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Anos 70 e 80

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Carmen vem para casa

https://i0.wp.com/web.kyoto-inet.or.jp/people/maeda419/theater/takamine/hideko.jpg

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Primeiro, para os fãs da música japonesa, reparem em Tarou Shouji bem novo nesta biografia sobre Hideko Takamine. Sobre esta, basta dizer que é a professora de “Nijyuuyon(shi) no Hitomi” ou “24 olhos”, já citado aqui. O filme, do diretor Keisuke Kinoshita (o mesmo da versão original de “Balada de Narayama”) também é o responsável pelo primeiro filme colorido do cinema japonês, “Carmen Kokyou ni Kaeru” (note que Kokyou pode ser lido como “Furusato” cujo significado, em ambas as leituras, é “terra natal”).

Meu último investimento em conhecimento cinematográfico japonês incluiu um filme de Ozu mudo (pré-guerra), seu primeiro filme falado e, claro, o citaod Carmen. Se eu já era fã de Setsuko Hara, comecei a admirar o trabalho de Hideko Takamine. 

Não sei se há muito sobre o filme na internet, mas aqui vai minha opinião sobre o filme. 

Trata-se de uma comédia sobre a história de Lily Carmen, pseudônimo de uma jovem interiorana de uma vila aos pés do Monte Asano. Lily Carmen, aliás, é uma dançarina de cabaré (ou, no bom popular, uma stripper dos anos 50) que se diz artista. No filme, ela volta para a cidade em sua semana de férias com uma amiga. As reações iniciais são de estranheza diante do visual exótico da “artista” famosa de Toukyou (Tóquio, na péssima transliteração tradicional). 

Notável a ironia do contraste entre sua antiga paixão, o professor que fica cego durante a Segunda Grande Guerra, e que compõe belas músicas tradicionais e a moderna Carmen. Aliás, músicas infantis tradicionais estão belissimamente retratadas em “24 olhos”. 

O final do filme é interessante e desperta alguma reflexão sobre preconceitos, choques culturais, mas nada muito profundo. Afinal, o filme é uma comédia. Na minha opinião, inferior ao “24 olhos”, este sim, um belo filme, mas os estilos são distintos.

Aliás, eis o motivo de minha admiração por Hideko Takamine: de sofrida professora a vulgar patricinha moderna dos anos 50. Isto sim é flexibilidade dramática!

p.s. também adquiri o clássico Shanghai Gaeri no Lil, mas sobre este comento depois.

p.s.2. ainda serei o promotor de mostras de filmes japoneses em BH. Só filmes clássicos, do pré-guerra e do imediato pós-guerra. Tenho descoberto muita coisa bacana. De certa forma, volto à adolescência, quando bolava roteiros de filmes para cada quarteirão percorrido. Não é à toa que fiquei estranho e fiz economia. ^_^

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Ganhadores das “cinco barrinhas”

  1. Thiago Lobato (dançou a Macarena e intimou o aluno “Bomba” a apagar o vídeo. Shame on you, Thiago). 
  2. Cebola (fala muito e, no final, decepcionou a turma, mas tentou).
  3. Daniela (após torcida da turma, mostrou talento para o jazz moderno e danças folclóricas de Varginha).

Mas o campeão de audiência mesmo, foi o vídeo do Pedro com o Salvato. Qual dos dois se diverte mais é uma questão em aberto.