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Para quem estuda, mas não entende bem os conceitos…

…pela e-nésima vez, minha colaboração. Desta vez, o link é para um texto que explica – mais uma vez – porque este país está longe (e sempre esteve) de qualquer “neoliberalismo” ou “Consenso de Washington”.

É um texto do Sardenberg.

As pessoas precisam ser mais críticas com o que lêem por aí. Tá cheio de charlatão dizendo que vivemos no “modelo neoliberal”. Estes mesmos assassinos da razão são incapazes de encarar uma tabela com dados estatísticos oficiais. Sabe por que? Porque eles não mostram qualquer neoliberalismo. Mas o discurso embala, não é? É “da gente”, “da terra”, “defende o nosso”, “é fofo”, “é doce”, “é gentil”. É uma paspalhotice, eu sei, leitor, mas é o que ouço.

Sim, meu humor para a burrice hoje está baixo.

Claudio
p.s. prometo um post mais bacana para mais tarde.

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Mais esta

Estes imbecis fundamentalistas só patinam. Agora é o tal estado islâmico. Já falei do Kim Imbe-cil outro dia aqui. Agora vou me dirigir aos seguidores do fundamentalismo islâmico: façam-me o favor, vão lamber sabão. Tem muito por aí. É melhor lavar a boca do que cuspir bobagens.

Pronto, mais um desabafo feito.

Claudio

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XVIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE POLÍTICA ECONÔMICA
Tema: “Investimento, Competitividade e Crescimento Econômico”

25-10-2006 (quarta-feira)

8:00 horas – Abertura – Magnífico Reitor da UFV- Prof. Carlos Sigueyuki Sediyama
9:00 horas Política de investimento, competitividade e crescimento econômico no Brasil – Carlos Lessa (UFRJ)
10:00 horas – Intervalo
10:15 horas – Painel 1 – Investimento e Crescimento Econômico
Coordenador: Erly Cardoso Teixeira (UFV)
The effects of infrastructure development on growth and income distribution
César Calderón (World Bank)
Growth, public investment and corruption with failing institutions
David de la Croix (UCLouvain)
14:00 horas – Painel 2 – Infra-estrutura e Crescimento Econômico
Coordenador: Rosa Maria Olivera Fontes (UFV)
Investimento em infra-estrutura e crescimento econômico
Pedro Cavalcanti Ferreira (EPGE-FGV)
Oferta de infra-estrutura pública e desenvolvimento econômico
José Roberto Afonso (BNDES)
Financiamento do investimento produtivo no Brasil
Márcio Bruno Ribeiro (IPEA – Brasília)
16:00 horas – Intervalo
16:15 horas – Painel 3 – Investimento em Infra-estrutura e Crescimento no Setor Agrícola
Coordenador: João Eustáquio de Lima (UFV)
How productive is infrastructure? A new approach and evidence from rural Indian
Shenggen Fan (IFPRI)
Efeitos dos investimentos em infra-estrutura na produtividade total dos fatores agrícolas no Brasil
Erly Cardoso Teixeira (UFV)

26-10-2006 (quinta-feira)
8:00 horas – Painel 4 – Capital Humano e Crescimento Econômico
Coordenador: Antônio Carvalho Campos (UFV)
Long term growth and demographics
David de la Croix (UCLouvain)
Os impactos da saúde no crescimento econômico
Mônica Viegas Andrade (UFMG – CEDEPLAR)
Regional or educational disparities? A counterfactual exercise
Márcio Antônio Salvato (PUC-Minas Gerais)
10:00 horas – Intervalo
10:15 horas – Painel 5 – As causas do baixo crescimento nas últimas décadas, as políticas implementadas e as que não foram, e as políticas necessárias para o crescimento futuro
Coordenador: José Maria Alves da Silva (UFV)
Fábio Giambiagi (BNDES)
Pedro Cavalcanti Ferreira (EPGE-FGV)
César Calderón (World Bank)
14:00 horas – Painel 6 – Recursos Naturais, Disparidades Regionais, Política Fiscal e Crescimento Econômico
Coordenador: Alexandre Bragança Coelho (UFV)
Investimento e potenciais limitantes ao crescimento econômico: o papel dos recursos naturais
Eliezer Martins Diniz (USP-Ribeirão Preto)
Impacto do investimento público sobre a distribuição espacial da economia
Bruno de Oliveira Cruz (IPEA-Brasília)
On the economic and fiscal effects of infrastructure investment in Brazil
Carlos Hamilton de Araújo (Banco Central)
16:00 horas – Intervalo
16:15 horas – Painel 7 – Novas Questões do Crescimento Econômico
Coordenador: Marcelo José Braga (UFV)
Financial constraints and investment decisions: evidence from a highly unstable emerging economy
Aquiles Guimarães Kalatzis (EESC/USP)
Análise sistêmica do investimento no Brasil
Newton Paulo Bueno (UFV)
Estatização da Light : um caso de ausência de marco regulatório
Samuel Pessoa (IBRE-FGV)
18:15 horas – Encerramento
Marcelo José Braga
Professor Adjunto
Universidade Federal de Viçosa
Departamento de Economia Rural

Para informações:

CEP: 36570-000 – Viçosa – MG
Fone: (031) 3899-2212
Fax: (031) 3899-2219
E-mail: mjbraga@ufv.br

Claudio

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Seu título de doutor não vale nada?

“Ontem, vi o outro candidato dizer que professor bom é professor bem treinado. Mas treinamento é uma palavra que nem usamos mais. Isso mostra a visão de educação que o outro candidato possui. Tivemos uma visão preterida no governo de doutores e agora conseguimos [ser ouvidos] num governo de um operário.”

Tem gente que não pode ver um palanque que se entusiasma. O resto da matéria tem frases mais preocupantes ainda.

Discurso de político é sempre uma baboseira, claro. Mas quando você vê apelos contra “doutores” no ensino e uma tentativa de polarizar o discurso entre “nós, os pobres e eles, os ricos”, dá medo pensar no que pode vir por aí. Como será a política pública num país deste? Se alguém discordar, vão te jogar na fogueira (só vi um lado da disputa fazer isto até agora…quem é o intolerante então?)?

É a pregação anti-qualidade: o que vale não é que um “doutor” esteja na academia. O que vale é se ele é entendido no pensamento de um iluminado político. Se esta é a filosofia, então não teremos soluções eficientes para este país por mais uns 20 anos, já considerando o estrago que as famosas regulamentações travadoras dos governos fazem com qualquer sistema educacional.

Se o discurso é uma coisa e a prática é outra, como dizem os pragmáticos, eu me pergunto se um certo ex-prefeito de São Paulo não deveria ter recebido mais votos ainda do que obteve.

E me falam de política educacional. Se me mostrassem um programa de governo que privilegiasse a educação básica, aí eu entenderia esta queixa aos “doutores”.

Mas criar o jargão pejorativo “governo de doutores” vai além: implica dizer que quem não estudou o suficiente é quem deve mandar e decidir sobre a política educacional (dentre outras). Isto sem falar na maldosa polarização do discurso, na busca de achar uma “elite” (de doutores) que deveria ser combatida pelos jovens maoístas…

Posso entender isto enquanto a preferência de um político de nomear amigos com o critério invertido do “menos anos de estudo, melhor”. Inevitável não lembrar do alerta de Hayek: “governantes brucutus escolhem assessores mais brucutus ainda, porque estes devem ser muito violentos para obedecê-lo e minimamente inteligentes para temê-lo”.

Pois é. O difícil é entender porque esta visão “anti-doutores (e mestres?)” seria um critério bom para todo o país.

Lamentável. Se já não tinha meu voto, agora ganhou meu repúdio moral. E, quanto a repúdio moral, leitor, não há comentários.

Claudio

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Prova de que somos um país sério

Se este sujeito estivesse sob as leis brasileiras, seria julgado ou iriam dizer que o governo reconhece o direito de auto-determinação de qualquer fascínora?

Eu aposto que não seria julgado porque é um defensor do anti-imperialismo. Mas, claro, quem sou eu para julgar a pureza de nossos governantes e seus seguidores (às vezes bem truculentos)?

Claudio

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Artigo novo!

Abstract: People often suppose or imply that free-market economists constitute a significant portion of all economists. We surveyed American Economic Association members and asked their views on 18 specific forms of government activism. We find that about 8 percent of AEA members can be considered supporters of free-market principles, and that less than 3 percent may be called strong supporters. The data is broken down by voting behavior (Democratic or Republican). Even the average Republican AEA member is middle-of-the-road not free-market. We offer several possible explanations of the apparent difference between actual and attributed views.

No Brasil, afirmo, não seria diferente. Só os mal-intencionados e os alucinados continuam a ver a “ameaça da direita neoliberal” por baixo da mesa. Se é do Dan Klein, vale a pena ler, a priori.

Claudio

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