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Onde estão nossos locutores com Cuba?

Nem o cronista gaúcho, nem os jornalistas que defendem a esquerda como algo puro e sublime comentaram esta notícia.

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Onde está a blogosfera “de responsabilidade social” nestas horas?

As minorias cuidam de seus privilégios conseguidos junto ao governo (com ou sem zumbi escravocrata…) e se esquecem do que prometeram: lutar pela livre expressão. O motivo? Simples: o doador é amigo do ditador. Por isto os comentários imbecis de gente que reclama de minha definição de “movimentos sociais” são apagados antes de chegarem ao blog: os sujeitos não conseguem nem um mínimo de coerência.

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Por que o bloqueio norte-americano a Cuba é inútil?

Exceto pelos eleitores de Miami, sim, o bloqueio não tem impacto sobre a ditadura cubana. Isto ocorre porque o governo cubano sempre consegue outros parceiros comerciais. As últimas notícias, por exemplo, mostram que o governo russo pretende continuar suas transações com o ditador cubano e sua oligarquia. As perspectivas não envolvem esmolas, como na era soviética, e sim recursos reais.

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Democracia do Fóro de São Paulo, Chávez e 10 perguntas

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou no sábado, 8, que pode colocar tanques nas ruas do Estado de Carabobo se a oposição vencer as eleições regionais que acontecem no dia 23 de novembro.

Pergunte ao seu professor:

1. O que Obama pensa sobre isto?

2. Por que os militantes dos partidos socialistas dizem que Chávez não é uma ameaça à democracia?

3. Por que os jornalistas de tendências não-liberais insistem em elogiar o presidente da Venezuela?

4. Como você, leitor, compatibiliza sua admiração pelo socialismo com a prática do mesmo?

5. Qual a importância de uma declaração como esta no contexto latino-americano atual?

6. O que é o Fóro de São Paulo, qual a participação brasileira no mesmo, e qual a relação com presidentes como Chávez, Morales e Correia?

7. Como o Itamaraty tem reagido a declarações como esta? Você acha que nosso corpo diplomático e nosso serviço de inteligência, a ABIN, preocupam-se com o surgimento de ditaduras próximas às fronteiras brasileiras?

8. Usar uma camisa com o rosto de Che Guevara, falar de liberdade e direitos civis e apoiar governos e projetos como os de Chávez são atividades logicamente compatíveis? Qual o papel da doutrinação ideológica nisto?

9. Você já ouviu falar no Khmer Vermelho e em como implantaram o sonho socialista?

10. Norberto Bobbio, muito divulgado pela esquerda nos anos 80, obviamente interessada em se mostrar menos hard e mais light, hoje nem é lembrado pela mesma esquerda. Foi trocado por Gramsci. Analise esta troca no contexto das declarações recentes do presidente bolivariano.

Dicas:

1. O texto citado neste post.

2. FARC.

3. Nativismo latino-americano como instrumento de manobra das massas.

4. Os perigos da petrocracia.

5. A inflação como fator polarizador do discurso bolivariano.

6. Existe liberalismo na América Latina?

7. O socialismo bolivariano na agricultura venezuelana.

8. Controle dos meios de comunicação na Venezuela.

9. Grupos de extermínio bolivarianos e a oposição: assassinato ou crime político?

10. O surgimento de um estranho país: Cuba-Venezuela.

11. Imperialismo bolivariano na América Latina.

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Mais cubanos contradizem a esquerda brasileira

Deve ser uma conspiração “estadunidense”, não? O que mais explicaria a fuga de mais dois atletas cubanos? A falta de liberdade? A ditadura socialista? Claro que não, segundo alguns famosos “formadores” de opinião que infestam o febeapá colunístico brasileiro.

p.s. ok, são só rumores. Mas não custa algum ministro brasileiro autorizar que aviões venezuelanos contem uma outra “versão” da história…

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Cuba continua a mesma

O que você espera de um país no qual o tirano coloca o irmão no poder e se diz um democrata? Pior mesmo é ter o apoio de gente que nunca conheceu os horrores dos cárceres socialistas. Acorda aí, gente boa, o muro de Berlin já caiu há mais de 10 anos.

Lamentável que o governo socialista-bolivariano de Castro continue seu reinado desta forma. Nossos políticos, contudo, estão ocupados demais com ONG’s de esquerda que desviam dinheiro (e não é para a Albânia) para fazerem um mísero protesto.

O mais engraçado é dizerem que “as elites” do Brasil são “neoliberais”. Só sob o efeito de muito haxixe alguém pode concordar com isto e, claro, só sob o efeito de muito mais haxixe alguém diz isto…

Voltamos à programação normal.

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Os Safadinhos

Chávez diz que é preciso evitar uma guerra na América Latina

Além disso, venezuelano pede um processo que permita a transformação das Farc em um partido político

Equador diz que capturou cinco guerrilheiros colombianos

Agora que sabemos que a Interpol já havia avisado o governo bolivariano do Equador sobre as FARC muito antes de qualquer invasão colombiana em busca de animais terroristas e agora que sabemos, também, que os computadores apreendidos revelam relações dignas de uma Operação Condor da esquerda latino-americana (os nossos neo-cons), até Fidel Castro, aquele ditadorzinho besta, deve estar falando em paz e amor.

O discurso mudou, mas os governantes, claro, continuam com as mesmíssimas intenções.

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Dica sobre Fidel

Fidel e Cuba, em poucas palavras.

Discuta com os botões de sua camisa:

  • Se Fidel fala bem de Chávez, bolivarianismo é compatível com socialismo?
  • Pinochet e Fidel: qual é, realmente, a diferença?
  • Por que todo simpatizante de Cuba, no Brasil, insiste em morar no Brasil e todo amante da própria liberdade, em Cuba, acaba num bote para Miami?

A diversão, contudo, continua, com os desdobramentos do circo bolivariano em torno do castigo dado ao terrorista da FARC.

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Paridade do poder de compra

Outro dia eu fiz uma comparação entre Cuba e o Brasil e o Adolfo ficou bravo: “- Mas Shikida, que números são estes?”

Foi aí que ele resolveu fazer esta crítica ao conceito da paridade do poder de compra. Eu concordo com ele: devemos olhar os números com cautela. Por outro lado, dados da ditadura cubana (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?) são difíceis de serem encontrados. Ainda mais os que ilustram aspectos econômicos (ou seja, de bem-estar) da ilhota. Assim, para falar um pouco da mediocridade econômica bolivariana (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?), tive de usar os dados da Penn World Tables (nem vou dizer que este blog possui uma coluna de links fixos…).

Se Adolfo for levado a sério, meu artigo mostrará, tenho quase certeza, que anos de políticas econômicas baseadas (segundo os discursos oficiais) no marxismo (e, portanto, na “teoria” do valor-trabalho) levaram o povo a uma vida notavelmente péssima. Não adianta chorar: são os fatos.

Você sabe porque cubanos exilados no Brasil não criticam o regime cubano abertamente? Eu conheci um, há muito tempo. O homem temia pelas “rações” que a família recebia em Cuba. Gente simpática ao regime cubano (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?) ajuda o (pouco investigado por nosso jornalismo investigativo) serviço secreto da família real “Castro” a denunciar todo cubano exilado que fala mal das calças do general Castro ou da política econômica de seus (desconhecidos) burocratas.

Por baixo da paridade do poder de compra, realmente, muita coisa existe. Muita coisa que nem sempre cheira bem…

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Doze cadeiras: a medida cubana para monopolização estatal

Leia isto.

Numa situação mais privilegiada, Armando Cortéz, dono de um restaurante “paladar”, em Miramar, bairro no leste de Havana, torce para que o novo governo levante as limitações a esse tipo de negócio privado. Na década passada, os paladares receberam autorização para funcionar como empresas familiares para servir refeições, desde que se limitem a não terem mais do que 12 cadeiras e não ofereçam pratos como lagosta e camarão, para que não concorram com os restaurantes do governo. Há centenas deles em Havana.

“Estamos funcionando há dez anos e progredimos bastante, mas é claro que todos nós queremos crescer”, diz. Armando relata que instalou o restaurante – hoje, muito bem cuidado – na casa que era de seu pai. Toda a família de seis pessoas e outros cinco ajudantes trabalham no local. “Eu e outros donos de paladares nos inspiramos em uma novela brasileira, Vale Tudo, na qual a personagem de Regina Duarte abria um pequeno restaurante chamado Paladar, que cresceu e se tornou muito próspero”, explica. “Também queremos prosperar.”

Eis o paraíso não-liberal, cantado em verso e prosa por diversos brasileiros. Impressionante como o governo cubano trabalha para impedir a concorrência (normal e erradamente visto como sinônimo de “liberalismo”) e manter o povo no pior dos mundos, aquele no qual os bens são artificialmente escassos e os preços, claro, elevadíssimos.

Não é por falta de aulas de Economia que esta gente faz besteira. É só estudar um pouquinho.

Talvez este pessoal que morra de vontade de obter uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU queira manifestar sua ojeriza por este tipo de coisa. Opa, não falam nada? Provavelmente gostam…

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Dica para cubanos sérios

Eis um artigo de Janos Kornai, o economista húngaro que acho mais interessante (criador do conceito: soft budget constraint) sobre as lições do socialismo para o pós-socialismo. Texto antigo, de 2004, mas muito atual. Jornalistas e/ou consultores desesperados (e algo preguiçosos) podem beber da fonte. Se quiserem mostrar bom caráter, citem a mesma.

p. s. Bloqueio econômico? Que bloqueio?

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Comunismo Cubano para “dummies” (ou seja…você-sabe-quem)

Excelente resumo sobre as falácias que os admiradores de ditadores (só de esquerda) usam (e abusam), com o beneplácito apoio das grandes centrais de jornalismo deztepaíz.

Eis aí um bem público. Use para educar seu amigo ingênuo que ainda acha que ditador bom é o de esquerda. Ou que Cuba é um paraíso. Certamente não funciona com os defensores fanáticos das “grandes causas”, mas mostra o grau de simplismo de seus argumentos.