Economia do Setor Público

A obesidade do Estado…e nós

Alguém aí comprou este livro? Ok, eu sei que é vaidade minha, mas o livro não só composto de liberais como eu, o que dá uma dica de que o problema é bem mais importante do que parece. Aliás, Armínio Fraga, sobre isto, está genial:

Faz parte da nossa cultura ibérica gostar do afago do Estado. Mas, como escreveu Eça de Queiroz, a mãe governo é pobre; como é pobre, paga pouco, e essa pobreza vai se perpetuando.” Com essa constatação, o economista Armínio Fraga defende que os brasileiros cortem seus laços de dependência de favores, subsídios e esmolas do Estado. Só assim, segundo ele, serão livres para gerar riquezas e a economia perderá a apatia que já dura duas décadas. Fraga presidiu o Banco Central (BC) de 1999 a 2002, quando ajudou a escrever um capítulo decisivo da história econômica recente do país. À frente do BC, introduziu o sistema de metas de inflação e o câmbio flutuante, peças centrais da engrenagem que hoje permite ao Brasil amortecer as intempéries financeiras. Aos 49 anos, ele teme que o governo atual perca, neste início de segundo mandato e em meio a um momento raro de prosperidade mundial, sua última oportunidade para concluir a segunda geração de reformas – justamente a que, ao reduzir o tamanho do Estado, tornaria o país mais independente da “mãe governo”. Atualmente, Fraga administra 2,8 bilhões de dólares no fundo Gávea de investimentos, empresa que abriu depois de deixar o governo.

Não pense que ele é o maior investidor deste país, meu caro. Para saber quem é, olhe a carga tributária, os gastos e a dívida pública. Aí você descobrirá quem realmente aloca recursos no país erroneamente acusado de ser “neoliberal”.

Claudio

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