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Viu a desgraça das chuvas?

Pois isto ocorre em mais um ano no qual o governo é maior do que no ano anterior. Em resumo: temos um problema de obesidade. E gente vem me falar de CPMF? Nada disso e vou apoiar esta campanha.

Ah sim, não me esqueci dos políticos malandros que se disseram contra a CPMF e depois das eleições anunciaram sua mudança safada de idéia (e depois ficaram caladinhos). Não, os senhores não só não terão meu voto, como a  “fala fecal”, vergonhosa e nojenta, será lembrada por muitas e muitas gerações (=eleições).

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A oferta e a demanda de tragédias

Todo final de ano a história se repete no Brasil: enchentes e desastres. E não se tente culpar algum suposto “aquecimento global”, os culpados estão aqui mesmo. Há os governos, que não conseguem, em doze meses (onze, ok?) tomar medidas para evitar as tragédias; e há os moradores, que sabem muito bem onde moram, mas não querem deixar suas casas. Claro que há a burocracia governamental que não facilita a mudança de alguém que more em terrenos irregulares (e talvez tenha a ver com o desejo eleitoral de ofertar medidas emergenciais que são divulgadas pela televisão para todos os (e)leitores).

A sazonalidade destas tragédias me parece ser um boa proxy para a medida de ineficiência do governo. Mais ainda, mostra que um governo “grande” (=”desenvolvimentista”), que incentiva a criação de cartéis e monopólios para aumentar a caixinha de campanha, digo, para “competir no mercado internacional” (o pessoal que vai ao exterior deve estar cansado de ver produtos brasileiros nas prateleiras…), que esnoba um supostamente efetivo “PAC” não consegue, há mais de 10 anos, garantir a segurança de seus cidadãos mais pobres.

No final, os governos “dizquerda” não se diferenciam muito dos governos da era militar. Governos são governos, mas por que alguns são menos ineficientes do que outros? Pense um pouco e você começará a perceber onde reside a resposta.