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Eu aceitei o dinheiro do inimigo e fiz bom uso dele!

Um dos campeões de voto do PT no Rio, em seu sexto mandato como deputado estadual, Carlos Minc não tem, pelo mapa de doações da Justiça Eleitoral, grandes mecenas. Seu quadro de doadores é formado, na maior parte, por pessoas físicas, amigos, parentes e até ele mesmo, que em 2002 colocou R$ 10.530 do próprio bolso para honrar suas despesas. Ninguém, empresas ou conhecidos, doou nenhum valor acima de R$ 50 mil.

Mas se as doações refletem um pouco do perfil de quem paga as contas da campanha de um político, é curioso analisar que um dos doadores da campanha do novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em 2002, foi a Analytical Solutions S/A, laboratório de análises de alta tecnologia que vende soluções para setores como agronegócios (verdadeiro palavrão para os ambientalistas), meio ambiente, indústria e petróleo. Uma ajuda de módicos R$ 6 mil.

Eis aí como funciona a política. Um outro mundo é possível, tá vendo? É só tirar a venda do fanatismo e da idolatria e você enxerga melhor como funciona o mundo da política à direita ou à esquerda. A diferença é que, atualmente, se você fala da esquerda, é xingado de tudo quanto é nome feio. O porquê desta hipocrisia não necessita explicação, claro.

De qualquer forma, perceba como o mercado político é muito mais complicado do que se diz por aí. Qualquer cientista político sério pode atestar o que digo. Mas só os sérios.

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Curiosidades históricas

A Different Song: Schneider’s ‘Singede Steine’ as evidence of work practices in the late 12th century
James L. Barbour – Elon University
Working Paper 2008-05 – 2075 Campus Box – Elon, NC 27244

In the mid 1940’s, while walking in the cloister of the monastery at Ripoll in Catalonia, ethnomusicologist Marius Schneider noted that the carvings of the column capitals seemed familiar. On inspection of these and the ones at Sant Cugat del Valles he realized that they were the creatures comprising an Indian musical notation. On further study he realized that they “sang” the hymn of the patron saint of the region, St. Cucufate. He further extended his findings to include the Cathedral at Girona as well as the monasteries at Ripoll and Sant Cugat del Valles. While this is a fascinating notion, that a 12th century carver was “writing” music in the stones of cloisters in the region, it has a practical implication for economic history as well. Given that carvers must be familiar with the stone of a region, and that their skills were generally more locally than widely known, it is unlikely that more than one workshop was undertaking this particular style. By this signature skill, carving Indian musical notation, it is possible to trace the path of the work of this particular workshop, and its master carver.
JEL Codes: N64, N34

Pesquisas em história econômica podem tomar formas muito estranhas…

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Lições de economia para “dummies

Finalmente, uma lição de moral e cívica (ou de moral apenas) por Marcelo Soares.

Moral da história: George Orwell teria no Brasil um belo exemplo de seu Ministério da Informação junto a um povo mal educado (no sentido bom da coisa) em economia elementar. E ainda há quem ouça os pterodoxos. Só mesmo o bolso cheio ou a mente vazia para explicar isto. Ou ambos.

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História Econômica para Não-“dummies”

Date: 2008
By: Miriam Bruhn
Francisco Gallego (Instituto de Economía. Pontificia Universidad Católica de Chile.)
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:ioe:doctra:334&r=his
Levels of economic development vary widely within countries in the Americas. We argue that this variation can be explained by differences in institutions which in turn have their roots in the colonial era. Colonizers engaged in different economic activities in different regions of a country, depending on the local conditions and the supply of native labor. Some activities, such as mining and sugar cultivation, where “bad” in the sense that they depended heavily on the exploitation of labor and created extractive institutions, while “good” activities created inclusive institutions. We show that areas with bad colonial activities have 13 percent lower GDP per capita today than areas with good colonial activities. Moreover, areas that had high pre-colonial population density have lower output per capita today, independent of the type of colonial activity. We attribute this to the “ugly” fact that colonizers used the pre-colonial population as an exploitable resource, thereby also creating extractive institutions. We present some evidence that the intermediating factor between history and current development is related to institutional differences across regions and not to income inequality or the current ethnic composition of the population.
Keywords: Colonialism, Institutions, Endowments, Americas, State-Level Development
JEL: N26 O17 O40 P14 P28
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Gustavo Franco

Por mim, o jornal em que Franco aparece como colunista a partir de agora não era muito digno de ser citado aqui. Todos os acadêmicos conhecem a história das distorções feitas na entrevista de um importante professor da PUC-RJ naquele jornal e, claro, não é necessário citar os estranhos palpites de certos jornalistas que já trabalharam por lá.

Então, este jornal terá, eventualmente, um “jabá” aqui, graças à excelência de Franco.

Ah sim, a dica foi do Duke.