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No ponto

Dona Eliane parece não atentar para o óbvio: imigração ilegal é crime e deve ser tratada como tal. Mais: é esta rigorosa observação da lei, não importando a qualidade do delito, que lhe permite andar tranqüilamente, sem medo de balas perdidas ou seqüestros relâmpagos, pelas ruas de Paris, Madri, New York ou Boston.

Confesso que fiquei surpresa. Não imaginava que uma jornalista de tal expressão pudesse padecer tão cronicamente deste banzo colonial – este, que nos joga de volta ao alvorecer do século XIX, que nos condena à eterna condição de povo-criança e prega que devemos receber, por parte do hemisfério norte, um tratamento diferenciado e condescendente.

Nariz Gelado em mira mais que certeira. Leia tudo.

Claudio

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