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Stanislaw morreu, mas o Febeapá continua

Em Recife, quem tocasse buzina na zona considerada de silêncio, pagava uma multa de Cr$ 200. O deputado estadual Alcides Teixeira sabia disso mas distraiu-se e tocou. Imediatamente apareceu um guarda e multou-o. Alcides de uma nota de Cr$ 1.000 para pagar os 200 e o guarda informou-o de que não tinha troco. O deputado quebrou o galho: deu mais quatro buzinadas na Zona do Silêncio, ficou quite com a Justiça e foi embora. [p.25]

O economista Glycon de Paiva pronunciava a seguinte frase, durante a posse do Sr. Haroldo Polland no Conselho Nacional de Economia: “O Brasil é um país com problemas urgentes, ingentes, mas sem gente”. Segundo Tia Zulmira, “essa frase que parece inteligente é justamente de gente indigente metida a dirigente. [p.30]

Duas que estão na reedição do Febeapá do bom e velho Stanislaw Ponte Preta.

Claudio
p.s. já está na hora de alguém começar a falar do Febeapá que assola o país nos últimos 6 anos (em formato de livro).

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