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Tal e qual a lenda de Santos Dumont, temos Leônidas e a bicicleta

Juan Evaristo has hailed as the inventor of the marianella – the volleyed backheel, Pablo Bartolucci of the diving header, and Pedro Calomino of the bicycle kick, although this last example is disputed. Some say the bicycle kick was invented in Peru in the late nineteenth century; most seem to credit Ramón Unzaga Asla, a native of Bilbao who emigrated to Chile and first used it in 1914 (hence the use of term chilena throughout Spanish-speaking South America, although it might refer to David Arellano, a Chilean who popularized the technique on a tour of Spain in 1920), while others follow Leônidas, the Brazilian forward of the thirties, in attributing it to Petronilho de Brito. Weirdly, the former Aston Villa chairman Doug Ellis also claimed to have invented the bicycle kick, even though he never played soccer to any level and was not born until ten years after the first record of Unzaga performing the trick. [Wilson, J. Inverting the Pyramid: the history of soccer tactics, 2013, 2nd ed, p.33]

Sendo menos injusto: avião é mais intelectualmente detalhado do que gol de bicicleta (no sentido de que você precisa de um pouco mais de estudo para inventar), embora o último seja igualmente maravilhoso. Não é difícil imaginar tanta gente inventando ao mesmo tempo, ainda mais nos tempos em que a comunicação global era mais lenta e escassa.

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A Copa do Mundo e as instituições

Interessante conclusão deste estudo preliminar:

Perhaps teams from countries with systems based on the French model (such as 1998 champion France and 2002 champion Brazil) perform well due to the remaining vestiges of the Napoleonic Code that somehow remove discretion from coaches and managers in the same manner that that civil law system curtails judicial activism. Or maybe – just maybe – some other forces are at work.

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Olimpíadas e Economia

O Alex Schwartsmann tem um interessante ponto no seu blog sobre o tema. Quem o conhece, sabe que o sujeito é um cavalheiro e não é idiota. Nos comentários do post citado, pude ver que não sou o único a receber comentários que conjugam o pior do português com o pior da boa educação (ou seja, a má educação total). Claro, se ignorarmos os comentaristas do tipo pré-Homo-Sapiens, temos coisa interessante para ler de vez em quando.

Mas o fato é que o tema da relação entre economia e os esportes (ou as olimpíadas) – muito mal exposto pelo presidente da Silva, como de hábito, com seu improviso macunaímico, cheirando a romances tropicais de banca de jornal, sentimentalismos infantis (“não falo mais sobre Honduras, humpf” e afins), poesias tropicanais (hum…) – é importante do ponto de vista científico. Com exceção dos que só querem um resultado econométrico imediato, há, sim, muito o que estudar sobre o benefício líquido de se sedir uma Olimpíada. David Henderson, por exemplo, fala disso aqui.

Sim, você pode usar o google e encontrar mais artigos interessantes. Aos interessados: mãos à obra!

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Quem é o responsável por este bom desempenho?

Coisas que certamente o Ângelo gostaria.

IS IT THE TEACHER OR THE STUDENTS? – UNDERSTANDING THE ROLE OF A TEAM MANAGER

David J. Berri
Michael A. Leeds
Michael Mondello

The authors thank Eva Marikova Leeds for her many helpful comments and suggestions.

Abstract

Because, it is difficult to separate managers’ contributions from the abilities of the workers they supervise, firms may mistakenly attribute the contributions of the workers to the managers who oversee them. With its extensive performance data, the National Basketball Association provides a natural setting to measure a manager’s contribution (here the head coach) to the performance of his team. While we find that some highly regarded coaches deserve their accolades, several successful coaches appear to owe their success to having highly talented players. In addition, some coaches with mediocre records have made significant contributions to the performance of their players.

Eis aí algo interessante…