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Economia de escopo

Novamente, outro exemplo para quem ouve, mas não entende bem as palavras. Aqui.

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A última esperança do mundo

Alguém que tenha aproximadamente a minha idade já deve ter assistido Charlton Heston em “The Omega Man” (cuja tradução para o português está aí no título deste post).

No filme, a terra agoniza por conta dos efeitos de uma guerra nuclear entre China e URSS. Ok, a agonia vem de uma doença que transforma as pessoas em seres facilmente manipuláveis, meio zumbis, meio seres humanos que, em Los Angeles, passam a seguir um âncora de TV que prega a destruição da arte ou da ciência. Segundo ele, estes seriam os culpados por tudo.

Talvez James Cameron seja um pessimista, não tão radical quanto o sujeito – no filme, chamado de Mathias – com sua pregação contra as máquinas (o exterminador do futuro) ou sua visão bucólica rousseaniana do bom selvagem (Avatar).

Mas uma coisa é James Cameron, outra é o sujeito associar ciência com falta de religiosidade, como <a href=”http://ateusdobrasil.com.br/1681/”neste caso. Afinal, a religião responde algumas perguntas, a ciência, outros.

Uma coisa é busca espiritual, outra, diferente, é busca científica.

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Domingo tivemos a “Virada Cultural” em São Paulo. Deste evento, a colônia participou com o 6o Bunka Matsuri (Festival da Cultura).

Neste semestre, devido ao excesso de turmas para as quais leciono, a garganta ficou um pouco prejudicada. Assim, lá fui eu com meu professor para São Paulo para nos apresentarmos. Para manter a qualidade em um evento como este, baixamos um tom na canção e, ao invés das duas (lindas) estrofes, cantei apenas a primeira.

O resultado, acho, foi muito bom. Divertido mesmo foi ser entrevistado de surpresa pelo pessoal da Rádio Banzai – que se revezavam na apresentação dos eventos de palco – juntamente com meu professor e a sra. Kumiko, de São Paulo.

Esqueci de citar, mas, na verdade estive no evento como um dos representantes da Sociedade Kyôdô Minyou do Brasil. Foram apenas uns 15 minutos de música (músicas folclóricas têm duração variada, mas não queríamos “torturar” os não-descendentes, he he he), mas foram ótimos.

Jovens dificimente se interessam por música folclórica japonesa, mas a participação deles em outras apresentações é algo que sempre me deixa esperançoso: afinal, é uma cultura que faz parte de cada um deles.