Uncategorized

Sucesso para Andressa! – PPGOM no XVIII ENPOS

Ano passado, nossa (futura ex-) aluna Andressa concorreu no XVIII ENPOS da UFPel. O resultado, após meses de atraso, foi divulgado agora. Adivinhem só?

Uncategorized

Análise de políticas públicas: PPGOM e saúde pública

Trecho:

A redução da mortalidade por diarreia em menores de um ano e das internações hospitalares por bronquites infantis em decorrência do desenvolvimento do programa Primeira Infância Melhor (PIM) no Estado são resultados constatados em estudo realizado pelos pesquisadores André Carraro e Felipe Garcia Ribeiro, do Departamento de Economia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a partir das linhas de pesquisas aplicadas em saúde. São alvo do trabalho as condições de saúde e desenvolvimento infantil. Em Pelotas o PIM funciona desde o início, em 2003, e atende quase duas mil crianças, segundo a coordenadora Maria de Lourdes Botelho.

Uncategorized

Parabéns aos envolvidos! PPGOM-UFPel, mais uma vez…

Olha a premiação aí:

O curso de Economia e o Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados da UFPel foram destaque na premição do Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul. O professor Rodrigo Nobre Fernandez e o ex-aluno do Mestrado em Economia Aplicada Gabrielito Menezes, agora cursando doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ficaram em primeiro lugar na categoria artigo científico na premiação. O trabalho premiado foi “Pass-through da taxa de câmbio e índices de preços : uma análise para a economia brasileira (1999-2011)”.

O prof. Rodrigo e o Gabrielito são talentos que a gente sempre quer ter por perto. Vejam que bacana a notícia acima!

Uncategorized

A Copa do Mundo é boa ou ruim para a economia do país?

Bem, vejamos o que diz o Gallup:

Brazilians’ hopes are likely high Friday as their national team faces Colombia in the quarterfinals of the World Cup. Shortly before the tournament began, however, the Brazilian public was rather skeptical about the economic benefits of hosting the most expensive World Cup in history. In May, 55% of Brazilians said the World Cup will hurt the Brazilian economy, while 31% believed that it will help.

Pois é. O pessoal tem um palpite de que a Copa não é tão boa assim para a sociedade brasileira. Bem, caso você pense que nós, economistas, não temos nada com isso, dê uma espiada na lista de trabalhos aprovados para a ANPEC regional do sul deste ano. Lá você encontrará um trabalho que busca responder a pergunta do título deste post. O título do artigo é: Impacto Econômico da Copa do Mundo: Uma Avaliação pelo Método de Controle Sintético e seu autores são: André Carraro, Claudio Shikida, Felipe Garcia, João de Araújo, Vinícius Halmenschlager.

Resumidamente, o que nós fazemos é avaliar o impacto da Copa do Mundo sobre o PIB per capita do país ao longo dos anos após o evento, no período de 1990 a 2006. A análise incluiu as copas realizadas na Itália, Estados Unidos, França, Coréia do Sul, Japão e Alemanha. Mas além do PIB per capita, resolvemos também analisar a trajetória dos gastos de turistas no país-sede. O que foi que encontramos?

Conforme a literatura dos megaeventos, não há ganho significativo para o PIB per capita dos países-sede. Para o caso de Alemanha e Japão, encontramos que gastos de turistas aumentaram após a realização do evento, o que pode ser uma evidência de que há algum ganho na formação da poupança externa dos países-sede.

Repare que nossa análise foi individualizada, i.e., fizemos o mesmo estudo para cada país-sede, o que nos permitiu obter resultados desagregados. Assim, por exemplo, nossas estimativas nos dizem que o ganho de gastos em turismo na Alemanha foi de US$ 23 bilhões no período 2005-2010. Para o Japão obtivemos que este ganho foi de US$ 32 bilhões no período 2003-2009. Estes efeitos, claro, foram obtidos já livres de outras influências que, esperamos, foram controladas na construção de nossos contrafactuais.

O artigo ainda está sob revisão – pretendemos fazer mais algumas brincadeiras – mas se você queria uma resposta preliminar sobre os impactos da Copa do Mundo sobre a economia, aí está. Talvez os resultados da pesquisa do Gallup estejam nos dizendo mesmo algo sobre os impactos econômicos deste megaevento. Além disso, para terminar este texto com tristeza, é muito desagradável ver que a pressa em cumprir o desejo do ex-presidente da Silva possa resultar em desastres como este (veja o vídeo abaixo com o exato momento em que uma obra do PAC da Copa se transforma em tragédia).

Uncategorized

A pesquisa avança nosso conhecimento!

Defesas de dissertações no PPGOM. Próximos capítulos:

Aluno: Guilherme Penha Pinto
Dia: 28/03/2014- 6a. feira
Horário: 9 horas
Local: Sala 2 do PPGOM no Campus Porto da UFPel.

Título: “Fatores de Influência na Política Antidumping no Brasil”

Orientador: Prof. Dr. André Carraro

Comissão Examinadora:
Profa. Dra. André Carraro (PPGOM/UFPel) – presidente
Prof. Dr. Felipe Garcia Ribeiro (PPGOM/UFPel)
Prof. Dr. Tiarajú de Freitas (FURG)

Aluno: Flávia Katrein da Costa
Dia: 25/03/2014- 3a. feira
Horário: 14 horas
Local: Sala 2 do PPGOM no Campus Porto da UFPel.

Título: “Desigualdades socioeconômicas no acesso a medicamentos: análise da prevalência de acesso a medicamentos de uso contínuo entre mulheres no Brasil”

Orientador: Profa. Dra. Andréa Homsi Dâmaso

Comissão Examinadora:
Profa. Dra. Andréa Homsi Dâmaso (PPGOM/UFPel e PPGE/UFPel) – presidente
Prof. Dr. Cristiano Aguiar de Oliveira (PPGOM/UFPel)
Prof. Dr. Aluísio Jardim Dornellas de Barros (PPGE/UFPel)

Uncategorized

O fiscal do fiscal e outros trabalhos de Sanson (e um breve comentário)

Meu – sumido – amigo Sanson em alguns bons momentos. Primeiramente, o curto ensaio sobre a fiscalização no setor público. Em segundo lugar, dois textos de fôlego que mostram a riqueza da nova economia institucional na análise do crescimento econômico. Este aqui e este. Creio que Sanson – e seus orientandos – tanto quanto Leo Monasterio – idem – são fontes de leitura cada vez mais obrigatória nesta época em que economia regional não é mais aquela dos anos 50, mas sim algo perfeitamente integrado com a teoria econômica (ver Krugman e seu Nobel) ou a prática (ora, ora, veja a econometria espacial).