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Grandes momentos da democracia bolivariana

Os mortos também votam.

Para cada Arruda, Jefferson e Maluf existem sempre três ou mais esquerdistas com o mesmo comportamento.

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Pensamentos esparsos

O Ronald me deu um exemplo, outro dia, muito interessante. Pergunte-se a si mesmo o que você faria se Deus te oferecesse algo que você, ao usar, não incorreria em problemas exceto que haveria uma probabilidade de você matar alguém com o dito objeto, mesmo sem ter a intenção de fazê-lo. Você aceitaria? Pense bem antes de continuar a ler.

Pensou?

Agora pense em outra situação em que Deus te oferece um carro.

Qual a diferença entre ambas as situações? Rigorosamente nenhuma.

Posto isto, temos um dilema: ou você aceita o carro e arca com a responsabilidade caso alguém se acidente por sua causa, ou ficamos com a mula mesmo. Independente de sua resposta, perceba que o que nunca esteve em jogo foi sua liberdade de usar o carro. Esta, espero, está protegida pelo bom senso da sociedade (ou por sua formalização: a lei). A discussão, claro, é sobre o que se faz em caso de acidentes ou de assassinatos com um automóvel.

O que assusta é quando a pessoa começa com argumentos violentos de intromissão na liberdade alheia. O problema permanece – pois sempre haverá, digamos, um carro no mercado negro – e o que não é um problema (e sim a vantagem fundamental de sua vida) é cerceado.

Eis o problema de não se entender a liberdade antes de criticá-la no boteco.

p.s. por isso tanta gente se espanta e se revolta ao ler Freakonomics pela primeira vez: ao ver o exemplo das mortes na piscina contraposto ao das mortes por armas de fogo, o senso comum é chacoalhado. É o que alguns chamam de pensar “fora da caixa”, “além do senso comum” e que, creio eu, deveria ser sempre algo interessante. A propósito, em uma meta-ironia, eu diria que a liberdade de se pensar desta forma ainda é o melhor remédio, mesmo para os aspirantes a ditadores…

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Chamada de trabalhos

Call for Papers – New Challenges for Public Debt in Advanced Economies: 16-17 September 2010 in Strasbourg.

The Banque de France and the Bureau d’Economie Théorique et Appliquée will jointly organize an international conference on new challenges for public debt in advanced economies.

The conference will be held in Strasbourg on 16 and 17 September 2010.

We welcome contributions regarding public debt developments and their implications for economic and financial stability: see the attached file please for sending your proposals.

Speakers who submit a draft contribution or an abstract should be able to obtain independent financial support for their travel and conference attendance. We will cover the meeting costs and there will be no fee.

Please do not hesitate to circulate this call for papers as widely as possible.

Organizing Committee:

Banque de France:
Laurent Paul, laurent.paul@banque-france.fr
Carine Bouthevillain, carine.bouthevillain@banque-france.fr

BETA:
Claude Diebolt, cdiebolt@beta-cnrs.unistra.fr

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O problema do cálculo econômico no socialismo…revisitado

Lange and Hayek Revisited: Lessons from Czech Voucher Privatization

Jan Hanousek, Randall K. Filer

Abstract:
A fundamental question in economics since the 1930s has been whether an administrative price system could simulate the results of perfect competition even without a true market for the means of production. The theoretical possibility of such a system has been known since the introduction of market socialism by Oskar Lange. We have used the artificial bidding market involved in the Czech voucher privatization process to test whether a sequential process of trial-and-error can set administrative prices close to equilibrium. It would appear from this natural experiment that Robbins and Hayek were correct in doubting the real-world feasibility of market socialism.

Sobre o problema citado, claro, é só procurar na internet. Eis um resumo.

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Livros-texto de economia e a URSS

Soviet Growth & American Textbooks

David M. Levy – Center for Study of Public Choice , Sandra J. Peart – Jepson School of Leadership Studies

Abstract:
We examine the treatment of Soviet growth in successive editions of American economics textbooks published between 1960 and 1980. What we find repeatedly is over-confidence in the potential for Soviet growth and an asymmetric response to past forecast errors. More than this, the textbooks report faster Soviet income growth combined with a constant ratio of Soviet–US income. Textbooks that abstracted from these institutional details (thin) offered a wider range of application than those which focused on one society (thick). A simple way to distinguish these two traditions is whether the book used a productivity possibility frontier [PPF] for cross-societal comparisons. Thick accounts did not while thin ones did. It was in the institutional dimension that the account by Tarshis differed from that of Samuelson.