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Como a “filosofia” desenvolvimentista destruiu uma instituição brasileira

Existe uma instituição duramente criada na democracia brasileira, na jovem democracia brasileira, que bem poderíamos chamar de “sonho de Celso Furtado”: as travas ao mecanismo de socialização de perdas. Podemos chamar isto de “saúde fiscal”, cuja representação empírica pode ter vários nomes: “contabilidade pública”, “meta fiscal”, etc.

Bem, os últimos oito anos, notadamente os últimos quatro, serão lembrados pelos historiadores da economia brasileira como os anos em que o governo destruiu este sonho do economista que alega ter como patrono.

Sim, Furtado falou muita coisa boa e muita coisa errada. Mas ele tinha uma indignação com a manipulação dos recursos públicos similar à indignação de vários economistas que dele discordavam. Em outras palavras, se vivo fosse, ele estaria muito, muito chateado…

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