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O tamanho do problema do petróleo

Trade Elasticities in the Middle East and Central Asia: What is the Role of Oil?

Author/Editor: Hakura, Dalia | Billmeier, Andreas
Authorized for Distribution: September 1, 2008
Electronic Access: Free Full Text (PDF file size is 503KB)
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Disclaimer: This Working Paper should not be reported as representing the views of the IMF. The views expressed in this Working Paper are those of the author(s) and do not necessarily represent those of the IMF or IMF policy. Working Papers describe research in progress by the author(s) and are published to elicit comments and to further debate.

Summary: The analysis in this paper suggests that import and export volume elasticities are markedly lower in oil-exporting Middle East and Central Asian countries than in non-oil countries in the region. A key implication of this finding is that a real appreciation of the exchange rate in oil-exporting countries would achieve little in terms of expenditure switching: an appreciation does not boost imports and non-oil exports constitute only a small share of GDP and total trade in these countries. Therefore, while a real appreciation lowers the current account surplus of oil-exporting countries through valuation effects, the contribution to lowering global imbalances may be more limited.

Elasticidade e sua vida: evidência de utilidade número 3.445.678.321,23

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Irracionalidade Racional, Economia da Religião e do Terrorismo


Rational Irrationality as a Habit: A Dynamic Approach Towards Belief Formation [Rohác]

Dalibor Rohác
George Mason University

In this paper, we present a dynamic model of rational irrationality, which explains how individuals choose their optimal paths of beliefs and how these respond to changes in underlying choice parameters. Our model extends the literature on cognitive dissonance, self deception and rational irrationality by providing a spatial model of formation of beliefs. This setting is used as basis for a dynamic model which depicts false beliefs as a habit. Habit formation in beliefs can be explained in terms of selective memory management. When irrational beliefs are habit-forming, then a nonconvexity in choice of optimal path of beliefs arises. New implications of our work include the conclusion that when dissonance between ones desired belief and the state of the world exists, the individual will be forced to adopt the realistic belief if the wedge between the two is large enough. More importantly, our model predicts that individuals will always choose either sticking to a realistic perception of the world or succumbing entirely to their irrational belief.

File: Rohac-RationalIrrationality-10-21-07.pdf [220.47KB]

Published 11/02/2007

Aqui no Brasil, por enquanto, é difícil ver um entusiasmo com alguns tópicos da agenda de pesquisa econômica como a irracionalidade racional. Dos pterodoxos da ala heterodoxa, nada há que se esperar já que qualquer função utilidade desperta suor e tremedeira. Dos pterodoxos ortodoxos, o problema é mais complicado mas não menos importante.

De qualquer forma, eis o artigo.

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O IEE, o Liberalismo e o que ainda falta

Diogo Costa faz uma boa ponderação sobre meu ceticismo. Quem acompanha o blog sabe do que falo. Agora, Diogo, há uma importante reflexão: assim como a ideologia não-liberal se confunde com os limites (ou com os limitantes) das aulas e tudo o mais, seria importante que o IEE cuidasse para não fazer o mesmo. Já vi empresários desprezarem qualquer economista que não beijasse a mão do bispo austríaco. Isto, também, é ideologia e, portanto, contraproducente.

Se fizéssemos uma avaliação independente – uma prova mesmo – para os estudiosos do IEE, obteríamos como resultado uma boa média da turma no conhecimento da relação entre economia e mercados (ou livre mercado)?

Eis aí a questão que o liberalismo brasileiro precisa, novamente, enfrentar: o papel do ensino universitário na difusão do conhecimento, liberal ou não e de sua ausência em qualquer discurso liberal brasileiro (exceto, talvez, no do Diogo e de outros poucos). Como já afirmei aqui antes: sem uma séria discussão, tudo vira confetes sobre alguns austríacos do século XIX ou XX. Ou seja, liberalismo festivo, tal qual o marxismo festivo. Certamente não é o que Hayek gostaria de ver após anos de Mont Pelerín…

Outro ponto que Diogo aborda em seu comentário diz respeito ao custo da propaganda. Segundo ele, é difícil para um aluno distinguir liberalismo de “neoliberalismo” nas escolas e isto é correto. Contudo, eis a realidade: isto é assim porque vários professores não querem mudar a situação. Os diretores, por seu lado, nem sempre sabem a diferença (até os bem-intencionados) pois não são treinados para ensinar, mas para dirigir (em caso de escolas mais sérias quanto à divisão do trabalho). Por sua vez, Diogo, os pais dos alunos vivem em uma sociedade rent-seeking e não é muito confortável ser honesto com o filho quanto ao liberalismo (muitos apelam para o cinismo puro e simples). Logo, nem estes podem exigir da escola muita coisa porque não querem ou não acreditam na utilidade deste conhecimento (isto, aliás, nos leva a outra discussão que tivemos aqui sobre currículos em economia).

Se acreditamos que o mercado funciona, mesmo para o mais desinformado mendigo, que sabe bem o que deseja ao escolher mendigar do que ficar preso a um abrigo precário fornecido pela prefeitura, porque deveríamos pensar que a informação é um problema para um sujeito que está na universidade?

Eu entendo a questão, mas não estou totalmente convencido deste argumento. Embora o destaque da crítica do Diogo seja: “o lado da oferta também é responsável, não só o da demanda”, acredito que, no caso do ensino superior brasileiro, o problema da demanda seja muito mais forte. Afinal, após o fracasso de Collor, quem deixou de ir às ruas foram os estudantes, não os professores. Não há nenhum bom motivo para dizer que a oferta de informações diminuiu de lá para cá, seja para ensinar Mises ou para divulgar a corrupção. O que parece ter ocorrido é uma queda na busca pela mesma, principalmente naquela de cunho liberal.

A discussão poderia ir longe e talvez até meu entusiasmo com o Ordem Livre tenha a ver com uma perda de fôlego dos think tank liberais tradicionais (o que talvez ajudasse a explicar algo). Mas deixemos isto para uma possível tréplica.

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Incentivos em ação

A notícia é esta.

Empresas que manobram veículos na frente de bares de regiões boêmias de São Paulo têm usado a comunicação via rádio e celular para alertar clientes sobre as blitze da lei seca. Das 30 empresas de valets que prestam serviços na Vila Madalena, na zona oeste, pelo menos nove se comunicam para trocar informações e avisar os freqüentadores das noitadas.

É isso aí! Incentivos funcionam. Aliás, você já deve ter visto isto.