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A moderna administração pública brasileira

Se vale para Pré-Sal e para Olimpíadas, este blog faz uma modesta proposta: “neutralizem” também as taxas e procedimentos para abertura de empresas.

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A economia política da obesidade governamental

O governo é seu amigo, leitor. Tanto que, para te proteger de sua estupidez, já segura boa parte do seu salário no FGTS. Palmas para o governo. Tem gente até querendo que as farmácias tenham grades, balcão e o remédio só seja vendido com receita carimbada por representante dos Sem-Terra (desde que não envolva laranjas ou “laranjas”). Palmas novamente.

Não é preciso ir muito longe para entender que os custos do falatório dos políticos em campanha eleitoral (não, não, não estão não…) para o pagador de impostos (vulgo contribuinte) também devem ser alvo de medida similar. Assim, o governo, sabendo que você, estúpido e irresponsável (ou irracional), gastará muito se receber o imposto de renda, resolveu criar barreira fitosanitárias à devolução do seu imposto.

Entendeu?

Empresários (eleitores do presidente atual e até filiados ao PSB, membro da esquerda brasileira) reclamam que países do além-mar (já que vizinho pode até dar calote que a militância afaga) impõem barreiras fitosanitárias (ou fitossanitárias, ou fito-sanitárias ou qualquer porcaria parecida com isso) aos nossos produtos de excelente qualidade (ô, meu Deus, até quando vamos nos ver como gigantes adormecidos e não como filhotes de Macunaíma?) e, agora, o governo faz o mesmo com seus impostos: barreiras à devolução!

O melhor é que não tem candidato “didireitcha” na próxima corrida eleitoral no jóquei clube de 2010. Isso garante que os falcões neosocialistas continuem injetando dinheiro em amigos e arrancando impostos dos pagadores de impostos. Ah sim, se você não pagar, você é um criminoso, fora da lei e tem até blogueiro chapa-branca (anônimo) que dirá que isso é anti-ético (embora seja anônimo).

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Adolescentes amuadinhos são diferentes dos normais no que diz respeito ao cigarro?

Adolescente amuadinho, com probleminha de déficit de atenção (ou superávit de arrogância), ou outros problemas mentais é um sujeito diferente dos adolescentes sem problemas mentais? Sim. Mas se a pergunta referir-se ao preço do cigarro, a resposta é um sonoro “não”.

Ou seja, nem vem com aquele papo de política pública para uma legião de aborrescentes amuadinhos que a evidência empírica não sustenta.

No Brasil, país no qual se separam fumantes de não fumantes e se fala dos efeitos maléficos do cigarro como se políticos e burocratas não fumassem (ou cumprissem, eles mesmos, as restrições que criam para a patuléia), sente-se falta de pesquisas similares. Afinal, o preço do cigarro é um importante meio de se afetar o seu consumo. Quem tiver conhecimento de estudos (havia um na RBE, se não me engano) sobre o tema pode citá-lo nos comentários.