Ótima notícia: “big data no Rio de Janeiro”

A PUC-RJ, sempre, mantendo a tradição de promover bons eventos.

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Economia Brasileira Contemporânea

Citei este texto em um post há uns dias. Acho ótimo para debates em sala de aula. Dica para os professores de História Econômica que não têm medo de Econometria (até porque isso não faz sentido…).

Eis o gráfico que arrastará amizades para a discórdia e, se você for destes militantes, para a inimizade.

carrasco

Para um resumo do texto, veja o EconomistaX: http://economistax.blogspot.com.br/2014/07/a-decada-perdida.html

Então, junte-se a este trabalho mais alguns fatos indicados no livro Complacência do Giambiagi e do Schwartsman, os insights de Acemoglu e cia no Por que as Nações Fracassam e, claro, também observe o recrudescimento recente da base do tripé macroeconômico que é a relação governo-mercado no episódio do Santander e você tem muitos temas para debate.

Só um conselho: não faça como os militantes. Amizades são mais fortes, justamente, quando resistem à intolerância que é um valor oposto ao bom desempenho social e econômico (para mim são sinônimos, mas vá lá) de um país. Aqueles que resistem às tensões – os que são antifrágeis, no sentido que lhe dá Taleb (obrigado, Diogo, pelo presente) – sobrevivem.