomuceno, tem sido modelo para o restante do universo.

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Modelos de robôs empregados em tarefas domésticas nas casas dos habitantes de Nepomuceno (1970-80).

A cidade cresceu bastante desde sua fundação pelos membros do Nepom e tem sido exemplo de livros-textos não apenas em desenvolvimento econômico, mas também em desenvolvimento urbano, regional, estabilidade sócio-econômica, auto-ajuda, zodíaco, engenharia genética, práticas esportivas, dietas saudáveis, bem-estar, lazer, políticas públicas, logística, literatura, inovações em saúde, criatividade e, claro, análises de conjuntura.

A vizinhança mineira geralmente inveja a qualidade dos serviços públicos oferecidos pela cidade. Por exemplo, é conhecida a qualidade e o conforto das delegacias de polícia, abaixo fotografada em horário comercial.

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Delegacia de polícia do distrito 12 de Nepomuceno nos dias atuais.

A cidade pode surpreender pela sua aparência futurista, mas, desde os anos 70, ela já apresentava um crescimento acelerado, quando os antepassados dos nepônicos iniciaram um – até hoje inexplicado – processo exponencial de crescimento com retornos quase-crescentes de escala, preços flexíveis, desemprego apenas voluntário (e nulo).

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Centro comercial de Nepomuceno, circa 1973.

Fascinante mesmo nestas cidades que resenhamos aqui é sua diversidade. Há uma parte histórica da cidade, mais antiga, com arquitetura um tanto quanto antiquada, mas muito admirada por turistas amantes da história colonial brasileira. Por exemplo, da praça central, virando à esquerda na primeira rua, seguindo toda vida até a esquina do mini-shopping, encontramos o centro histórico abaixo ilustrado.

Centro histórico de Nepomuceno – arquitetura colonial.

Pois é. Quando eu e o Pedro dizemos que o Nepom é, de fato, um interessante experimento didático-pedagógico, não é fácil sentir, na pele, o significado preciso desta afirmação. Só mesmo visitando a cidade para ver como é. Ah, claro, como não poderia deixar de ser, sinto-me na obrigação de citar o futuro Museu do Nepom, cuja construção está em andamento e deve contar um pouco da história do grupo (você pode ver algumas fotos com a evolução do grupo aqui).

Para finalizar, podemos parafrasear alguns trechos famosos de nossa história:

Primeiro, é a luta do estudante de Ciências Econômicas contra o obscurantismo da ignorância. Os gigantes da análise de dados com suas teorias talhadas no suor do desbravar do árido sertão povoado de tribos violentas, hostis mesmo, que tentam destruir a civilização que surge a cada raiar do sol avançam.

Alguns avançam pelas teorias, outros pelos métodos estatísticos. Outros, ainda, pesquisam a mata densa e quente dos eventos históricos! Li, há tempos, não sei onde, esta frase de que “sem o Nepom, não seríamos os mesmos”. Creio que foi algum ex-nepônico. O fato é que sem o Nepom não se pode compreender o sucesso desta faculdade no mercado. Mesmo que não o reconheçam hoje, devemos sempre cultivar esta mística nepônica, a mística que construiu este novo jeito de aprender-sinar (aprender + ensinar) Economia! 

Pois é. Entusiasmei, né? Então, tá. Um dia destes, quando quiser conhecer os resultados da colonização dos nepônicos, vá a Nepomuceno.

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