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Mais uma evidência de que urnas eletrônicas, sob instituições brasileiras, não funcionam

Esta notícia que o Marcelo reproduz é de dar medo. Trecho:

A polícia da Bahia descobriu numa fazenda de propriedade do ex-prefeito de Rio Real (BA), a 204 quilômetros de Salvador, Raimundo Guimarães (PSC), 10 mil documentos públicos relativos aos períodos dele à frente da prefeitura, além de uma urna eletrônica.

O negrito é por minha conta. Pergunto a você: em um país no qual o mensalão não gera prisões, no qual cartões corporativos são usados sem critério por tudo quanto é gente, etc, você realmente acha que uma urna eletrônica protege sua privacidade e não serve para gente safada fazer chantagem com você?

A resposta está no trecho acima.

Sempre fui crítico destas urnas, a despeito da enxurrada de gente que me criticou com argumentos, inclusive, xenófobos (“você defende o sistema americano-primitivo, blá blá…”). Curiosamente, estes críticos, defensores da tecnologia a despeito das instituições fracas, não defendem que a pessoa tenha um revólver em casa (tecnologicamente mais avançado do que os punhos) para se defender de bandidos.

Toda esta discussão, com certeza polêmica, não pode ignorar o problema das más instituições brasileiras, na minha opinião, em fase degenerativa nestes últimos anos. Mas gente que não faz o dever de casa como o Marcelo Soares ou o Ph Ácido ou o Tambosi fazem, acha que já discutiu tudo em 2000 caracteres com espaço, em um cantinho de jornal.

Péssima forma de argumentar…

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