Uncategorized

A destruição keynesiana de pirâmides levou à construção…de pirâmides

É mais ou menos o que eu concluo disto. Diferentemente daquela metáfora bizarra dos keynesianos que só estudaram a curva IS (e nunca leram sobre a LM ou o lado da oferta), a história aqui é microfundamentada: um bem público sendo depredado gerou a necessidade de se construir uma réplica.

Irônico, né? Vou começar a falar agora da falácia da tumba egípcia quebrada…