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E ele vai devolver o dinheiro?

Teste de respeito ao erário público – o jogo de cena é bonito: expulsarão o colega (faltaram umas chicotadas, mas tudo bem, estamos no século XXI). Mas e o dinheiro que ele recebeu? Volta pro povo? Eis um problema de economia do setor público aplicada à realidade brasileira… 🙂

Cúpula do PT prepara expulsão de Maranhão do partido

04h21 — Por Leonel Rocha, no Correio Braziliense: “O secretário Nacional de Movimentos Populares do Partido dos Trabalhadores, o engenheiro Bruno Maranhão, está prestes a ser expulso do PT. Parlamentares e a cúpula do partido ouvidos pelo Correio consideram que o dirigente dificilmente será poupado da punição máxima prevista no estatuto, depois que foi considerado pela polícia o responsável pelo quebra-quebra que o Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) provocou na Câmara dos Deputados na última terça-feira. O presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini (SP), envia hoje à comissão de ética da legenda um ofício pedindo a instalação dos trabalhos para que Maranhão, que está preso em Brasília, seja interrogado assim que saia da cadeia. A pressa de Berzoini foi a primeira sinalização oficial da intenção da cúpula do partido de expulsar Maranhão. O presidente petista não fez declarações oficiais. Mas comentou com colegas que não sabe por que Bruno Maranhão ainda está no PT, já que o sindicalista estava de malas prontas para o Partido do Socialismo e da Liberdade (PSol). Ele fazia parte do grupo que apoiou a candidatura do ex-deputado Plínio de Arruda Sampaio para a presidência do partido. Com a derrota interna, a corrente ideológica decidiu sair do PT. Mas em algumas regiões os dissidentes permaneceram na agremiação por falta de alternativa eleitoral viável nos estados, como era o caso de Pernambuco.”

Entidade criada por Maranhão ganhou R$ 5,7 mi do governo

04h13 — No Correio Braziliense, por Marcelo Rocha: “O Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST), responsável pelos ataques ao Congresso Nacional na última terça-feira, se mantinha às custas de recursos do governo federal. A Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara), entidade fundada e comandada por líderes do MLST, recebeu cerca de R$ 5,7 milhões dos cofres públicos nos últimos sete anos, sendo R$ 5,6 milhões apenas na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dos recursos transferidos à Anara, a maior parte (R$ 4,2 milhões) foi repassada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Levantamento da ONG Contas Abertas, presidida pelo deputado distrital Augusto Carvalho (PPS) no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) revelou que o líder do MLST, Bruno Maranhão, é responsável por três dos quatro convênios firmados entre a Anara e a União. Outro integrante do movimento, Edmilson de Oliveira Lima, aparece como responsável em outro. Maranhão e Edmilson estão entre os 42 indiciadas pela Polícia Federal que responderão na Justiça pela invasão à Câmara dos Deputados, que deixou 41 feridos e um rastro de destruição.”

Claudio

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