Por que você precisa aprender os conceitos de média, mediana e moda (mais uma vez)?

mediana

A figura acima é do relatório FOCUS de hoje. Outro dia eu falava da importância de se aprender os conceitos de mediana e da média (esquecendo-me, lamentavelmente, da mais fashion das medidas, a moda) neste blog.

Bem, hoje você tem mais um exemplo sobre a importância de se aprender os conceitos citados. Afinal, você tem que explicar o que ocorre com as expectativas de inflação para alguém, não é? Sempre há alguém que pergunta isto ao amigo que estuda Economia.

Olha, se você aprendeu o conceito depois de tanto repetir aqueles exercícios chatos de número de bolas verdes e vermelhas na urna, então não terá dificuldades em dizer que, por exemplo, em relação ao IPCA 2017, de abril a julho deste ano:

a) A mediana das expectativas deslocou-se para valores menores da inflação, com aumento da dispersão;
b) A mediana das expectativas deslocou-se para valores maiores da inflação, com aumento da dispersão;
c) A mediana das expectativas deslocou-se para valores menores da inflação, com queda da dispersão;
d) A mediana das expectativas deslocou-se para valores maiores da inflação, com queda da dispersão.

Qual é a alternativa correta?

Após escolher a alternativa correta, repare, não se deve cair no erro de se dizer que o causou a ______ (sua resposta ao lado) foi uma variação na mediana. Claro que se a mediana mudou…ela mudou. Agora, a causa da mudança tem a ver com os fatores que alteram as expectativas dos agentes econômicos envolvidos na amostra utilizada pelo relatório FOCUS.

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O Banco Central que não sabe se agrada à Fazenda e à candidata ou se cumpre sua função constitucional (e uma palavra sobre o “Santandergate”)

A impressão que se tem é esta. Leia a matéria. Lá um diretor do Banco Central, Odilon, explica ao jornalista que a questão de crédito é uma questão de defasagens (uma explicação que qualquer aluno entende, quando estuda o multiplicador bancário).

Ocorre que ele prefere não falar em números muito exatos no que diz respeito à estrutura de defasagens, ou seja, sobre quanto tempo leva para o impacto ser potencializado. Por que? Porque ele e nós sabemos que esta medida é difícil de ser precisada. Muito mais difícil do que estimar o impacto da Selic sobre o PIB.

Um dia depois de atacar a liberdade de expressão, pressionando nos bastidores o Santander a pedir desculpas por cumprir seu dever com seus correntistas de informar o que os analistas do banco pensam de uma eventual reeleição da Dilma, claro que os bancos privados jogaram confetes no anúncio da medida exótica da Austoridade Monetária.

Aliás, curiosamente, o governo não é muito rigoroso para pedir desculpas quando ele próprio tem amigos que espalham boatos. Lembra da história da CEF e do Bolsa-Família em que uma ministra acusou a oposição? Pois é. Lá, naquele episódio, os governantes não se mostraram muito estadistas, e não pediram desculpas pela trapalhada cometida.

O que vem por aí? Bom, todo mundo que é sério tem avisado, na blogosfera, que o ajuste é inevitável. Enquanto isto, a direção do Banco Central vai se acomodando em uma posição perigosa. Fosse eu um criador de metáforas, diria que Tombini está mais para Júlio César do que para Dida.

Liberdade de Expressão e Relatórios do Santander: só pode ser análise técnica se for com materialismo histórico…e otimista. Ou melhor, só se for otimista. Senão, a gente manda tirar!

A rotatividade no Copom importa?

É o que encontram os autores do artigo cujo resumo se encontra reproduzido abaixo.

A política de metas de inflação tem sido implementada em vários países para atingir estabilidade de preços. No entanto, a literatura aponta que a rotatividade dos dirigentes do Banco Central interfere nas decisões sobre as metas e seus vieses. Assim, este trabalho estima o efeito da rotatividade dos diretores do Comitê de Política Monetária (COPOM) sobre a determinação da taxa de juros, utilizada como instrumento para atingir as metas de inflação no Brasil, com dados mensais de 2001 a 2008. Então, um modelo de vetores auto-regressivos estruturais (SVAR) é estimado para a economia brasileira. Além disso, a análise empírica inclui testes exogeneidade em bloco, funções impulso-resposta e decomposic¸ão da variância. Os resultados indicam significância para a variável rotatividade dos diretores no longo prazo que leva os agentes a aumentarem suas expectativas de aumento da taxa de inflacão demandando aumentosmaiores da taxa de juros da economia.Esta quebra de credibilidade da politica monetária devida ao aumento das mudancas na diretoria do COPOM leva a aumentos maiores no longo prazo da taxa de juros a serem pagas nos títulos do tesouro. Em resumo, causa um aumento no custo social da economia.

Bom, se a credibilidade do Banco Central pode sofrer variações com a rotatividade dos diretores do Copom, isso significa que não devemos trocar os diretores? Claro que não! Imagine a loucura que seria deixar um diretor incompetente lá. O ponto dos autores não é este. Eu diria, até, que a troca de um diretor incompetente por um competente deve até trazer um benefício marginal maior do que o custo marginal da rotatividade, em termos sociais.

É sempre interessante ver como os estudos acerca da política monetária ficaram muito mais interessantes com o passar dos anos.

Nepom – reunião aberta (agende-se!)

Agende-se! Parem as rotativas! Amanhã, o Nepom divulga suas previsões do que o Copom deverá fazer com a taxa Selic. Nossas previsões vêm em forma de cenários. Temos um modelo e temos alunos competentes o suficiente para estimar, verificar e criticar o modelo. E temos uma boa análise de conjuntura. 

Se tivermos sorte, temos até biscoitinhos e suco na porta da sala, mas não posso garantir. ^_^

A blogosfera séria de economia dá um show de bola (e um agradecimento)

A blogosfera séria de economia (a blogosfera não-pterodoxa e não-bolivariana, portanto) realmente tem dado um show de bola nesta história da crise mundial e da taxa de juros. Procure na barra lateral pelos blogs: A outra face da moeda, Escolhas e Consequências, A mão visível, Cristiano Costa e The Duke of Hazard, por exemplo. Claro que convido a todos para o blog do NEPOM no qual, pelo menos um dos membros deste agradável grupo de alunos, o Renato, tem feito um notável esforço de compreensão da realidade econômica.

p.s. recebi uma bonita homenagem do Cristiano Gomes, um ex-aluno. Eu tenho certo orgulho destes elogios, claro, mas no caso dele, eu gostei porque ele me acompanha desde a época em que eu contava histórias na internet antes da existência dos blogs. Obrigado, Cristiano!

Análise do NEPOM

A análise do NEPOM sobre o que o Copom fará hoje está no ar… aqui. Embora em férias, Renato (sim, o mesmo da Outra Face) trabalhou muito nisto. Pedro Econometricum está tentando “ser gente” em um curso de férias no IMPA e não pôde ajudar muito. Mesmo assim, deu um empurrão no final. O resto do pessoal, bem, estão em merecidas férias.

Quando voltarem, creio, estaremos com o time completo e com possibilidades maiores de análise. Planejo alguns grupos de trabalho com temas específicos que têm surgido dos comentários no blog e em mensagens de amigos e colegas da área.

Você gostou do trabalho do pessoal do Nepom? Comentários abertos.

Os males dos grupos de estudo

Várias pessoas me perguntaram: e o NEPOM, não teve reunião este mês? Pois é, com as férias, a moçada ou ficou de prova especial ou já está de férias. Eu apostaria na manutenção da taxa, como ocorreu, mas não reestimamos o modelo. Espero que, em fevereiro, estejamos todos de volta ao debate.

Por enquanto, acompanhamos a conjuntura lentamente…

O que a BBC não captou

Esta reportagem é um apanhado de algumas hipóteses sobre o porquê da taxa de juros brasileira estar onde está. Entretanto, não vi muita novidade. Cada um tem uma teoria e há muito mais teorias por aí. O foco, portanto, deveria ser nos determinantes da taxa de juros brasileira. Aí a BBC não nos ajuda muito.

De maneira muito sutil, aparece na reportagem uma pista sobre como refazer a pergunta. Primeiro, devemos nos perguntar sobre qual o papel do mercado na determinação da taxa de juros. Segundo, claro, sobre o papel do governo. Terceiro, quanto da taxa de juros é devido a cada um. Quarto, se ao governo não interessa uma taxa de juros alta porque se endivida muito, porque segue sinalizando que aumentará, sim, gastos públicos?

Isto é o que a BBC não captou. Vale a pena pensar um pouco nesta pergunta.

A Selic não mudou

O Banco Central agora tem um problema para a próxima reunião que é bem simples: deve conseguir controlar a inflação que já bate no teto da meta. Um bom argumento é dizer que o impacto das sucessivas mudanças vai se fazer sentir em breve.

Entretanto, é preocupante como autoridades públicas fizeram um imenso esforço para influir na decisão do Copom, desta vez, mostrando que o desejo de rasgar o sistema de metas não é algo desprezível e a sociedade, certamente, deve ser cuidadosa em eleições presidenciais…

A crise certamente é um bom argumento para a decisão atual, mas a tentativa de capitalizar votos com boatos ou supostas influências sobre o Copom é de um mau gosto científico (mas de uma lógica racional impecável) imenso.

Vejamos como a inflação se comporta nos próximos meses.

NEPOM e um comentário

Duke of Hazard não entendeu. Apenas refizemos as estimativas dado o novo FOCUS. Nada de reunião nova…

Agora vamos aos comentários. O Homo Econometricum, aqui.

Press Release:

Press Release

Nesta segunda-feira foi divulgado o último Relatório FOCUS, do Banco Central. Como o objetivo do NEPOM é verificar o que possivelmente o Copom fará a respeito da taxa Selic, fizemos uma revisão de nossos resultados. Em resumo, não há mudança em nossa previsão. Com os dados atuais ou nos três cenários (“otimista”, “neutro” e “pessimista”), ainda é forte a probabilidade de que o Copom aumente a taxa em 0.50 p.p.

Modelos de previsão são sempre sujeitos a erros, mas acreditamos que o principal ator nesta nova conjuntura é a especulação sobre os impactos da crise mundial na economia brasileira. Neste aspecto, o Banco Central agiu de forma preventiva, nos últimos dias, no que diz respeito a possíveis impactos, mas não estamos perto de atingir a meta de inflação. Pelo contrário, o IPCA encontra-se perigosamente próximo ao limite superior da meta. Assim, a despeito das medidas preventivas – que contemplam eventuais problemas da crise mundial – ainda há o que ser feito em termos de inflação. Em um cenário como este é possível que o Banco Central aja de forma preventiva, aumentando a taxa a um ritmo menor (0.50 p.p.), para que possa, se necessário, adotar menor rigor nas próximas reuniões.

Os membros do NEPOM reconhecem, contudo, que a mudança no cenário atual dificulta consideravelmente qualquer previsão econômica pois é cedo ainda para saber exatamente como a estrutura da economia brasileira pode ter sido alterada com os últimos eventos.

NEPOM / IBMEC-MG

NEPOM – slides

Eis aqui os slides de nossa última apresentação. A propósito, esta é uma reunião difícil. O mercado mudou suas apostas para uma parada da Selic, mas os dados embaralham qualquer análise.

A propósito, quero agradecer à Economatística que, após a apresentação, iniciou um diálogo bacana com os alunos acerca do modelo VAR que foi usado. Em breve teremos uma página no CEAEE para o NEPOM.

Nosso modelo prevê fortemente um aumento de 0.5 p.p. mas a crise mundial complica tudo. Bem, ao contrário de uma análise puramente narrativa, sabemos o que falta no modelo para melhorar a previsão. Aliás, os comentários dos professores Coutinho e Salvato (os únicos de qualquer faculdade de MG presentes na reunião além de mim, claro (*)) foram excelentes.

(*) A Economatística é doutoranda, não sei se leciona. Senão, o conjunto acima tem três elementos…

NEPOM

Ontem, novamente, tivemos a reunião do NEPOM, o Núcleo de Estudos de Política Monetária do IBMEC-MG. A reunião, aberta ao público, foi uma das mais difíceis que já tivemos, dadas as mudanças no cenário mundial. Luiz, Renato, Pedro, Éverton, Chris e o novato Rafael (um ajudante observador em estágio probatório, digamos assim) mandaram muito bem.

A turma amudereceu e melhoramos a tecnologia: agora temos um VAR. Nossas estimativas nos levam à conclusão de que é alta a probabilidade de que o COPOM aumente a Selic em 0.5 pontos percentuais. Há, apesar da crise, indícios de que pressões inflacionárias ainda persistem.

Ao invés do tradicional blá-blá-blá sobre os dados, permita-me, leitor, uma breve digressão teórico-empírica que diz respeito ao nosso trabalho.

O momento atual lembra muito o debate da Curva de Phillips e da mudança da econometria nos anos 70 por conta do choque do petróleo. Basicamente, variáveis aleatórias que eram pouco voláteis passaram a apresentar oscilações marcantes. Se as mesmas deveriam estar em nossos modelos por uma questão de especificação teórica é algo que só podemos testar agora. Grosso modo, é difícil saber se houve omissão de variáveis (independentes) relevantes porque as mesmas não variavam muito antes e, portanto, não influem em nossas variáveis dependentes. No momento em que as oscilações ocorrem fica fácil dizer que o modelo estava mal especificado previamente.

Eis, em resumo, como a crise dificulta a previsão atualmente. Nada diferente do que um engenheiro faria ao descobrir que a planta do prédio continha um erro ou do que um médico faz ao notar que o paciente apresenta novos sintomas até então ausentes dos diagnósticos anteriores.

Ainda assim, o grupo dos bravos citado acima enfrentou o desafio. Em resumo, nosso histórico tem sido interessante. Começamos com uma regressão capenga, passamos para um probit que prevê o que o Banco Central irá fazer, depois os alunos começaram a fazer previsões de algumas variáveis-chave e, agora, temos mais previsões de (mais algumas ) variáveis e também um VAR.

O NEPOM é, hoje, uma referência para mim. Uma referência de que qualquer aluno, com vontade, aprende mais do que se ensina em sala. Basta transformar o desejo em esforço.

Agradeço em meu nome e em nome dos membros do grupo às perguntas e sugestões de todos, especialmente às dos professores Salvato e Coutinho.

O que o COPOM fará em sua próxima reunião?

Novamente o NEPOM (sem página, por enquanto) aplicará sua metodologia de análise de conjuntura para tentar observar o que fará o COPOM em sua reunião da semana que vem. O evento é aberto ao público, hoje, às 19:00 horas. O telefone é o 31 – 32475757 e você obtém mais detalhes também aqui.

Nesta quinta-feira…

Análise dos efeitos da crise econômica mundial

O núcleo de estudos de política monetária (NEPOM) da faculdade Ibmec Minas, formado por alunos do curso de economia, orientados pelo professor e doutor em economia, Cláudio Shikida, irão preparar suas previsões sobre qual será a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), em sua próxima reunião agendada para 28 e 29 outubro, sobre a taxa Selic.

A análise dos fatos, diante da crise econômica mundial e a apresentação das novas previsões dos estudantes acerca da taxa de juros, serão feita no Ibmec em reunião aberta ao público, no dia 23 de outubro, às 19h na sala 608 da faculdade, localizada na Rua Paraíba nº. 330/ 6º andar, Edifício Seculus, no bairro Funcionários.

Mais informações (31) 3247-5757.

Corrijo: não vamos analisar a crise mundial, embora a mesma seja citada coadjuvante em nossa análise. Como sempre, a pergunta é: o que o COPOM fará, diante do cenário atual?

Nova pesquisa de opinião

A partir de amanhã, esta enquete entrará na barra lateral à direita (aí ao lado). A propósito, sua ajuda com este pequeno survey é apreciada.

Quinta-feira à noite: programão em BH!

REUNIÃO DO NEPOM E ANÁLISE DOS EFEITOS DA CRISE ECONÔMICA

O Núcleo de Estudos de Política Monetária (NEPOM) da Faculdade Ibmec Minas, formado por alunos do curso de Economia, orientados pelo professor e doutor em Economia, Cláudio Shikida, irão preparar previsões sobre qual será a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), no dia 23 de outubro, às 19h, na sala 608 do Ibmec.

A reunião do Copom, para a definição da taxa Selic está agendada para os dias 28 e 29 de outubro. A análise dos fatos, diante da crise econômica mundial e a apresentação das novas previsões dos estudantes acerca da taxa de juros, serão feitas no Ibmec em reunião aberta ao público.

Você é nosso convidado. Caso tenha interesse em participar do evento gentileza comparecer ao local indicado.

Data: 23 de outubro
Horário: 19h
Local: Rua Paraíba nº. 330/ Sala 608 – Funcionários

Atenciosamente,

Ibmec

A crise chegou, a pressão inflacionária continua…

…o que provavelmente fará o Banco Central? Nosso NEPOM responderá esta pergunta na quinta-feira, dia 23, às 19:00 h, no IBMEC. Você tem que ligar e se inscrever. O evento é aberto ao público. O telefone é: (31) 32475757.

Pré-Copom – Alunos do IBMEC não temem o público e fazem bonito!

 

From Untitled Album

NEPM (Núcleo de Estudos de Política Monetária): Janaína, Christiane, Pedro, Everton, Renato, Luiz André e eu.

Falei à CBN e também à Rádio Alvorada. A nossa previsão, eu diria, é 2/3 de probabilidade para um aumento de 0.75 p.p. e 1/3 para 0.50 p.p.

Comentários:

1. Com a Lei Seca, não me senti à vontade para convidar os meninos para uma cerveja. Mas promoverei algo depois, para todos. Promessa é dívida e eu não sou bom devedor: eu pago.

2. Este foi nosso terceiro encontro. No primeiro, tivemos umas 15 pessoas. No segundo, véspera de provas, umas 5 pessoas. Agora tivemos aproximadamente 30 pessoas e também entrevistas para a imprensa. Estou muito satisfeito. A moçada acha que sou um pessimista. Eu sou. Portanto, quando eu digo que gostei, é porque gostei mesmo.

3. Os professores Coutinho e Salvato fizeram ótimas sugestões. Nossa próxima reunião incluirá mais análises. Apenas a evolução do grupo – houve substanciais mudanças no quadro e aprendizado – melhora, sempre, o que fazemos. Aos membros da primeira formação (primeiro e segundo encontro), meu obrigado. Bob, Lucas Dola, Lucas Drumo e Felipe foram, junto com o Pedro, os primeiros. Christiane entrou na já para a segunda apresentação e agora estamos mais coesos e com mais foco. As observações dos dois professores nos ajudam um bocado a repensar algumas questões (aguarde, leitor, para a próxima reunião, novidades…). 

4. À Helena e à Fernanda do marketing/imprensa, meu muito obrigado.

5. Nosso nome, a partir de hoje, é NEPOM, por sugestões dos membros.