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A picaretagem da felicidade e outras broncas

Leo põe os pingos nos i´s. Ah sim, falando em coisas sérias, o Laurini me obriga a divulgar este link. Bem, ele não me apontou uma arma, mas senti uma obrigação moral. Logo que terminei a graduação estive na USP para um destes eventos (sim, vá ao link, preguiçoso…) e assisti um mini-curso ou umas poucas aulas com ninguém mais, ninguém menos do que David Hendry, na época em que cointegração nem passava perto das graduações (principalmente as de Minas Gerais, notoriamente atrasadas nos anos 80 e 90).

Mudando um pouco, o Irineu deve estar muito bravo com seu trabalho como editor. Seus conselhos normativos são ótimos, mas não sei se ele percebe a natureza “positiva” (na verdade, negativa…) da selva em que vivemos. Diga-se de passagem, esta natureza está bem (na verdade, tristemente) resumida neste melancólico texto do Erik.

Mudando mais ainda de assunto, os eternos defensores do cepalino Serra (contra o nada santo senador mineiro) não panfletaram hoje, diante da irresponsável proposta do tal “mínimo de seiscentos reais”. Vão me dizer: “ah, mas o papel da oposição é ser do contra”. Retruco: “o papel da oposição que terá meu voto é ser séria em seu papel”. Não me venham com esta história de que a social-democracia brasileira se inspirou em Willy Brandt e outras abobrinhas. Não há nada disto na selva. Aliás, falávamos disso no início deste texto, não?

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ALACDE 2011 e Coase Workshop

Atenção para alguns eventos importantes:

  1. ALACDE 2011 – Bogotá (chamada de trabalhos)
  2. Últimos dias para você submeter seu application para o Coase Workshop (São Paulo).

Se eu lecionasse em algum mestrado, certamente teria um ou dois orientandos indicados para o Coase Workshop, que é uma boa experiência.

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Comentários de valor

Eu e meu mestre:

– O senhor viu o escândalo de corrupção no sumô?

– Estou muito chateado com isso.

– Eu também.

– O mais bonito do sumô não existe mais. Na minha época, após derrubar o adversário, o vencedor estendia-lhe a mão para ajudá-lo a se levantar. Hoje não há mais isso. Parece que pais não ensinam mais isso para os filhos.