Humor

Fábulas interessantes

Quando Deus criou o macaco, disse-lhe: “Serás macaco, saltarás de árvore em árvore, viverás fazendo graça para que os demais se divirtam, serás macaco e viverás durante vinte anos“. O macaco levantou o olhar e pediu a Deus: “Mas, Senhor, vinte anos fazendo tantas palhaçadas, por que não me tiras dez anos?” Deus aceitou e foi assim que, desde então, o macaco vive dez anos. Quando Deus criou o cachorro, disse-lhe: “Serás cachorro, comerás as sobrs do homem, cuidarás da casa do homem, serás cachorro e viverás vinte anos“. Então o cachorro elevou seu olhar e pediu-lhe: “Mas, Senhor, vinte anos comendo sobras e cuidando de casas? Tira-me dez anos“. E desde então o cachorro vive dez anos. E quando Deus criou o burro, disse-lhe: “Serás burro, trabalharás de sol a sol, outros guiarão teu destino, levarás todas as cargas em teu lombo, serás burro e viverás sessenta anos“. E o burro, por sua vez, pediu a Deus. “Mas, Senhor, viverei trabalhando tantos anos sem ter minha própria decisão e todos os dias de sol a sol? Sessenta anos? Por que não me tiras quarenta?” E desde então o burro vive vinte anos. Então Deus criou o homem e lhe disse: “Serás homem, te darei a inteligência suprema entre os animais, capacidade para a criação, organização com liberdade, serás homem e viverás vinte anos“. E o homem, como os seus anteriores, também reclamou uma modificação de sua condição: “Mas, Senhor, és tão bondoso, me dás tantas riquezas, mas tão poucos anos, não podes me dar os quarenta do burro, os dez do cachorro e os dez do macaco?” Foi desde então que o homem vive vinte anos de homem, em sua livre juventude, quarenta de burro, trabalhando de sol a sol e quando se aposenta, dez anos de cachorro e dez anos de macaco, cuidando das casas dos filhos e fazendo palhaçadas para que os netos se divirtam. [Masafumi Sakanashi, Aikido – o desafio do conflito, p.76-7, 2003]

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história econômica

História Econômica no mundo civilizado

Eis aqui um periódico que eu gostaria de assinar. Só de ver o que se fala sobre este número especial…

A supplementary issue, guest edited by Nicholas Dimsdale (Local Editor), Mark Thomas (University of Virginia), and Albrecht Ritschl (University of Berlin), will be published in October 2007.

This Special Issue of Oxford Economic Papers contains a collection of papers in economic history. It is entitled New Perspectives in Economic History since it was intended to encourage submissions in new areas of the subject or those which showed new insights into more familiar topics. The resulting collection represents some of the best work being done in the subject with papers ranging from the early 18th century to the mid 20th century.

Some papers use historical data sets to test economic models, others select an economic model and use it to illuminate some aspect of economic history. All of the papers make a contribution to our understanding of past economies and several provide valuable tests of economic models with an historical context.

The lead paper by O’Rourke uses a general equilibrium model to examine the effects of trade restrictions during the Napoleonic Wars. He shows how useful a small economic model can be in reassessing historical issues.

The majority of papers in the Special Issue use state of the art quantitative methods to analyze historical data sets. The paper which illustrates this most conspicuously is that by Shea who uses a version of the Black Scholes model of option pricing in studying the behaviour of share prices in the South Sea bubble. This paper will appeal to both to economic historians with an interest in financial history as well as financial economists. Similarly, students in both disciplines will be interested in the papers by Offer and Stelzer and Frank.

Notou, leitor? História Econômica não é isto de se sentar na cadeira de balanço com um livro velho, acender um charuto e sonhar. Primeiro, há que frequentar os arquivos. Segundo, há que se conhecer métodos estatísticos para se tratar os dados coletados. Caso não tenha dados, construa a teoria (com modelo e tal) e contraste com o ocorrido. Nada mais natural.

Agora, claro, existe gente que continua querendo sonhar…

Economia do Crime · referendo do desarmamento

Desarmamento…para que?

Na época do referendo éramos eu e o Leo neste blog apenas. Nesta questão, eu e ele pensamos diferente. Na época tivemos vários textos aqui e, no que me lembro, eu sempre reclamei de um ponto específico (que, aliás, eu sempre reclamo quando se fala de política pública): a (quase total) despreocupação dos burocratas e seus asseclas (ou assessores, conforme o caráter do sujeito) com medidas objetivas de impacto. Algo como: “tá bom, eu tenho aqui um estudo que mostra que se aprovarmos o desarmamento, a criminalidade cairá em x%, com y% de confiança estatística”.

Pois é. O desarmamento não passou, eu fiz um artigo com mais três co-autores sobre a economia política deste negócio (você sabia que existe toooooooooda uma área de pesquisa sobre referendos e outros métodos de democracia direta? Procure por John Matsusaka no seu Google, tá?), e, hoje, entre um programa de TV e outro, eu abro o jornal na cama e leio:

Arma da PM abastece crime, diz estudo

Dados de subcomissão da Câmara mostram que 1 em cada 4 armas ilegais de SP pertencia ao poder público

Luciana Nunes Leal

Rastreamento realizado pelo Exército a pedido da Subcomissão de Armas e Munições da Câmara dos Deputados mostra que uma em cada quatro armas ilegais apreendidas no Estado de São Paulo teve como primeiro dono o poder público, principalmente a Polícia Militar. A estatística refere-se apenas às armas vendidas pelas fábricas legalmente para as instituições – ou para policiais e outros agentes de segurança – e depois desviadas para o crime.

O Departamento de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército rastreou 4.200 armas apreendidas em São Paulo entre 2003 e 2006. Desse total, 1.134 (27%) tinham sido vendidas ao poder público – 1.002 delas (23,8%) à PM.

Eu assino o Estadão no final de semana e, portanto, pude ler o resto da matéria. Há mais no jornal. Há uma briga entre órgãos de segurança acerca destes números (você não achou que isto seria uma maravilha para os burocratas da segurança, né?) e mais informações.

Se eu fosse um daqueles caras das teorias de que “tudo-é-culpa-do-Bush-neoliberal”, eu estaria aqui elocubrando sobre a demora em divulgar e/ou fazer um relatório destes. Afinal, se estes dados estão corretos, o desarmamento pode não ser a melhor solução. O que ocorre é uma brutal falha de governo na qual pessoas privilegiadas no acesso ao mercado legal de armas ou são roubadas, ou vendem as armas para bandidos e estes privilegiados não são eu ou você, mas gente que é paga para nos proteger dos bandidos.

Mas eu não compartilho da tese da conspiração. Não neste caso. E não é porque sou como a esquerda anaeróbica que culpa Bush por tudo e se recusa a ver o Foro de São Paulo como algo beemmm estranho (embora as FARC estejam lá…). É porque descuidos ou falhas com respeito à informação estatística para o público…em tempo hábil é uma característica de nossa burocracia. Ou porque não têm recursos, ou porque podem desagradar algum poderoso que deseja se reeleger e/ou eleger o sucessor.

A discussão do desarmamento segue legítima, claro. Mas eis a informação interessante: talvez tivesse valido a pena, na época, investir na segurança e/ou mudança de regras quanto aos privilégios de alguns do que fazer o tal referendo. Ou, talvez, muita gente tenha visto com bons olhos a ampliação de seu mercado caso o referendo fosse aprovado. Afinal, é claro que a demanda ilegal de armas aumentaria um bocado.

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Eu, o empreendedor e o soju

Tenho um amigo que, hoje, tem uma loja de artigos japoneses. Nesta loja ele vende desde artigos de mercearia até presentes. E, claro, quem me conhece, sabe que estou sempre no Sushi Bar dele (que funciona às quintas, sextas e sábados). Ele não criou o link para a loja, mas a matriz é antiga conhecida da colônia japonesa de Belo Horizonte.

Pois bem, no carnaval deste ano eu estava sozinho e passeava pela mercearia quando encontrei o famoso (e caro) Shochu de batata doce. Em resumo: shochu = whiskey, sakê = vinho. Pronto, você já sabe quase tudo sobre bebidas alcóolicas japonesas.

O que você não sabe é que o Shochu, em coreano, chama-se Soju. Bom, talvez você saiba disto. Mas você sabia que foi através da troca de idéias entre eu e meu amigo que, pela primeira vez na história desta cidade, o Soju virou produto que você encontra para comprar?

Este é meu lado empresário, que poucos conhecem. Um dia, a história empresarial de Belo Horizonte fará justiça ao meu nome e ao meu amigo, o Kenji, o cara que aumentou seu conhecimento de cultura oriental através dos mercados. Enfim, a boa e velha economia de mercado e a relação entre um consumidor que morria de saudades do soju que bebera nos anos 90, na casa de um (agora importante) sul-coreano e um empresário que enxergou, neste desejo, uma oportunidade de negócio.

Ok, outro dia eu falo mais sobre como saborear o Soju. ^_^

Economia Internacional

Lição de economia

You’re correct that free trade likely would create more opportunities for workers in Illinois to produce goods for export (“How free trade boosts Illinois,” Editorial, Aug. 25). Never forget, though, that the ultimate benefit of trade lies not in what people must sacrifice-not in the creation of opportunities to produce output for others-but in the greater quantity, quality and variety of goods and services that free trade makes possible for ordinary people to consume. Free trade’s bountiful harvest is not its exports; it is its imports.

Donald J. Boudreaux

Leia tudo aqui.

Blogs de economia · Educação Superior

Reciclagem de “posts”

Este me traz boas recordações. Pensando bem, ele me traz também uma pergunta: como é que o povo que mede desempenho de cursos superiores trata um caso como este? O sujeito entra em contato conosco por conta da blogosfera, toma conhecimento de pesquisas e faz sua monografia. Neste caso, a blogosfera serviu de fonte de informações tanto quanto uma biblioteca.

Isto entra nos indicadores dos nossos burocratas da educação? Se entra, como é computado?

De uma forma ou de outra, o fato é que, no dia em que fiz este “post” – reciclado acima – eu me senti muito feliz em ter ajudado. Com tantos alunos desinteressados por aí, estatisticamente, em algum momento, tinha que aparecer uma ovelha negra, não? Será que outros blogueiros de Economia já tiveram experiência similar? Espaço aberto nos comentários. Conte sua história e faremos outro “e-book”: “Como a blogosfera salvou meu trabalho de final de curso”. Ah, sim, e faremos um só com os casos do Leo sobre alunos que mandam mensagens no endereço de email dele tentando jogar-lhe o serviço que eles mesmos deveriam fazer. Tem cada pérola…

blogosfera · bolivarianismo

A armadilha das idéias e outras broncas (aparentemente) não correlacionadas

Este congresso me parece um exemplo de Idea Trap. Por outro lado, um articulista do “Estadão”, hoje, levanta a bola da concorrência política. O argumento é mais ou menos assim: “como o presidente da Venezuela tem um discurso populista-socialista muito forte, o partido do presidente da Silva estaria com medo de perder a “hegemonia” do discurso na América Latina.

Acho muito exagero pensar que as teses do dito congresso sejam uma forma de concorrência com os integrantes do Foro de São Paulo (aquele que todo mundo sabe que existe, mas faz de conta que não). Parece-me, isto sim, uma reação natural de uma parcela totalitária da população que percebeu que nem com escândalos a popularidade do sr. da Silva é afetada. Neste caso, nada melhor do que jogar fora o discurso falso (algo que eles acusavam o Maluf de fazer, saca?) e assumir o que sempre disseram desde a fundação do partido.

Nada mais legítimo.

O que é engraçado nisto tudo é, como sempre, a assimetria dos jornalistas na hora de fazer análise política. Como disse alguém na blogosfera, um partido nazista, no Brasil, seria notícia (e do jeito que você acaba de imaginar). Já um partido que apóia uma ideologia tão (ou mais) mortífera quanto a nazista, este é celebrado como um produto nacional (como se Marx fosse brasileiro), popular (como se militância fosse sinônimo de capital social pró-liberdade) e socialmente responsável (alguns destes jornalistas precisam usar mais o dicionário para ver se conseguem traduzir o que eles mesmos escrevem…).

Pode-se dizer que há um problema de informação. Mas após tantos anos falando sobre isto na internet (e não estou sozinho), fica difícil imaginar que um sujeito com mais de 5 anos de estudo seja incapaz de manifestar espírito crítico mínimo. Talvez seja mesmo o caso de se pensar na irracionalidade racional de Caplan, o autor, aliás, da tese da armadilha das idéias que iniciou este texto.

Ah, claro, há gente que certamente será acusada de ser “de direita” (outro conceito totalmente distorcido) porque propõe um encontro de liberais para o final do ano. A confusão entre “direita” e liberalismo é tanta que quando você propõe um teste mais interessante, muito blogueiro (formador de opinião, para o bem ou para o mal…) torce o nariz e se recusa a aceitar a inovação (embora adore se achar a inovação ou “o” contraponto à “grande imprensa”).

Aliás, só para lembrar: há uma frase muito boa, na boca de muito cientista político. É mais ou menos assim: “não devemos nos esquecer que estes caras que estão no poder foram eleitos pelo povo. Logo, é errado jogar a culpa de tudo que está errado no país nos poucos políticos que comandam esta joça”. É verdade. Os eleitores gostam de populismo e de sacanagem. E blogueiro também é eleitor. Não dá para dizer que o blogueiro é sempre um contraponto à “grande imprensa”. O que ocorre é que muitos blogueiros adoram pensar em si mesmos como a “grande blogosfera”, simplesmente invertendo os papéis. Pense, por exemplo, nisto.

Claro, se você é um blogueiro liberal (assuma ou não o rótulo), você faz como o Alex Castro: é sincero sobre este assunto. Eu concordo com ele e já falei sobre isto antes, neste blog.

Inflação · Política monetária · Teoria econômica

Inflação

Isto aqui me lembra as coisas que o Homo Econometricum curte.

A propósito, uma discussão recente sobre regra de Taylor, nos EUA, bem interessante, é a do Frederick Mishkin, citada no blog do Mankiw.

Inflação nunca foi minha praia, mas há quem goste.

Claudio

p.s. vou assinar meu nome até que Ari, André e Fábio comecem a escrever aqui. Como cada um tem seu próprio “profile”, você, leitor, saberá quem é cada um facilmente. Eu, claro, sou o “claudio” (acabo de mudar…não preciso mais assinar! 🙂 ).

blogosfera

WordPress

Quando comecei o blog, com o Leo, o Pedro Sette Câmara me disse: “vai para o WordPress”.

Deveria ter seguido o conselho dele desde o início. O painel de controle deste troço é uma beleza. Tem um contador próprio, relatório de estatísticas excelente, enfim, é uma beleza! Estou bêbado de alegria com os “permalinks” e até o visual é mais bonito.

Pedro, valeu pelo conselho. Já havia agradecido, mas não havia entendido. ^_^

Claudio

irracionalidade racional · microeconomia · sinalização

Educação e os eleitores irracionais

Arnold Kling fala sobre as idéias de Caplan:

…so Bryan’s latest book is on stupid voters. One solution is to educate them. But his next to-be-written book, on education, says that education is merely a signal of ability. The data on GRE scores arguably validates that.

In any case, how can you believe on the one hand that education is merely a signal and on the other hand believe that education can produce more rational voters? Won’t people’s rationality as voters (or, more accurately, their willingness to vote in ways that Bryan or I would consider rational) depend on ability alone?

Eis uma boa pergunta. Se o que importa é a irracionalidade racional dos eleitores e se a educação é um sinal apenas (aquela idéia de que o sujeito coleciona diplomas mas apenas para enviar um sinal de que é bom, não necessariamente o sendo), então os efeitos deletérios da irracionalidade, em nível de ação coletiva, provavelmente não desaparecerão tão rapidamente quanto desejado.

Educação enquanto sinalização é um dos tópicos mais interessantes da economia. A irracionalidade racional, por sua vez, promete. Mas é necessário que tenhamos mais trabalhos empíricos que atestem sua aderência com alguns fenômenos da realidade.

Claudio

História do Pensamento Econômico

Reciclagem de textos

Tenho uma série de “posts” de que me orgulho: a de história do pensamento econômico brasileiro (vai aí na caixinha de “search” e dá uma olhada). Um deles, em especial, diz-me mais sobre a natureza do pensamento econômico no Brasil do que qualquer história oficialesca dos sindicatos varguistas de economistas brasileiros. Trata-se deste aqui.

Aliás, Vargas voltou a ser um ditador elogiado, recentemente, pelo sr. da Silva. Lamentável. Vargas, Costa e Silva,…qual a diferença? Nenhuma. Pelo menos nenhuma no que diz respeito ao que os mesmos pensavam sobre democracia e ditadura. Talvez o sr. da Silva devesse pensar calmamente antes de fazer certas declarações…

De qualquer forma, eis aí mais uma vantagem deste novo blog em relação ao antigo: permalinks.

Claudio

Libertários

Eis uma boa idéia (atenção blogosfera liberal-libertária!)

Os admiradores do socialismo se organizaram sob o Foro de São Paulo, movimento que embarca membros de vários partidos políticos de esquerda de outras nações. Por que enfrentar um inimigo desse porte sozinho? Que tal começarmos a pensar em nosso encontro? Um encontro de pessoas comprometidas com o LIBERALISMO NO SENTIDO CLÁSSICO. Um encontro SEM VINCULAÇÃO PARTIDÁRIA. Um encontro para discutirmos os rumos e as ações que devemos tomar para trazer nossa sociedade de volta ao caminho do liberalismo. Seria um primeiro passo no sentido de formarmos nossa própria sociedade. Uma sociedade que lute pelo direito inalienável da liberdade individual.Eu sei que parece estranho, mas toda jornada começa com um primeiro passo. Minha idéia é organizar um encontro para dezembro desse ano. Não interessa quantas pessoas poderão vir a Brasília, mas esse encontro irá acontecer. Iremos passar dois dias discutindo sobre nossa sociedade, sobre a importância do liberalismo e sobre os riscos que a liberdade em nosso pais esta enfrentando. Se você tem sugestões de temas para nosso encontro, por favor envie-as para este blog. Se você gostaria de participar do encontro manifeste-se. Aos poucos iremos definindo datas, temas e compromissos.

O texto acima não é meu, mas do Adolfo. Sabe? Acho que vou juntar grana para ir a este encontro. Aposto que gente como o Renato Drumond, o Guilherme Stein e outras patotas (como o pessoal do Instituto Millenium) gostariam de estar num encontro como este.

Conforme a data, eu me viro para estar em Brasília.

Já vou aproveitar e colocar isto no blog do Millenium…

Claudio

Blogs de economia

O terrível Wordpad

O Wordpad não é nada bacana. Estou cuidando da importação dos antigos “posts”, mas eliminando os “pings” sexuais-pervertidos do arquivo ASCII. Há algo estranho nas idas e vindas de páginas no WordPad. Alguns poucos (espero) “posts” antigos se perderam (embora eu possa salvá-los novamente do blog antigo). Nada que vá gerar uma tristeza muito grande na humanidade, mas é uma chatice.

Claudio

Freakonomics · Gastronomia · microeconomia · Sushi

A economia do sushi, o freakonomics e tudo o mais

Como já sabem o leitor e a leitora deste blog (esteja ele no novo ou no velho endereço), o nosso e-book sobre sushi continua fazendo sucesso.

Mas também já temos um novo projeto, com um elenco de autores maior do que o do primeiro e-book. Todos, predominantemente alunos de graduação em Economia ou em outros cursos (mas que possuem a mesma habilidade inata de um economista). Só para você ter uma idéia, dois dos novos co-autores já me enviaram respostas para algumas perguntas do (caladíssimo) Alex Castro. Some a isto mais um dos autores do primeiro e-book e temos já três alunos pensando em Ciência Econômica tal como ela é – a despeito da teimosia de alguns.

Eu ainda não juntei as colaborações em um único arquivo para me organizar, mas isto será feito em breve. No novo projeto, Alex – o reclamão – tem um papel importante juntamente com o Leo (o palpiteiro preguiçoso), eu (eu mesmo), Ari e André (que ainda não disseram se topam me ajudar na editoração, junto com o Leo).

A propósito, apenas o Ari ainda não se cadastrou neste novo blog, mas é questão de tempo. O cara tá se preparando para uma nova – e melhor, esperamos todos – vida.

Claudio