Capitalismo de Compadres: não parece compatível com o individualismo ou o liberalismo

The Economist, sempre ela, tem jornalistas inteligentes que vão além da simples notificação dos fatos, ou mesmo da emissão de suas opiniões: eles trabalham para testar suas convicções.

Então, vejam só, agora fizeram um índice de capitalismo de compadrio (crony capitalism index). Confesso que ainda estou surpreso com o resultado, mas a metodologia do índice poderia ser diferente, não é? Não sei se esta história das “grandes fortunas” é uma medida que me convence. Mas, sim, achei super interessante a idéia. Gostaria de tê-la tido antes.

Também gostaria de ter tido recursos para medi-la mas os supostamente ricos think tanks libertários brasileiros ou não gostam de Estatística, ou não têm recursos, ou não os aplicam em construções de indicadores. Tem gente que fala de IBASE, com aquelas teorias da conspiração (“li no jornal que X jantou com Y, é golpe da direita”…embora “li que acharam fulano com dólares na cueca e tem até foto….é golpe da direita) engraçadas que vendem livros (de ficção) e roteiros de filmes. Mas o fato é que os libertários brasileiros ou estão embolsando todo este dinheiro ou são péssimos para usar os mecanismos de mercado. Ou então não há tanto dinheiro assim. Ou, claro, uma combinação convexa destas hipóteses.

Mas o pessoal da The Economist deu um belo passo na discussão sobre rent-seeking no mundo.

Vocês já sabem, né? Eu gostaria de ver algumas correlações. Entretanto, só temos um ano para esta série. Como tirar conclusões mais detalhadas assim? Simples: não dá.

Tem muita gente falando de rent-seeking por aí, na imprensa. Há o livro do Lazzarini – que preciso comprar e/ou ganhar de presente – e há um papo aí que finalmente chegou aos bons restaurantes paulistas, sobre este tema.

Como sempre, lembro que esta questão foi tratada pela minha primeira publicação científica (e também pelo meu primeiro artigo escrito com alguém que eu não conhecia) lá nos idos dos anos 2000.

Meu co-autor, um destacado economista do IPEA hoje em dia, é um sujeito cujo blog você deveria acompanhar. Ele anda mais quieto no mundo que chamamos de “blogosfera”, mas é sempre alguém com quem vale a pena conversar – inclusive sobre Economia.

Mas eu olho para estes dados, para esta tabela, e a vontade de fazer alguma coisa com ela é grande. É tão fácil fazer correlações hoje em dia. Vou te dizer, já que a The Economist fez uma correlação com esta medida de qualidade institucional, vou olhar para uma outra medida de instituição informal.

cronismo

 

Olha aí o índice de cultura usado pela Claudia Williamson em um de seus trabalhos (pesquise em sua página…nós usamos a mesma variável aqui) e o ranking de cronismo. Em resumo, o índice de cultura mostra valores pró-mercado (caso você seja contra o “individualismo”, pode começar a chorar…). Achei interessante a correlação, apesar dos poucos dados desta amostra. Com todas as limitações (e eu não vou reclamar do tamanho da amostra porque eu não construí uma amostra maior…se você quiser, be my guest), a correlação parece fazer sentido com as teorias econômicas que abordam o papel das instituições: sociedades com valores mais liberais também são as que estão nos últimos lugares no ranking de cronismo.

Será que esta correlação é robusta a outras variáveis? Bom, aí tem que trabalhar mais e e eu nem almocei (a Lorena e a Charline, minhas orientandas, fazem monografias em temas correlatos, então, um dia destes, eu volto com novidades sobre o tema, ok?). Então é isto. Até mais.

Competição e postos de gasolina

Marcelo Soares, lá no livro de caras, mandou-me (e a muitos outros) este interessante link para um artigo científico sobre postos de gasolina e competição.

Vamos ver o resumo?

Usa-se um tradicional modelo empírico de entrada para investigar o grau de competição em mercados locais de postos de gasolina no Brasil. Mostra-se como o número de firmas nos mercados varia com mudanças na demanda e na competição com dados para 2.590 municípios considerados mercados isolados. Os resultados mostram alteração na conduta competitiva com o aumento no número de postos, sobretudo até a entrada do quinto posto. O modelo utilizado não requer dados de preços e, a partir de características dos mercados, tais como população e número de firmas, pode indicar se há um padrão geral de conduta anticompetitiva no varejo de combustíveis em pequenos municípios brasileiros.

Com uma base de dados desta, o mínimo que se pode fazer, caso você goste do tema, é ler o artigo, não é? Eu não conheço este modelo teórico que eles usam, mas se é possível tirar conclusões interessantes, mesmo que não se tenha a variável preço, eu fico intrigado. Bom, só lendo para ver do que se trata.

p.s. Mudando completamente de tema, eu não conheço muito sobre estas árvores de decisão e análise de regressão, mas o tema é bem comum na comunidade que usa R.

Quem mexeu na minha tangerina?

Laranjas Mandarim (ou, alternativamente, tangerinas…) e kotatsu (este, na figura ao lado) têm uma relação histórica, de cartão postal e desenhos animados na sociedade japonesa.

Ah sim, o “kotatsu” é o desconhecido. Trata-se do aquecedor usado no Japão para o aquecimento durante o inverno (obviamente). Existe a versão moderna, que faz uso de energia elétrica e, bem, a Wikipedia em língua inglesa é muito boa na descrição do mesmo.

O fato é que famílias japonesas, outrora com mais filhos (dois ou três) tinham um momento de reunião nas refeições no kotatsu. “Tinham” porque estamos falando do Japão pré-videogames. Quem não se lembra do clássico Ohayou de Ozu, no qual os filhos entram em uma verdadeira guerra com os pais para que se compre uma televisão?

A diversão era assistir TV em família com os pés esquentados pelo kotatsu. Bom, associado ao momento de lazer existia o consumo das tangerinas (em um dos últimos Kouhaku Utagassen, num poutporri de músicas de antigos desenhos, os apresentadores simulavam estar em uma sala de estar, com o Kotatsu e aquela pilha de tangerinas).

Pois é. Mas a economia não pára e não estamos mais nos anos 60. A tecnologia mudou, a família japonesa diminuiu e envelheceu e o BigMac é um alimento popular por lá (alimento? Bem, é gostoso…) e alguém resolveu analisar o consumo de tangerinas no Japão e descobriu que o mesmo caiu. O autor da matéria lança a hipótese – algo ousada – de que este declínio teria a ver com o tempo menor gasto com a família no Japão (recentemente li um artigo de 1996 no qual os japoneses se mostravam bem mais preocupados com laços entre amigos do que entre familiares…e a evidência anedotal parece confirmar isto). Em suas palavras:

Come to think of it, the mikan’s prominence was at its zenith when there was a kotatsu in practically every Japanese home, and families sat around it while watching television, before it had a remote control. If the mikan’s decline is tied to less time spent together for families and friends, then that’s rather sad.

Going back to how different fruits have their own distinct image, one could say that the mikan is something people eat facing one another, while the banana is for eating alone. The latter also makes for a convenient meal substitute for people on the go.

Não sei se a história da banana me convence, mas a hipótese do autor tem algo além da simples melancolia pelo fim de uma era de relações familiares mais fortes. Trata-se da hipótese de que, de alguma forma, a demanda de tangerinas (um bem não-durável) tem a ver com a demanda de kotatsu (um bem durável). Esta é uma hipótese interessante, mas muito heróica. Repare que é uma definição de complementaridade econômica que não é derivada diretamente do preço dos bens (“um aumento do preço da tangerina leva a uma queda na demanda de kotatsus”), mas sim das preferências (“famílias japonesas curtem consumir kotatsus e tangerinas em conjunto). Hipóteses sobre preferências são mais difíceis de se testar. Aliás, usualmente usamos as demandas, observáveis que são, já que preferências somente se revelam pelas demandas.

A queda da natalidade teria enfraquecido os laços familiares? Talvez. Isto significa que a demanda de tangerinas deveria cair? Não necessariamente. O autor parece esposar uma espécie de teoria de demanda distinta (lembrei-me daquele texto do Gary Becker sobre demanda de restaurantes), na qual as famílias só consomem tangerinas quando estão em conjunto (não haveria tanto prazer assim em consumi-las sozinho(a)).

Embora eu não compre a tese do autor, fiquei curioso acerca da queda na demanda das tangerinas ao longo do tempo. Aliás, isto me lembra uma daquelas belas músicas teatrais (literalmente) japonesas cantadas pelo gigante Haruo Minami.

Emoções, muitas emoções…e o capital humano

emocoes

 

Eu sei que vocês leram este post. Só de curiosidade, eu pensei: a gente fala tanto de capital humano e crescimento econômico, instituições…e nem sempre temos a oportunidade de rir com isto (leia o post para pegar o gancho da piada). Então, aí vai uma correlação com o nível de capital humano dos países e o tal indicador de “emoção” citado pelo Tyler Cowen. Não invoco nenhum caráter científico nesta correlação, mas suspeito que a velha verdade prevaleça: capital humano gera riqueza e riqueza gera bem-estar, alargamento das opções (maior e mais diversificado conjunto orçamentário) e, portanto…emoções, sorrisos e, creio, felicidade.

Então, é verdade, dinheiro traz felicidade. Mas se eu consigo ver isto só com esta correlação? Claro que não. Mas não custa brincar um pouco. Afinal, hoje é domingo.

Então você me disse que sabia o que era marketing e pesquisa operacional, né?

Ora, ora, ora…então você resolve o problema de um sujeito simples, o dono da banca de jornais da esquina? Deveria. Afinal, não é só calcular as elasticidades?

O problema da banca de jornal é algo que um bom administrador – com um pouco de matemática e estatística – é capaz de resolver. Bem, é o que eu esperaria dele.

Jay-Z: o traficante que deu certo ou que deu errado?

Não conheço nada de hip-hop e afins, mas este artigo me fez pensar se o empreendedorismo do Jay-Z se desenvolveu a despeito de seu passado como traficante ou por causa dele. O que vocês acham?

No mínimo, é um destes cases que a patota deveria estudar em Administração (se é que já não o fazem). Muitas questões interessantes de microeconomia surgem da leitura deste texto. A diversificação dos negócios, o plano de negócios…

E tem gente que ainda pede “lei do governo” para fazer um show. É muita falta de criatividade o que, convenhamos, no mundo das artes, é um atestado de incompetência…

Quanto mais compra e venda de chifres de rinocerontes, menor a probabilidade de extinção!

A Ciência Econômica – aquela que é acusada pelos heterodoxos de ser “do hemisfério norte” – ensina-nos que baleias podem ser salvas se o mercado para as mesmas existir. Basicamente, o estabelecimento de direitos de propriedade privados sobre as baleias (privatizá-las) faz com que as baleias sejam parte do processo de maximização de lucro (Adam Smith!).

A sacada genial é que se baleias dão lucro, não vou querer matá-las, e sim conservá-las, suavizando no tempo meu uso das mesmas, buscando não ficar sem baleias para a venda e nem com excesso de baleias em estoque. Ironicamente, é exatamente o que os heterodoxos da rama exótica dizem defender ao fazerem uma leitura histórica de “queima do café” nos anos 30. Lá, dizem eles, é bom queimar café. Aqui, dizem eles, é um absurdo privatizar baleias porque lucro é coisa do demônio imperialista.

Deixando de lado o discurso retórico ruim, e analisando a realidade sob a ótica da – imperfeita, etc – Ciência Econômica, a conclusão é que podemos ajudar a preservar espécies considerando os interesses humanos na análise.

“Este é um bom papo para economistas”, você poderia pensar, mas não passa disto. Bom, não é assim que os outros cientistas pensam. Principalmente se é para salvar os rinocerontes.

p.s. A dica do link é do Ari F. de Araujo Jr.

Ética weberiana não, capital humano

North, o Nobel, já citou um interessante artigo que busca endogeneizar as religiões (como resultado de dotações agrícolas). Eis um tema pouco explorado e que ainda desperta discussões apaixonadas – mas que perdem o foco por conta das fortes emoções de religiosos e afins. Por sua vez, Ekelund, em diversas ocasiões (pelo menos uns três livros) já mostrou problemas sérios na interpretação de que Weber = pró-capitalismo e Igreja Católica = anti-capitalismo.

Eis o tamanho do problema. Em meio a isto tudo, mais um trabalho para jogar lenha na fogueira.

Sabe aquela aula de Economia, lá no início do curso?

Claro que você se lembra. Havia um capítulo bacana sobre a diferença entre a incidência legal e a incidência efetiva de um imposto. Não importa o que a lei diga, o fato é que o mercado é, em última instância, com toda sua complexidade, quem determinará a carga efetiva do imposto.

O exemplo tradicional é aquele em que uma curva de demanda é bastante inelástica, em todos os seus pontos, relativamente à curva de oferta de um bem. Neste caso, o imposto recai mais fortemente sobre o ________(preencha o espaço).

Pois é. Na prática, como é isto? Eis um estudo recente para os EUA, dica do Café Hayek.

A indústria do entretenimento precisa de SOPA? Ou vai bem?

Segundo este resumo, exagera-se o efeito da pirataria.

p.s. pode apostar, leitor. Após a leitura, um monte de gente que acha a Reason muito “dadireitaestadunidense” vai correr para divulgar a notícia e, quiçá, incluir o link da ótima revista nos seus “favoritos”.

Dois curtos textos bem didáticos

O Bank of Japan (BOJ, a autoridade monetária deles) tem dois pequenos textos bem didáticos sobre a mensuração do produto potencial e também sobre os efeitos do terremoto/tsunami no Japão.

Não é tão difícil um aluno de graduação fazer coisa similar, né?

Mercados unem, guerras…não

Durante a IIa Guerra Mundial, os japoneses tentaram obter recursos com base na versão estendida da Teoria da Dependência: se és dependente, deixe de sê-lo, nem que seja na base da porrada.

Agora, veja só, chineses e coreanos estão felicíssimos de vender para o Japão e, claro, o Japão está achando ótimo que o país possa ser reconstruído. O melhor de tudo é que não há guerra e, quem sabe, não vão fazer o contrário do modelo bolivariano-atrás-do-armário (vulgo “brasileiro”) e não cortam uns impostos?

O fim dos “heterodoxos da Nova Era”

O trecho abaixo me faz pensar em ler o livro citado por Caplan (mas não posso gastar mais com livros…tenho que ler o meu estoque atual):

The authors go on to ridicule irrelevant brain scan rhetoric, myths about subliminal persuasion, and claims that you can improve your general mental ability withspecific mental exercises.  Instead, they argue that recent experimental psych confirms the century-long literature on Transfer of Learning.  Contrary to popular belief and desperate teachers of irrelevant subjects, learning is highly specific.  The way to get good at X is to extensively practice doing X.

A correlação entre pterodoxia e estes “pensadores” heterodoxos da New Age com suas exóticas (e, agora, comprovadamente estúpidas) teorias sobre como alguém pode ser mais inteligente com pouco esforço sempre foi alta. Dado o debate econômico atual, este livro deveria ser traduzido e forçado goela abaixo de muitos supostos economistas…

A crise e os cursos de economia

John Taylor acha que chegou a hora de abandonarmos a divisão entre macro e micro – tradição criada por Paul Samuelson – para uma visão mais integrada.

Difícil discordar dele, no nível de graduação, onde, honestamente, as coisas não são tão difíceis. Entretanto, é uma tarefa espinhosa pois exige não apenas uma mudança na grade curricular de um curso em alguns casos, mas também que se reveja aulas em ambos os cursos (macro e micro). Difícil, mas não menos interessante.

Economia, preços de alimentos, obesidade…

Art Carden tem um artigo sobre capitalismo aqui e um mais científico – e interessante – que cito a seguir.

The Skinny on Big Box Retailing: Wal-Mart, Warehouse Clubs, and Obesity

Charles Courtemanche
University of North Carolina at Greensboro

Art Carden
Rhodes College

Abstract:
We estimate the impacts of county-level Walmart Discount Store, Walmart Supercenter, and warehouse club presence on individual body weight, obesity status, food consumption, and exercise. Contrary to the conventional wisdom that cheap food causes weight gain, we find no evidence that any of these stores increase weight or lead to less healthy eating habits. Warehouse club entry is actually associated with reductions in weight, obesity, junk food intake, and eating at restaurants as well as increases in fruit and vegetable consumption. These results suggest that bulk buying is a more important determinant of body weight than food prices, at least in this context. Buying groceries in bulk may lead to healthier eating by allowing individuals to counteract self-control problems by constraining future choices.

Para os alunos de microeconomia:

Conventional wisdom suggests that Walmarts and warehouse clubs sell cheap food, so their entry
should cause people to eat more and gain weight. However, a more careful analysis reveals that
these stores could potentially impact weight through a number of mechanisms – including
substitution effects, income effects, bulk buying effects, and effects on exercise – and that the
direction of the net effect is unclear a priori.
Consider an individual with a fixed food budget who divides this budget between unhealthy
grocery food (such as processed snacks), healthy grocery food (such as fresh fruits and
vegetables), and restaurant food. Assume that Discount Stores, Supercenters, and warehouse
clubs all sell unhealthy food, while Supercenters and warehouse clubs also sell healthy food and
none of the stores sell restaurant food. Assume further that the foods sold at these stores are
cheaper than the same foods at conventional grocery stores.
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If the individual’s preferences are separable, then the conventional wisdom holds. The entry of a
nearby Walmart Discount Store would increase unhealthy food consumption while leaving
healthy food consumption and restaurant eating unchanged. The overall effect would be higher
caloric intake and weight gain. Supercenters and warehouse clubs would increase consumption
of both unhealthy and healthy foods while leaving restaurant eating unchanged, again leading to
higher caloric intake and weight gain.
However, in reality the three types of food are likely substitutes, in which case the net effects of
the discount retailers are more complex.

Conventional wisdom suggests that Walmarts and warehouse clubs sell cheap food, so their entry should cause people to eat more and gain weight. However, a more careful analysis reveals that these stores could potentially impact weight through a number of mechanisms – including substitution effects, income effects, bulk buying effects, and effects on exercise – and that the direction of the net effect is unclear a priori.

Consider an individual with a fixed food budget who divides this budget between unhealthy grocery food (such as processed snacks), healthy grocery food (such as fresh fruits and vegetables), and restaurant food. Assume that Discount Stores, Supercenters, and warehouse clubs all sell unhealthy food, while Supercenters and warehouse clubs also sell healthy food and none of the stores sell restaurant food. Assume further that the foods sold at these stores are cheaper than the same foods at conventional grocery stores.

If the individual’s preferences are separable, then the conventional wisdom holds. The entry of a nearby Walmart Discount Store would increase unhealthy food consumption while leaving healthy food consumption and restaurant eating unchanged. The overall effect would be higher caloric intake and weight gain. Supercenters and warehouse clubs would increase consumption of both unhealthy and healthy foods while leaving restaurant eating unchanged, again leading to higher caloric intake and weight gain.

However, in reality the three types of food are likely substitutes, in which case the net effects of the discount retailers are more complex.

Preferências separáveis? Efeitos-renda? Substitutos? Bem, acho que um bom aluno poderá fazer as conexões necessárias com alguns exercícios rapidamente…

Novo livro

Eis minha rápida compra deste mês: Troglodita é você. Falou em psicologia evolutiva ou biologia evolutiva – coisas sérias muito pouco estudadas por economistas brasileiros auto-denominados “pluralistas” – eu compro e leio.