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Meninas de moral distraída

Enquanto o paper ainda não decola, aí vai um texto sobre a Economia da Prostituição.

Leo

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HP 12c

O Claudio escreveu abaixo que:

É aquela história: se alguém insiste em usar um TK-85 para acesso à internet em 2006, quando os computadores atuais são o que há de melhor em tecnologia, algum interesse existe (eu nunca suponho que o sujeito é maluco, até prova em contrário).

Bem, aí vai uma aberração tecnológica: a permanência da HP-12c.
Ela foi lançada em 1981 e ainda é fabricada. É um caso clássico de depedência da trajetória. Quem aprende matemática financeira, aprende na velha 12c e quando vai ensinar, usa a mesma. Certamente existem ganhos de eficiência nos novos modelos, mas eles não são grandes o suficiente para justificar a transição tecnológica. (Acho até que a HP 12c vale até um criativo trabalho de conclusão)

Ganhei a minha nos idos de 1988. Neste dia 13 de Fevereiro de 2006 acabei de vendê-la por R$175 no Mercado Livre. Um bom negócio, uma vez que uma calculadora nova custa US$ 70,00 nos EUA. Fomos felizes enquanto durou.

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Desarmamento

Fatos para reflexão

Lembram do referendo sobre o desarmamento? O “Não” venceu. Temos armas. Gente que dizia que as pessoas saberiam escolher passaram a usar argumentos do tipo “foram manipulados”, etc. Deveriam defender, coerentemente, o fim das eleições em todos os níveis.

Complicada a vida quando se discute tópicos tão polêmicos. Quer ver só? A ONU queria de todo o jeito o desarmamento aqui. Talvez os burocratas acreditassem que isto seria um evento totalmente independente de qualquer outra política pública. Obviamente não é.

Os brasileiros sabem disto. Principalmente os que estão no Haiti.

Veja só o que eles dizem na matéria (e pense no caso do Brasil, há similaridades).

Segundo Valdes, a dificuldade em desarmar a população civil – um dos objetivos da missão que envolve mais de 9 mil militares e policiais da ONU – advém do fato de que não existe no país um ambiente em que as pessoas se sintam seguras para abrir mão do que pode ser não só seu único meio de proteção, mas também seu sustento.

(…)

Sem poder contar com a segurança pública, as elites contratam servicos de empresas particulares, negócio que se proliferou nos ultimos dez anos no Haiti.

Mas a população que não pode arcar com esse luxo fica sujeita à ação das gangues, tendo que, como no caso das favelas e os traficantes brasileiros, morar cara a cara com os bandidos.

Não lhe parece familiar?

Claudio

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Direitos de propriedade no Brasil

João quer calar Maria a todo o custo.

A Justiça de São Paulo decidiu que a revista Veja não deve reparação ao líder do MST, João Pedro Stedile, por compará-lo, em reportagem, ao personagem dos filmes de espionagem James Bond, e afirmar que ele age ao arrepio das leis.

A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo reformou decisão de primeira instância e absolveu a Editora Abril de pagar indenização, por danos morais, correspondente a 200 salários mínimos ao líder nacional do Movimento dos Sem Terra (MST). O entendimento da turma julgadora foi o de que não há dano quando a notícia se embasa em acontecimentos verídicos e de interesse social.

João parece gostar mais da bruxa e da casinha de doces socialista do que de Maria. Mal sabe ele que a bruxa que distribui doces a amigos (de conveniência ou não) não liga para João. Só quer devorá-lo.

Ah, João…

Claudio

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Humor

A Economia Brasileira em Ano Eleitoral – Aspectos Nem Sempre Bem Percebidos

Nossos soldados estão se divertindo no Haiti (estão?), mantendo a ordem na América Central e nossos interesses estratégicos no Haiti. Já, na Bolívia, a história é outra.

A Petrobras vai praticamente dobrar os gastos com as importações de gás natural da Bolívia este ano. Mas, dentro dessa conta, um gasto específico dará um salto muito maior: o dinheiro que a estatal brasileira vai despender com royalties e participações especiais (taxas) pagas ao governo boliviano será até 900% maior. Segundo estimativas do diretor de Energia e Gás da Petrobras, Ildo Sauer, em 2006 a companhia gastará de US$ 1,2 bilhão a US$ 1,5 bilhão com as importações do gás da Bolívia, ou até 114% mais que os cerca de US$ 700 milhões em 2005. Já os pagamentos com os tributos subirão de um patamar de US$ 60 milhões a US$ 70 milhões para US$ 700 milhões.

Ok, não se preocupe. Pelo menos o presidente deles não anda de terno. Já não compensa o aumento de 900%? Não? Bom, é a vida. De qualquer forma, nós, filhotes do Plano Cruzado, estamos cansados de saber que congelamento de preços não funciona. Então a pergunta é: por que alguém insiste nisto? É aquela história: se alguém insiste em usar um TK-85 para acesso à internet em 2006, quando os computadores atuais são o que há de melhor em tecnologia, algum interesse existe (eu nunca suponho que o sujeito é maluco, até prova em contrário).

Claudio

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