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Você já estudou a história econômica do Brasil?

Então você já ouviu falar da Hipótese de Domar. Não? Ainda há tempo.

Claudio

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E se alguém tivesse aprovado uma lei mandando desligar a máquina?

Uma mulher que caiu em estado vegetativo há seis anos despertou esta semana por durante três dias e falou com sua família e com uma rede de televisão local para depois perder novamente a consciência.

“Estou bem”, disse Christa Lilly à mãe dela no domingo. Essas foram suas primeiras palavras em oito meses. A mulher já havia despertado outras quatro vezes por períodos breves desde que sofreu um ataque cardíaco e um derrame cerebral em novembro de 2000.

“É maravilhoso. Sinto-me muito feliz”, declarou Lilly à emissora KKTV-TV, de Colorado Springs, Colorado. Ela também conseguiu ver sua filha menor, Chelcey, agora com 12 anos, e três de seus netos.

O neurologista Randall Bjork, que a atende, disse que não podia explicar como ou por que ela despertou. “Simplesmente não posso explicar isso com base no que sabemos dos estados vegetativos persistentes”, afirmou.

O estado vegetativo é muito similar ao coma. Bjork afirmou que nunca havia visto uma manifestação similar de despertar.

Claudio

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Passou do ponto de máximo: feminismo besta

I had an invitation to write an entry for the International Encyclopedia of Social Sciences, 2nd edition, but declined it when I found that they require gender-neutered writing. They wouldn’t allow a sentence such as, “If a player in the game is informed, he will never react in that way.” It’s interesting how politicized academic writing has become– and how many academics implicitly condemn everything written before 1990 as insufficiently supportive of feminism.

Quem disse isso? Eric Rasmusen, um dos melhores economistas da área de Teoria dos Jogos.

Claudio
p.s. Sim, eu chamaria isto de vertente “ianque” do bolivarianismo, mas o leitor já deve estar cansado de me ver bater em cachorro moribundo (porém raivoso).

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Frase da semana passada

Regulação, regulação e mais regulação…. Mas será que o governo sabe como regular? Eu duvido muito. Duvido ainda mais depois de minha participação no último curso de avaliador do INEP para cursos superiores em Porto Alegre. Podem acreditar: o governo está perdido.

No final de uma ampla apresentação um dos instrutores diz:
-” Afinal de contas, é melhor ter uma regulação ruim do que não ter nenhuma regulação”.

Será que ele está certo?

André

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Economia dos órgãos para transplantes

Who Owns Your Body Parts? – Everyone’s making money in the market for body tissue — except the donors.

Disse um jornalista da selva mineira que não é bom publicar notícias assim (ou artigos sobre os problemas da alocação de órgãos para transplantes) porque isto “incentiva uma diminuição das doações”.

Engraçado o raciocínio do selvagem goiabada-com-queijo: as doações são por consenso presumido (ou seja, se você não for ao cartório e dizer que não quer, já é doador) e jornal sem notícia ruim só na minha infância, quando vivíamos no regime bolivariano de direita (a tal “ditadura militar” que venceu os que desejavam a “ditadura do proletariado”).

Ainda bem que existem jornalistas e Jornalistas.

A academia – embora infestada de ideologia (sempre moralista porque, claro, o ideal do outro sempre é “moral” e “ético”) – ainda tem gente séria que vê validade em se discutir um problema sério de alocação de recursos como este. Se todos lucram com seu corpo, exceto você nos EUA, a pergunta é: e aqui?

Para começar a ler sobre o tema, pegue, por exemplo, a bibliografia que está aqui e, claro, veja o blog da Virginia Postrel (Dynamist) e o “Organomics” aí ao lado.

Claudio
p.s. em breve, artigo (que provavelmente não será publicado por goiabadas trêmulas) sobre o tema, neste blog.

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Conheça Dean Reed, o Elvis vermelho

It’s possible this recent German trend toward “historical re-evaluation” helped prompt the American publication, 15 years after it first appeared in Britain, of Comrade Rockstar, Reggie Nadelson’s travelogue cum biography of Dean Reed. Nadelson, a New York-based writer of detective fiction, has written the story of a failed American musician who became the “Red Elvis” of the East Bloc. In the late 1950s Reed-a moderately attractive, semi-talented guitar player and would-be actor from Colorado-set off for Hollywood with the distinctly un-Bolshevik goal of superstardom on the bubblegum pop circuit. There he met Paton Price, a Daily Worker-reading acting coach and party ideologue. Price schooled Reed in the socialist realism of Brechtian theater, left-wing politics, and, as Reed’s sad filmic record suggests, little else.

After a short and largely unsuccessful stint with Capitol Records, Reed abandoned California for South America, where, inexplicably, his singles were outselling those of Elvis Presley. Possessed by his newfound ideology, he underwent a transformation among the bitterly impoverished natives: He shed his “false consciousness” and subsumed the artist’s prerogatives beneath those of the Party. After a few years, Reed was expelled from Argentina for agitating against the government and moved to Italy, where he landed a string of minor film roles, including the lead in Karate Fists and Beans, billed as the world’s first western/kung fu cross­over film.

Como era de se esperar, foi sucesso subsidiado nos países da “Cortina de Ferro” (acho que não ensinam mais isto nas escolas, alunos meus não conheciam o termo como constatei em diálogo recente…)

Embora a Wikipedia não seja a melhor fonte de informações – como demonstrado recentemente (e divulgado aqui) – ela pode ser um bom começo para conhecer a vida deste que deve ser o ídolo da patota da “cultura” que vive a pedir subsídios (às nossas custas).

Claudio

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Jornalismo e nós, o povo

Aha! Finally we’ve discovered the missing ingredient in American journalism, the vitamin deficiency that’s been shrinking newspaper circulation and TV newscast audiences all these years. What Americans clamor for is not information but passion. The heroes of the coverage of Katrina were not the reporters who got the most accurate stories but the ones who shouted the loudest or cried the hardest.

CNN’s Anderson Cooper acquired the most accolades. “For the last four days I’ve been seeing dead bodies in the streets…I’ve got to tell you, there are a lot of people here who are very upset, and very angry, and very frustrated,” he snarled at Sen. Mary Land-rieu (D-La.) as she tried to explain what she was doing to get help for the hurricane’s victims. The on-air tantrum earned him the title “conscience of a nation” from Vanity Fair.

Such reporting may have been satisfyingly emotional, but much of it was also overwhelmingly, dumbfoundingly wrong. The orgies of rape and murder among refugees inside the New Orleans Superdome? Didn’t happen. The stacks of corpses? Weren’t there. The snipers firing on rescue helicopters? Imaginary. The wild-eyed warnings that the Katrina death toll would surpass 10,000? Off by 500 percent. A little less emoting and a few more hard questions would have served us all better.

O trecho acima é de uma resenha de um livro sobre o ditador Fidel Castro.

Claudio

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Copiei e colei: previsão do acadêmico Pedro para a inflação do mês

Cenário para inflação em fevereiro:

Minha previsão para o IPCA é 0,41%.

Como meu modelo é defasado em um período, o que realmente importa são as variáveis no mês de Janeiro.

No primeiro mês desse ano, ouve alguns reajustes de preços que pressionaram a inflação tal como reajuste de mensalidades escolares, aumento das passagens intermunicipais/municipais. Estas pressões influenciaram no comportamento do IPCA em fevereiro. Devido à queda da cotação média em janeiro ante fevereiro(2,13 ante 2,15) é esperado que esta influencia menos.

Em relação a utilização da capacidade de produção, não houve alterações significativas, ou seja, a indústria ainda doe [?] expandir sua produção, minimizando a possibilidade de pressoes em relação à oferta.

Corrigi algumas coisas (Pedro, vamos ser mais cuidadosos nestes textos…) no texto dele e divulgo, com exclusividade, aqui.

O único aluno do IBMEC-MG já aprovado em duas Econometrias, freqüentador deste blog, que topou o desafio.

Independente do resultado, a coragem de dar a cara a tapa é o que o povo diz por aí ser “guts” ou “garra”.

Quantos alunos aprovados em Econometria são necessários para se ter uma previsãozinha de um índice de inflação?

Claudio

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