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Bons sociólogos

Eis um exemplo.

Não custa muito estudar economia, né weberianos?

Trecho

In this brief paper I will argue that economic sociology would do well to follow the example of political economy in this respect and pay more attention to analytical economics and its ideas. Contemporary economic sociology, I argue, focuses far too much on social relations and views the impact of these as the explanation to most of what happens in the economy. What is wrong with this approach is that it disregards the importance of interests or the forces that drive human behavior, not least in the economy. What needs to be done – and this will be the red thread throughout this paper – is to combine social relations and interests in one and the same analysis. If we do this, I argue, we may be able to unite some of the basic insights from economics, with some of the basic insights from sociology (e.g. Swedberg 2003).

Claudio

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Quem fiscaliza as ONGs?

Fita de vídeo mostra que invasão da Câmara foi planejada;
MLST via Lula “tranqüilo” e queria prejudicar PSDB e PFL

16h18 — A Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu uma fita de vídeo que mostra que a invasão da Câmara dos Deputados, ocorrida na terça-feira, foi planejada em detalhes por integrantes do Movimento pela Libertação dos Sem Terra (MLST). A gravação, que foi encaminhada ao Departamento de Polícia Legislativa (Depol) da Câmara, traz cenas de uma reunião promovida pelos sem-terra na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Agricultura (Contag), em Brasília, na qual a invasão foi acertada. O vídeo registra Antonio Arruti Baqueiro, um dos líderes do MLST, dando orientações aos cerca de 50 integrantes do movimento sobre como proceder na invasão ao Congresso: “Nós somos uma turma organizada que vai lá dar um recado. Nós vamos dizer ao Brasil que essa corja do PFL e do PSDB deixou de votar o Orçamento achando que prejudicaria o Lula. Mas o Lula está tranqüilo, com 63%, igual cavalo de 7 de setembro, cagando e andando”. Rastreamento feito pela Polícia da Câmara sobre os registros de acesso ao prédio do Congresso demonstram que desde a última segunda-feira integrantes do MLST estiveram na Câmara, em pequenos grupos, para fazer o reconhecimento do local. Nessas oportunidades, eles teriam filmado e fotografado o posicionamento dos seguranças para dar orientação aos invasores. O sistema interno de vídeo do Congresso registra essas movimentações, segundo informações divulgadas pela assessoria de imprensa da Câmara. Aruti esteve no Congresso 24 vezes, entre os dias 24 de maio e 5 de junho. Na manhã de terça-feira, conforme informou a Câmara, integrantes do movimento se infiltraram no prédio para facilitar a entrada dos demais no momento da confusão. Os integrantes do MLST acertaram até mesmo uma senha para iniciar a invasão. O sinal para os demais integrantes foi uma briga entre duas mulheres simulada em frente à entrada utilizada pelo grupo para acessar o prédio.

Precisa repetir a pergunta?

E este trecho?


O ministro Miguel Rossetto, do Desenvolvimento Agrário, prestigiou a inauguração de uma tal Escola Florestan Fernandes, onde se ensinam as altas virtudes políticas e morais de humanistas como Mao Tsé-tung, Lênin e Che Guevara. Em Pernambuco, o movimento já chegou a jogar cocô na caixa d’água do Incra. Mais: em um acampamento de sem-terra, no Estado, um policial foi morto depois de barbaramente torturado. A imprensa dispensou uma floresta de celulose à morte da freira Dorothy Stang. Muito justo. A do policial não mereceu um eucalipto seco. Jaime Amorim, um dos lugares-tenentes de Stedile, já atacou até um navio de bandeira liberiana que transportava milho transgênico. É um ato terrorista.

Claro, Mao, Lenin e Che nunca pregaram o uso político da violência. Eu é que não sei ler. É triste demais para não ficar revoltado. Desculpe-me o leitor e a leitora, mas não dá para concordar que o perigo é a “direita radical”, por mais que os cabos eleitorais digam o contrário. Em breve, volto à atividade normal. Deixa só eu me preparar para ouvir os famosos argumentos de que isto tudo é normal, que todo mundo faz isto e que por isto não se pode responsabilizar ninguém e, by the way, ele não sabia de nada…

Claudio

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