Uncategorized

Dublagem de capacho…

Gente, que falta de auto-crítica.

Claudio

Continue lendo “Dublagem de capacho…”

Anúncios
Uncategorized

indo pro social

Segundo meus colegas historiadores, na última ANPUH, ficou provado, pela minha comunicação, que estou aproximando-me da história social. Isto se deve aos processos de Familiares do Santo Ofício que transcrevi em Lisboa na Torre do Tombo. Não entendeu? Observe:

“A obtenção da Carta de Familiar era por si só prova de ascendência limpa e sinônimo de honra e status social. Numa sociedade em que tais valores imperavam, a busca pelo enquadramento no topo da pirâmide era intensa. Dinheiro, os comerciantes e mercadores coloniais já possuíam; faltava-lhes o enobrecimento” Fonte.

Encontrei vários Familiares (dedos duros da Inquisição no Brasil) que estão em grandes sociedades mercantis entre Lisboa e Rio de Janeiro no XVIII. A Nova Economia Institucional (NEI) encaixa-se como uma luva aqui. Ok durou 15 minutos a minha ida ao campo social. Com a NEI voltei pra história econômica neoliberal, logo neoclássica, logo imperialista, bla bla bla.

Fábio

Continue lendo “indo pro social”

Uncategorized

Base de dados nova

O link é este.

This project includes the first comprehensive, cross-country survey of how banks are regulated and supervised, including requirements and regulatory powers regarding bank entry, ownership, capital, powers and activities, auditing, organization, liquidity, provisioning, accounting and disclosure, incentives for supervisors, deposit insurance, and disciplining powers including bank exit. The goal of this research is to draw conclusions for policy makers on key priorities in making their regulatory and supervisory framework more robust. (All of the database files are in Microsoft Excel format)

Eis algo interessante para se estudar, junto com as famosas bases de dados institucionais…

Claudio

Continue lendo “Base de dados nova”

Uncategorized

Não se deve buscar culpados pela crise aérea, diz Jobim (em outras palavras…)

Não enche, que me incomoda.

Frase infeliz. Vá lá que o ministro polivalente queira dizer outra coisa, mas que pegou muito mal, pegou. Muito mais bacana seria ouvir ele dizer: “Vamos resolver a crise e vamos apurar a culpa de cada um nesta crise, como em qualquer país sério”.

Aí sim, eu desconfiaria menos dele.

Claudio

Continue lendo “Não se deve buscar culpados pela crise aérea, diz Jobim (em outras palavras…)”

Uncategorized

Ah, se o Bruno Maranhão estivesse lá…

Cerca de 300 pessoas que tentavam entrar no Centro de Convenções de Aracaju (SE), nesta quinta-feira, 26, para fazer uma manifestação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram impedidas e permanecem do lado de fora.

São funcionários do Incra e do Ministério da Cultura, que estão em greve, além de estudantes da Universidade Federal. Eles gritam palavras de ordem como “ô Lula que covardia, cadê a democracia”. Um boneco do presidente chegou a ser queimado pelos manifestantes.

Sugestões de frases (para filas nos aeroportos): “Lula, que coisa feia, assassinato dá cadeia”. (Troque “Lula” por “ANAC”, “Infraero”, etc que o efeito é o mesmo).

Mas a notícia acima me faz pensar: onde estão os “caras-pintada” de outrora? Provavelmente na platéia do Centro de Convenções…

Claudio
p.s. sugestão de pauta para os jornalistas: como vivem os “caras-pintadas” hoje?

Continue lendo “Ah, se o Bruno Maranhão estivesse lá…”

Uncategorized

Irracionalidade Racional

Lembra daquele tópico que propus para discussão aqui? Sobre o livro do Bryan Caplan? Pois é. Graças à ANAC e à Infraero, eu pude ler um bocado do mesmo nos dois últimos dias. Em resumo, acho que há muito o que aprender ali.

Especialmente interessante é a resposta que Caplan dá a um fato histórico algo paradoxal: por que Stalin permitiu que o picareta do Lysenko destruísse a genética soviética, mas evitou perseguições boliva…digo, ideológicas aos seus físicos?

Claudio

Continue lendo “Irracionalidade Racional”

Uncategorized

Jornalismo Econômico – A aula que você não teve (parte I)

Eis um pequeno roteiro de estudo para jornalistas econômicos que confundem “lucros” com “malvadeza” ou “causa de todos os males do Brasil”.

Comecemos com um texto sobre o Brasil. Assim, veja a carta #374 do Jorge Vianna Monteiro, a chamada Estratégia Macroeconômica. Leia com cuidado e se pergunte: o que é “rent-seeking”?

Bom, aí você tem que ler sobre rent-seeking. Mais uma dica aqui.

Finalmente, leia este texto sobre os diversos tipos de relações entre governo e o setor privado.

Após tudo isto, você deve se questionar sobre tópicos muito repetidos por seus colegas jornalistas nem sempre bem informados (ou muito bem pagos por certos não-liberais…). Por exemplo, será verdade que a crise do setor aéreo é fruto da busca pelo lucro das empresas aéreas? Privilégio é sempre sinônimo de busca pelo lucro? Qual a diferença entre a visão estatizante da economia e a que defende a existência de agências regulatórias autônomas? O que caracterizaria a captura de uma agência? Na história do Brasil você observa uma intensa atividade empresarial em busca de lucros ou de privilégios? Se quem dá o privilégio é o Estado, a quem interessa combater, por exemplo, a privatização seguida de regulação? Qual o papel de sindicatos (de patrões ou empregados) nesta relação de “rent-seeking”?

Responda cada questão destas em, no máximo 10 (dez) linhas e reflita. Garanto que você vai se surpreender um pouco com sua evolução.

Claudio

Continue lendo “Jornalismo Econômico – A aula que você não teve (parte I)”

Uncategorized

Quem é burro? Claudio Haddad vs Guido Mantega

Eis um bom texto do Claudio Haddad.

Desnecessário dizer que um dos citados no título acima atribuiu a crise do setor aéreo (esta mesma, que, por conta das inações públicas, assassinou um bocado de gente em Congonhas) ao “excesso de demanda”. O que? Você não entendeu? Vou explicar: sempre que houver filas, é porque a economia cresce. Por isto Cuba é o país mais rico do mundo.

Claudio

Continue lendo “Quem é burro? Claudio Haddad vs Guido Mantega”

Uncategorized

Mais um crítico neoliberal e privatizante do governo

Mais uma vez estão discutindo o problema errado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode afastar o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, porque ele tem mandato previsto em lei.

Conclusão: está certo quem rejeita mandatos para diretores e autonomia operacional para agências? Não, a desastrosa gestão de Zuanazzi prova outra tese, muito mais simples e muito mais evidente: o governo errou, e continua errando, ao distribuir e lotear postos importantes com base em critérios de companheirismo e de interesses político partidários.

Rolf Kuntz é mais um crítico neoliberal, individualista e globalizante do governo atual como se pode ver no trecho acima.

Claudio

Continue lendo “Mais um crítico neoliberal e privatizante do governo”

Uncategorized

A produção acadêmica em economia

Há muito tempo atrás existia uma “webpage” chamada “Nasty Referees”, muito boa, que agregava relatos de pessoas que mostravam evidências de que nem sempre os “referees” das revistas científicas se comportavam como tal.

A página acabou, infelizmente. Mas a discussão continua. Eu mesmo já tive diversas experiências com “referees” que desejam se intrometer no artigo, até mesmo mudando a perspectiva do mesmo.

Há muitos problemas quando o sujeito resolve reescrever o artigo alheio, ao invés de, simplesmente, analisá-lo e, em resumo: i. aceitá-lo tal e qual, ii. aceitá-lo após revisões ou iii. rejeitá-lo de vez.

A discussão, no âmbito da academia não-selvagem, o que, na blogosfera, é sinônimo de não-brasileira (e, digo eu, norte-americana/européia), avança. Pelo menos é o que noto aqui.

Claudio
p.s. por falar em academia, há umas dicas para a ANPEC citadas neste excelente (!) clipping.

Continue lendo “A produção acadêmica em economia”

Uncategorized

O problema da medida

Climate change is nothing new. For thousands, perhaps millions of years, Antarctica’s massive ice sheet – 5.5 million square miles – has advanced and retreated as the earth’s atmosphere cooled and warmed. Yet, until recently, there was no precise way to measure the shifting interface between ice and open water.

By estimating the age of Adelie penguin remains using radiocarbon dating, University of North Carolina Wilmington Steven D. Emslie has determined a history of penguin colony locations that spans the last 45,000 years, the longest record now known for any species of penguin. He has charted the ancient penguin colonies’ population shifts with climate change data and sea-ice extent to create a new and reliable method of dating ice movement.

Leia o resto aqui.

Claudio

Continue lendo “O problema da medida”

Uncategorized

Humm..

Sabe que eu não ouvia isto há tempos? Já falei disto aqui antes e continuo com a mesma opinião: o que atrapalha não é o “mercado” ou o “(neo?)liberalismo”, mas sim a descrença absoluta de LLUULLAA e sua equipe no chamado “marco regulatório”.

Mas, claro, há gente que ache que a culpa é da “ganância das empresas”. A ganância só atrapalha quando o governo permite que se faça “rent-seeking” ao invés de “profit-seeking”.

Jornalistas econômicos que se achem surpreendidos com estes termos são convidados a usarem o “google” e/ou deixarem seus comentários aqui.

Claudio

Continue lendo “Humm..”