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Industriais finalmente acordam

Empresário, para o falecido Frank Knight, é aquele que corre os riscos em busca de oportunidade de lucros. Claro que ele não pensava em coisas como: “chorar no colo do ministro por causa do dólar”, o que limita, bastante, o número de empresários neste país.

Bem, finalmente se vê que há gente pensando em como tirar proveito do cenário econômico para lucrar mais.

Sempre me pareceu óbvio que, se eu fosse empresário, eu tentaria fazer o mesmo e, tendo sido educado com bons valores, não iria roubar dinheiro dos impostos alheios para encher meus bolsos…

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Razão e…

Como é que se pode ler, no mesmo caderno, uma visão oficial da economia (entrevista com o ministro) e uma realista (artigo do Pastore)? Garanto que o artigo é bem mais elucidativo. Lamento que a entrevista leve duas páginas inteiras.

Em termos de utilidade, fiquei no déficit (embora seja necessário ler tudo…quem sabe não achamos “outra(s) mantegada(s)”?)

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Desconfie…sempre

Mansueto tem observações extremamente sérias e relevantes sobre certos discursos que ouvimos por aí. Na verdade, ele detectou o que poderia ser chamado de “convergência para a mediana”. Como os partidos políticos brasileiros são atores bem espertos, sempre tendem a posições políticas que atinjam 50% (+ 1) dos votos de qualquer dimensão (digamos, gastos em saúde). A idéia é sempre disfarçar suas idéias, adotando as dos outros apenas para fins eleitorais. Claro que, com partidos tão carentes, realmente, de um programa que lhes sirva de identidade, no Brasil, isso fica mais fácil ainda. Por falar nisso, um cientista político, no Estadão de hoje (caderno Aliás) escreveu um pequeno ensaio sobre um problema sério do coronelismo brasileiro. Eis sua conclusão:

Os adversários das prévias são aqueles que almejam ter o controle absoluto dos seus partidos. Não admitem a divergência. Desejam impor as candidaturas e alianças sem discussão. Consideramos filiados mera massa de manobra, sem direito a palavra. Querem vencer, sem convencer, na marra. No extremo, são adversários da democracia.

Só faltou ele listar os nomes dos “adversários das prévias” e, claro, é bom lembrar que nem todo defensor das prévias é um “amigo da democracia”. Basta ler os jornais.