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Febeapá – século XXI

A esquerda brasileira tem mania de grandeza. Bush, claro, é formiguinha perto de gente que se propõe a: (a) escolher um papa, (b) indicar Celso Furtado para o Nobel de Economia porque…porque…ah…porque ele nunca foi capaz de revisar o Formação Econômica do Brasil, (c) propor isto.

Nunca antes na história deste país fez tanto sentido usar a expressão: “guardadas (quer dizer, consideradas por sua mente humana) as devidas proporções (que são bem menores do que desejam os nossos psicopatas), acho que…”.

Menos, gente, menos. Um investment grade não torna o brasileiro melhor que um austríaco ou um inglês. É só uma classificação dada por uma agência de risco, gente. É importante e tal, mas é bom manter a dose diária de Gardenal, ok?

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Enquanto a FARC passeia na Amazônia…(“Ah, Golbery…”)

O governo brasileiro está preocupadíssimo com a segurança nacional. Pelo que diz o insuspeito Marcelo Soares (na verdade, ele reproduz e comenta matéria do “Estadão”), eu imagino se os mesmos que se diziam “democratas” na era Geisel não estavam, na verdade, doidinhos para terem uma chance de fazerem o próprio AI-5.

Impressiona-me o silêncio dos intelectuais (lembra do termo espertinho que os ideólogos do regime criaram há alguns anos?).

Pois é. Com tantos problemas de segurança nacional, o (suposto) roubo de informações confidenciais da Petrobrás me parece algo bem bobo. Afinal, o governo brasileiro se recusa a ter uma clara classificação do que seja terrorismo (sim, é verdade, procure no google, leitor), mas carimba a “subversão” todinha…

Voltamos à era autoritária e não sabíamos. Por que? Talvez porque os “corajosos” intelectuais do passado sejam hoje os maiores beneficiários dos piores usuários dos cartões de crédito sem limite. Multem os motoristas que estacionam nas faixas de pedestres e babem nas chuteiras dos impávidos colossos que jogam futebol na Granja do Torto ou em quadras de luxuosos condomínios fechados….ou mesmo na maior revelação de futuros talentos: a várzea ao lado deste ou daquele sindicato.

Viva o Brasil!