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Competição e postos de gasolina

Marcelo Soares, lá no livro de caras, mandou-me (e a muitos outros) este interessante link para um artigo científico sobre postos de gasolina e competição.

Vamos ver o resumo?

Usa-se um tradicional modelo empírico de entrada para investigar o grau de competição em mercados locais de postos de gasolina no Brasil. Mostra-se como o número de firmas nos mercados varia com mudanças na demanda e na competição com dados para 2.590 municípios considerados mercados isolados. Os resultados mostram alteração na conduta competitiva com o aumento no número de postos, sobretudo até a entrada do quinto posto. O modelo utilizado não requer dados de preços e, a partir de características dos mercados, tais como população e número de firmas, pode indicar se há um padrão geral de conduta anticompetitiva no varejo de combustíveis em pequenos municípios brasileiros.

Com uma base de dados desta, o mínimo que se pode fazer, caso você goste do tema, é ler o artigo, não é? Eu não conheço este modelo teórico que eles usam, mas se é possível tirar conclusões interessantes, mesmo que não se tenha a variável preço, eu fico intrigado. Bom, só lendo para ver do que se trata.

p.s. Mudando completamente de tema, eu não conheço muito sobre estas árvores de decisão e análise de regressão, mas o tema é bem comum na comunidade que usa R.

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