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Votos (1o turno) e IDH (2010) e um desafio

idh_votos

O problema das correlações, eu sei, é que são apenas correlações. A base de dados me foi gentilmente cedida pelo Cinelli do Análise Real (não se assuste: não tem lista do Elon para resolver…). Veja, por exemplo, o exemplo dos gráficos acima. Desta vez, IDH e votos.

Eu tenderia a imaginar cenários nos quais a variação do IDH afeta a votação de um candidato. Entretanto, o que temos ali é o nível do IDH. Ok, pode ser que o IDH não varie tanto assim de 2009 para 2010, mas eu não estou pensando em um período de tempo tão curto.

Seria legal ver um exercício de algum aluno que pegasse o IDH para um período anterior, digamos, FHC ou da Silva e fizesse a variação do IDH e, depois, criasse as correlações com os votos do 1o turno. Taí. Este exercício valeria pontos extras (com script, dados fidedignos, planilha organizada, feito em R…). Desafio para quem fizesse isso na minha presença, em 30 minutos (e tem que se virar para achar os dados).

Aposto que outros blogueiros, claro, já fizeram este exercício. Ou estão fazendo. Ou seja, meu desafio pode não valer nada porque, como diz um veículo de comunicação: tudo pode mudar em 20 minutos

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Indicadores para que te quero?

Ok, eis uma pesquisa sobre indicadores. Segundo o ponto-de-vista da ONU – que tem sérios problemas em pontos-de-vista como vejo em suas catastrofistas previsões sobre clima e fome – algumas cidades mineiras estão longe de cumprir seus critérios.

Mas aí eu pergunto: e no quesito “liberdade econômica”? Alguma cidade vai bem neste critério? Em resumo, o que eu quero dizer é que há indicadores e indicadores e não sei se é tão relevante eu me preocupar com o que um burocrata da ONU achou ou deixou de achar sobre Tuiutu do Norte quanto com a liberdade econômica, cujo impacto sobre o crescimento econômico e sobre a redução da pobreza já acumula alguns muitos artigos (claro, há controvérsias, pois falamos d ciência, não de fé ou política).

Menos, ONU, menos…

p.s. eis algo mais útil sobre os interesses e os incentivos em acordos globais como os que fazem o ganha-pão dos funcionários da ONU.