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Shikida vai gostar…

Informational spillovers in the pre-1914 London Sovereign Debt Market

Marcelo P Abreu, João M P de Mello and Antonio Sodré

Abstract
We document a novel type of international financial contagion whose driving force is shared financial intermediation. In the London peripheral sovereign debt market during pre-1914 period financial intermediation played a major informational role to investors, most likely because of the absence of international monitoring agencies and the substantial agency costs. Using two events of financial distress – the Brazilian Funding Loan of 1898 and the Greek Funding
Loan of 1893 – as quasi-natural experiments, we document that, following the crises, the bond prices of countries with no meaningful economic links to the distressed countries, but shared the same financial intermediary, suffered a reduction relative to the rest of the market. This result is true for the mean, median and the whole distribution of bond prices, and robust to an extensive sensitivity
analysis. We interpret it as evidence that the identity of the financial intermediary was informative, i.e, investors extracted information about the soundness of a debtor based on the existence of financial relationships. This spillover, informational in essence, arises as the flip-side of the relational lending coin: contagion arises for the same reason why relational finance, in this case,
underwriting, helps alleviate informational and incentive problems.

Ari

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Como é?

Apesar de o ministro da Justiça, Tarso Genro, ter afirmado que há escutas telefônicas de menos, a realidade é que há escutas telefônicas demais. As investigações policiais atuais se baseiam quase que exclusivamente na bisbilhotice de conversas. Hurricane, Navalha, Têmis e Xeque-Mate estão aí para provar isso. E provam, também, que a lei que regula as escutas telefônicas tem sido reiteradamente desconsiderada.

Eis o artigo. O mais estranho são os comentários que se encontram no final do texto, de internautas. Alguns são entusiastas porque parecem acreditar que, ao contrário do que disse Madison, existem “governantes angelicais”…desde que sejam os de sua preferência.

E se eu deixo de pagar impostos? E se estaciono em cima do passeio? E se atropelo alguém? Aí também vale quebrar a lei?

Claudio
p.s. negrito por minha conta.

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Incentivos importam

Pelo visto, os incentivos para que o presidente cazaque atual faça o que quiser ficaram mais fortes.

Claudio
p.s. acho que foi Tullock quem disse que dependendo do tipo de monarquia, você teria até vantagens sobre uma democracia. Vou catar meu livro e procurar o trecho. Volto mais tarde com mais comentários.
p.s.2. Não encontrei o trecho mas, melhor, encontrei este interessante artigo.

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