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Conseqüências práticas do bolivarianismo

Se de um lado o governo Lula teve juízo suficiente para prosseguir na rota delineada no governo FHC, de outro, todos os demais países emergentes também abandonaram políticas macroeconômicas irresponsáveis (Venezuela e Bolívia são exceções que confirmam a regra geral).

Muito além do discurso, o prof. Pastore explica um pouco sobre a crise mundial (crise?) e a responsabilidade de se adotar políticas fiscais não-bolivarianas ou, o que dá no mesmo, não-populistas. Atente para o final do texto, no qual há um alerta importante para os eternos otimistas.

Eu apenas acrescentaria uma informação: nossa política fiscal “responsável” tem duas caras. Uma, interessante, que é a de mostrar ao investidor estrangeiro um equilíbrio razoável nas contas. Outro, cruel no médio e no longo prazo, é o do microfundamento deste ajuste, baseado numa inacreditável política de aumento dos gastos públicos federais sustentado por aumentos na carga tributária. No longo prazo, claro, todos estaremos mortos…por conta do governo. Keynes tinha razão, mas pelos motivos errados.

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