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Dados, divórcio e algumas reflexões sobre o escopo limitado dos economistas acadêmicos brasileiros

Justin Wolfers é blogueiro convidado do – excelente – Marginal Revolution esta semana. E ele fala sobre o mito do crescimento das taxas de divórcio, nos EUA.

Sempre que leio um texto interessante como este eu me pergunto: por que não vejo economistas brasileiros tratarem dos mesmos temas, mas com dados brasileiros? Se há algum e se alguém tiver a bondade de me dar a referência, eu a coloco aqui.

Mas entende meu ponto? Há tão poucos economistas acadêmicos? Ou seus interesses são limitados? Ou seria a falta de dados? Seria algum outro motivo? Por que tanta timidez de estudos econômicos que não tratem apenas de oferta de moeda, taxa de juros ou taxa de câmbio?

Minha intuição me diz que há outro problema relacionado: o vício antigo de acadêmicos economistas não estudarem os impactos de bem-estar de políticas que eles mesmos propõem (ou propostas por políticos). Isto tem mudado, mas é incrível a ausência de preocupação com isto nos artigos mais antigos, com as usuais exceções de praxe, claro.

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