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A proposta de Vinod: quem sabe deveria fazer, quem faz não sabe tanto

Vinod tem um pequeno paper no qual analisa o caso Madoff. O mais interessante é sua sugestão final de que:

It is a simple matter to require that regulators (enforcers, auditors) and top management at financial institutions have quantitative background at the graduate level of understanding. Such background is not difficult to obtain these days. For example, a test covering the material in Vinod and Reagle’s (2005) book on downside risk in stock market investing is not difficult to administer. We cannot have conflicted, ignorant and politically connected regulators. They must know the quantitative stuff, which are the bread and butter of modern finance.

Não deixa de ser interessante.

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O papel do Judiciário

A Justiça dos Estados Unidos autorizou o confisco de US$ 170 bilhões em bens do financista Bernard Madoff, que já se declarou culpado por uma das maiores fraudes cometidas em Wall Street. Para compensar os prejuízos provocados por seus crimes, Madoff será obrigado a renunciar a todos os seus bens, como imóveis, aplicações financeiras, automóveis e barcos.

Um dos homens de negócios mais festejados dos EUA, Madoff, de 71 anos, foi desmascarado no ano passado, com a crise econômica global. Em março, ele se declarou culpado da acusação de que sua empresa de assessoria financeira era na realidade uma máquina de fraudes. 

Em audiência marcada para amanhã, o procurador Lev Dassin vai pedir uma sentença de 150 anos de prisão para o financista. Ira Sorkin, advogado de defesa, pede uma sentença de 12 anos, alegando que seu cliente já tem idade avançada. Com relação a Ruth Madoff, a mulher do financista, os procuradores afirmam ter chegado a um acordo. Ela abriu mão de aproximadamente US$ 80 milhões em bens que vinha reclamando e as autoridades a deixaram ficar com US$ 2,5 milhões em ativos. Na cadeia desde o dia 12 de março, Madoff admitiu culpa em 11 crimes, entre eles fraude, perjúrio, lavagem de dinheiro e roubo. As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.

O papel do Judiciário? Ei-lo. Procure um único exemplo similar no Brasil, ache-o e aí temos alguma discussão útil. Até lá…