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A consistência da diplomacia brasileira

Brasileiro adora falar mal da política externa dos EUA. Pode até ter razão algumas vezes, mas é incrível como não é capaz de fazer sua auto-crítica. Por exemplo, eu jamais diria, em sã consciência, que um ditador árabe é meu amigo e meu irmão. Talvez os falcões do Itamaraty (a turma do “viva a bomba nuclear e os ditadores árabes”) achem isso normal. Ok, a gente até entende. O que não dá para entender é a falta de auto-crítica.