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As economistas brasileiras ou “há economistas e Economistas brasileiras…”

Neste artigo do economista-chefe da Google, Hal Varian, há, na bibliografia, um artigo co-autorado por Marilda Sotomayor. Quem seria esta economista? Bem, os cursos de economia brasileiros, em geral, não estudam a história do pensamento econômico brasileiro o que é até um alívio, dado o “amor” de muita gente pela idolatria e doutrinação (aponte um erro em um trabalho de Celso Furtado e, pronto, você é um “vendido”).

Mas nem é preciso criar mais uma disciplina para pilantra vagabundear e distribuir panfletos de partido político em sala. Basta que os professores acompanhem as pesquisas de seus pares. Humm…pensando bem, isto também não é muito comum no Brasil. Mas vamos lá, mesmo assim, quem seria Marilda Sotomayor? É uma professora de economia, atualmente na USP.

Pois é. A profa. Marilda é uma das melhores pesquisadoras que temos. E é bibliografia do Varian. Se você quer entender microeconomia, não é comigo que tem que estudar: é com ela.

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Apesar do petê, amanhã há de ser outro dia…

Chico seria capaz de compor uma música em homenagem ao Francenildo? Luis seria capaz de fazer uma crônica divertida sobre Francenildo? Ou Francenildo está abandonado?

Pobre Francenildo. Seu pecado foi não nascer chefão de sindicato, filho de empresário macomunado com a política ou, quem sabe, filho de bispo católico. Ainda que ilegítimo, ganharia, creio, ao menos uma casinha no interior.

Francenildo é aquele que os bolivarianos dizem representar.

Adeus, Francenildo. Os historiadores marxistas – e os filósofos oficiais – não falarão de ti. Tu, maldito, não és uma “classe social”, és um alienado, um indivíduo e, ensina-nos a dialética marxista-gramsciana-leninista-e-aliados, um indivíduo não é nada. O que vale é a necessidade da maioria.

Francenildo…