Uncategorized

Seu padrão de “cliques” na internet é racional, consumidor?

É. Duvida? Dá uma olhada nisto. Olha o resumo:

We study users’ responses to sponsored-search advertising using consumer-level data from Microsoft Live. We document that users click ads in a nonsequential order and that the click through rates depend on the identity of competing ads. We estimate a dynamic model of utility-maximizing users that rationalizes these two facts and find that 51 percent more clicks would occur if ads faced no competition. We demonstrate that optimal matching of advertisements to positions raises welfare by 27 percent, and that individual-level targeting raises welfare by 69 percent. Revealing the quality of the advertiser prior to clicking on a sponsored link raises welfare by 1.6 percent. (JEL D12, L86, M37) [Jeziorski, Przemyslaw, and Ilya Segal. 2015. “What Makes Them Click: Empirical Analysis of Consumer Demand for Search Advertising.” American Economic Journal: Microeconomics, 7(3): 24-53.]

Muito bom para jogar na cara de quem duvida da racionalidade do consumidor, né?

Uncategorized

Tempestade de Teoria do Consumidor: sanduíches e bebidas alcóolicas…e tudo precisando de elasticidades!

Sim, mais barato! Corra lá e peça já o seu! Caso o custo da passagem seja um “sunk costs”, ok. Mas, caso contrário…

O pessoal da faculdade já pode comemorar! Desconto no Subway! Espere, calma….não é na loja ao lado da faculdade. É lá no Japão e, embora alguns alunos megalomaníacos acreditem que Harvard tem uma sala Ibmec, não estamos tão bem assim (aliás, graças ao trio Tombini-Augustin-Mantega, acabamos de ser rebaixados e um líder do partido do governo, que não previu problemas com corrupção em seu partido, acusou as agências de risco de não terem previsto a crise de 2008 e…bom…não preciso continuar, não é?).

Mas veja a promoção.

With just days left until Japan’s consumption tax jumps from five to eight percent, we’ve resigned ourselves to having to suddenly pay a little bit more for, well, just about everything. So it’s nice to know that this week brings one last hurrah for budget-based pricing, as for two days Subway is cutting us all a break by knocking the price of two of their most popular sandwiches down to almost half of what they ordinarily go for.
The internationally-loved sandwich chain has decreed that this year March 27 and 28 shall be known as Subway Days. Actually, Subway runs a similar promotion every year in Japan, but seeing how 2014 marks its 22nd year in Japan, it’s discounting two of its menu items by 220 yen to just 290 yen each.

 

A estratégia de criar um dia do Subway é tal e qual a do vendedor de auto-proclamados hambúrgueres (quer comer um de verdade? Vá ao Carl’s Jr…). Só não tem a campanha filantrópica. Ah, e a promoção é restrita a apenas cinco sanduíches por pessoa por visita. É, você entendeu corretamente: só dá para comer cinco sanduíches. Quem estiver de dieta, claro, não terá muitos problemas com isto.

Um ponto: repare que os consumidores japoneses já sabem, há meses, do aumento do imposto (para ser mais correto: muitos meses…). Um sanduíche destes pode ser conservado por pouco tempo na geladeira e, portanto, não creio que a proximidade do dia do imposto seja algo assim tão importante para os consumidores de sanduíches.

Aliás, já que falamos de aumento de impostos…

A revised excise tax for alcoholic drinks in Lithuania is set to begin on April 1, 2014, increasing taxes on wine by 14 percent, beer by 10 percent and spirits by 1 percent. This is good news for the spirits industry, as taxes on spirits will be raised the least, therefore making spirits more affordable to consumers. However, the flow of illicitly traded alcoholic drinks may increase in the country due to the new taxes, which are set to be revised and most likely increased again in 2015. – See more at: http://blog.euromonitor.com/2014/03/industry-impact-lithuani.html#sthash.LIixybc7.dpuf

Os incentivos, agora, são para os lituanos fazeremo o que, exatamente? Bom, a autora acha que a notícia é boa para o pessoal do Jim Beam/Jack Daniel’s (eu e o Ari estamos nesta, creio), mas, na verdade, deveríamos olhar a elasticidade-substituição entre estes bens, não? Não sei qual é o efeito-preço cruzado entre estes dois bens e, portanto, não tenho claramente uma noção de quanto aumenta na demanda do whiskey quando aumenta o preço do vinho. Aliás, pensando no Ari, ele teria problemas aqui. Já eu, que não sou fã de vinhos…

Uncategorized

Mini-carros

Não, não são carros da Lego. São aqueles mini-carros (nome inglês) , chamados de K-cars no Japão. Aí vai o trecho:

A Honda representative told Asahi that since 64 percent of K-car drivers are women, this option was incorporated specifically to attract them. A good portion of K-cars are bought as second cars, for shopping and shlepping the kids around. In the past, these women bought compact cars, but they’re switching over to Ks.

Nissan and Daihatsu have upped the ante by also offering windshields that cut ultraviolet rays, something else women demand. In addition, K-cars now have much roomier interiors than in the past and larger cargo areas. In truth, there isn’t much difference, performance-wise, between a K and a standard compact.

Which is why the U.S. is even angrier than before, because that makes the so-called trade barrier even higher to scale. Due to regulations and consumer sentiment, K cars aren’t marketable in America, and the Big 3 automakers aren’t going to manufacture them only for one market, but that could be changing. India seems ravenous for K-cars and Suzuki is quickly setting up factories and joint ventures on the sub-continent.

Vale dizer, os carrinhos são úteis para a família e a demanda é mais ou menos bem conhecida; 64% são mulheres, logo, a diferenciação do produto é voltada para este público.

Agora, engraçado mesmo é a existência de barreiras (provavelmente por conta do lobby das montadoras daquele país) para a importação destes simpáticos automóveis.

Uncategorized

Oferta e demanda para dummies

Produção de petróleo é maior que demanda, diz Opep

É aquela história. Se o significado é “a quantidade ofertada é maior que a quantidade demandada”, então as pressões sobre o preço são para que o mesmo aumente. Agora, se falamos que a curva de oferta se deslocou para a direita, a nova quantidade demandada (que é igual à ofertada) é, de fato, maior do que a quantidade de equilíbrio anterior (a antiga igualdade entre quantidades demandada e ofertada).

A OPEC (em português, OPEP) é um cartel (é?). Você espera que eles digam que há pressões para que o preço do produto que vendem caia?Mas nem…