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Ngram, Google Trends, Japão, Adam Smith, Deus, etc

Um artigo jornalístico simples e interessante sobre Japão. O mais legal é conhecer o Ngram. Eis alguns exemplos de busca (clique na imagem para ampliar).

Milton Friedman vs John Maynard Keynes

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Adam Smith vs John Stuart Mill

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God vs Devil (no qual percebemos que o bem vence o mal, mas a coisa anda feia para o primeiro)

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Para mais detalhes, veja o Ngram aqui.

 

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Liberdade de imprensa…

Lembra deste texto? O que mudou desde então, nos itens dos últimos parágrafos, aqueles que falam do Google? Primeiro, a maneira como eles divulgam o relatório mudou. Em segundo lugar, nosso governo continua muito ocupado reclamando do conteúdo publicado sobre ele mesmo ao invés de cuidando da inflação, crimes, etc.

Arrisco quase a dizer que há uma tendência – extremamente preocupante – crescente nos dados, a despeito do pico no final de 2012. Será? Bem, há várias organizações que se dizem “liberais” (ou “libertárias”) no Brasil. Eles devem ter gente qualificada para uma análise mais fundamentada dos dados. Fica a dica.

censura_governoUPDATE: A tendência não é clara, mas eis os dados anuais para o Brasil:

liberdadedeimprensa2

Em termos mundiais, as médias do país estão mais ou menos assim:

liberdadedeimprensa1

Repare que “court_orders” e “exec_police_etc” são os itens considerados pelo Google ao fazer os gráficos que apresentam em no link da imagem inicial deste post. Infelizmente, eles só têm dados semestrais, o que limita bastante o escopo da análise.

De qualquer forma, vale a pena trabalhar mais nestes dados, não?

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Por que a tecnologia nos surpreende? (e um pouco de reflexões soltas)

Eu penso que é porque somos bombardeados com opiniões pessimistas, inocentes e imbecis (não necessariamente separadas) todos os dias sobre o “fim do império americano”, “a inflação cultural que brasileiro gosta” e outras asneiras.

Então surgiu o Freakonomics e, mesmo assim, muita gente continuou achando que a Economia não era uma ciência, que havia muita matemática (quem não gosta de tabuada costuma adorar este argumento), que não dava conta do “social”, etc.

Aí veio o Superfreakonomics e eu pensei: agora vai! Nada. Novas idéias nem sempre são bem-vindas porque há interesses bem estabelecidos que não querem mudança, aprender novas rotinas, etc.

Mas eu falava de tecnologia em geral. Bom, o xisto chegou e acabou com os profetas do fim do império americano. Agora, chegou a Google com seus balões e barateou a tecnologia da internet. Bacana, né?

Aí eu me pergunto: há limites para a criatividade humana? Resposta óbvia: não.

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O modelo Google

O Garganta de Fogo me sugeriu isto. Não sei bem o que dizer a respeito. Parece-me que o que é dito é basicamente algo como “faça data mining primeiro, crie hipóteses depois”. Se for, parece-se muito com o que já fizeram alguns econometristas (quem não se lembra do “eu rodei xxx-lhões de regressões” de alguém… – esqueci o nome (!) – muito famoso no meio?).

Sempre que vejo modelos como este, do Google, eu me lembro da famosa methodenstreit entre alemães e outros economistas europeus ou, num formato mais atual, a discussão da a-teorização supostamente implícita nos VARs em contraposição aos modelos estruturais de equações simultâneas.

Numa boa? Acho que é tudo a mesma coisa. ^_^