Qual é o cenário para o sistema bancário da Venezuela? Uma análise de “big data”

Primeiramente, um resumo do texto:

The increasing frequency and scope of financial crises have made global financial stability one of the major concerns of economic policy and decision makers. This has led to the understanding that financial and banking supervision has to be thought of as a systemic task, focusing on the interdependent relations among the institutions. Using network theory, we develop a dynamic model that uses a bipartite network of banks and their assets to analyze the system’s sensitivity to external shocks in individual asset classes and to evaluate the presence of features underlying the system that could lead to contagion. As a case study, we apply the model to stress test the Venezuelan banking system from 1998 to 2013. The introduced model was able to capture monthly changes in the structure of the system and the sensitivity of bank portfolios to different external shock scenarios and to identify systemic vulnerabilities and their time evolution. The model provides new tools for policy makers and supervision agencies to use for macroprudential dynamical stress testing. [Kenett, Dror Y. and Levy Carciente, Sary and Avakian, Adam and Stanley, H. Eugene and Havlin, Shlomo, Dynamical Macroprudential Stress Testing Using Network Theory (June 18, 2015). Office of Financial Research Working Paper No. 15-12. Available at SSRN: http://ssrn.com/abstract=2648467 orhttp://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2648467]

 

No apêndice A.4, após uma descrição resumida da obra bolivariana na economia da Venezuela, vem o cenário.

Briefly, that scenario will negatively evolve as follows: For each U.S. dollar of oil price reduction, exports diminish nearly U.S.$1 billion (external vulnerability). This generates an important reduction in the country’s income and heavy pressure on the fiscal budget, which is highly rigid (fiscal vulnerability). The high inflation limits freedom to apply a contracyclical monetary policy if fiscal policy has to control public expenses. Inflation and the degradation of the domestic currency value deviates liquidity to consumption of durable goods (price volatility), deepening external imbalances because internal production is suppressed. When a country is under high inflation and the currency is devaluating continuously, a rational decision is to get rid of the money (liquidity) and buy things (durable goods, not perishable, of course); and If domestic production is stagnant, imports will increase (deepening external imbalances) The deterioration increases the risk premium (country risk) for new debt with major losses for bondholders. Banks balance sheets deteriorate with the reduction of security assets values, lack of deposits, and delinquency credits. [fonte: a mesma de antes]

Nada animador, não? Será que a análise dos autores faz sentido? Leia o artigo para pensar sobre o tema.

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Miss Universo e Venezuela

“- Crianças, só leiam o que o tio Maduro manda ler, tá?”

Melhor que muita campanha de moda européia…(original daqui). Quem diria que um dia eu iria ver uma Miss Universo fazer isto? Ganhou de muita suposta militante feminista – que apenas fala, mas não age. Tem que ter coragem para fazer uma sessão de fotos assim.

Homens, mulheres, não importa, todos querem mesmo é liberdade. Por que será?

Mais uma coleção de história do Brasil

Esta parece interessante. Veja a entrevista da organizadora. Velhos mitos e velhas falácias continuam caindo por terra. Quanto tempo isso levará para atingir os maltratados alunos do ensino básico e médio, é outra questão. Mas eu recomendaria os dois guias politicamente incorretos do Narloch como fonte de questionamentos contra os falsos mitos.

O prêmio anteriormente citado…

Nosso capítulo (Leo Monasterio, Noguerol e eu) está no livro cujo anúncio de premiação foi feito aqui, há uns dias. Agora é oficial. Living Standards ganhou o respeito da comunidade de história econômica (ver: Associação de História Econômica da Espanha). Não é todo o dia que a gente ganha o respeito na Espanha e na América Latina…

O livro foi organizado por Coastworth, Challú e Salvatore e foi um longo caminho até sua publicação. Bem, agora é abrir (mais) uma(s) cerveja(s)!

Agora é oficial: em breve teremos uma comemoração

Leo Monasterio me acusa de ser hiper-ativo (é mentira, claro) e comemora – um pouco antes da hora porque não chegaram os exemplares ainda – o lançamento do livro no qual temos um capítulo.

O artigo demorou a ser publicado e não teria sido viabilizado sem a hiper-atividade do Leo, claro. Eu e o Noguerol, juntamente com o Leo, estamos muito felizes.

Como este blog é bloqueado pelo “firewall” da faculdade (ele aparece todo desconfigurado), poucos alunos terão ciência do fato. Mas vamos tentar corrigir isto com um pouco de conversa sobre o texto em algumas aulas. Alunos interessados podem me procurar. Terei o maior prazer de falar sobre o tema.

Ah sim, é meu primeiro livro pela Harvard University Press. Dá, sim, uma certa alegria.

Liberdade na América Latina

Um diálogo entre este que vos escreve e Paulo Roberto de Almeida resultou neste primeiro texto sobre o tema. Acho que teremos mais alguns artigos em breve, mas dê uma olhada no texto que, no momento atual, ele ajuda a entender um pouco sobre os problemas do avanço do autoritarismo na América Latina.

Nossa esquerda ainda chegará lá (se não chegou ainda)

Uma pedofilia ideológica por parte das FARC. Por falar em América Latina, a mesma passa por momentos bem pouco nobres. Confira aqui, aqui e aqui.

As investigações sobre o escândalo da maleta continuam

O famoso “maletagate”, ainda sob investigação, revela detalhes de uma cooperação sinistra. Mais, aqui.

Liberalismo é coisa de capitalista ou de quem tem amor à vida?

Betancourt afirmou que estava de acordo com o resgate militar e, ao lembrar dos que morreram em conflitos, declarou: “Melhor morrer tocando a liberdade por alguns segundos do que morrer baleado pelas Farc”, como aconteceu com 11 deputados seqüestrados.

Viu só, leitor? Aquele povo que mora em bairro chique e faz campanha com camisa do Che Guevara, muitas vezes usa um argumento assim: “eu tenho dinheiro, pude viajar pelo Brasil, estudei mais e –  (aí vem o inevitável) – sei o que é melhor para você”.

O sujeito sai de, digamos, Belo Horizonte, mergulha em Fernando de Noronha, faz uma festinha em Salvador, vê um pobre na rua e acha que “já conhece o Brasil”. Em seguida, saca uma camisa do assassino Che Guevara, um boné, e vai fazer discurso contra o liberalismo, suposto criador da miséria e maldição que só não encarna nos iluminados que – como ele – “conhecem o Brasil e sabem o que é melhor para você”.

Duvido que um deles tenha ficado mais de dois dias prisioneiro de uma guerrilha de discurso marxista e, como muitos de discurso marxista, prática criminosa, amarrado na selva. Se ficasse, sairia com um discurso como o de Ingrid?

Esta é uma aposta que eu não pago para ver, mas que bem seria uma baita experiência para os que “sabem o que é melhor para você”.

p.s. outro dia, um destes leitores com problemas mentais veio aqui dizer que “vomitou” ao ler o que eu escrevi sobre os supostos movimentos sociais (sei lá onde ele viu isto, há várias “tags” para tal item), mas certamente ele também acha que sabe o que é melhor para mim. Ou sofre de uma doença rara que o faz vomitar ao ler algo que contradiz sua fé. Esta doença mistura intolerância à diversidade (que ele pensa celebrar) com fé exacerbada no próprio umbigo. Este post é, portanto, uma homenagem ao bulímico leitor.

Lembra daquele prefeito de Campinas que foi assassinado?

Opositor é morto por pistoleiros na Venezuela

O vice-presidente do jornal venezuelano “Reporte Diario de la Economia” foi morto por pistoleiros na última segunda-feira, em Caracas. Desde junho de 2007, os dirigentes do jornal – notório pelas críticas à corrupção no governo Chávez – foram vítimas de 58 ameaças anônimas de morte.

Dica do Libertad. A política sob a democracia, na América Latina, lembra muito os anos de chumbo algumas vezes…

América Latina e nós…

Disse o Coronel:

Na Colômbia, o primo-irmão do presidente foi preso ontem por corrupção e ligação com grupos extremistas paramilitares, sem que Álvaro Uribe levantasse um dedo para salvar a sua pele. No Brasil, o irmão do presidente foi flagrado em escutas telefônicas autorizadas pela justiça, há tempos atrás, usando seu parentesco para fazer lobby dentro do palácio do governo ou nos ministérios. Nada aconteceu a ele e tudo foi tratado como se fosse uma traquinagem do maninho ingênuo. Não é difícil entender porque todos os países ditos de esquerda na América bolivariana, incluindo o Brasil, estejam contra a Colômbia, sempre que podem. Também fica fácil de entender os motivos pelos quais o presidente colombiano é o mais popular e o mais aprovado na América Latina. E o brasileiro é apenas o sexto colocado, estando nesta posição única e exclusivamente pela farta distribuição de dinheiro vivo aos 30 milhões mais pobres do país.

Não sei se Uribe é tão honesto assim, mas o fato é que a atitude em relação ao caso diz muito sobre o funcionamento das instituições de um país comparado a outros. Se Uribe ou qualquer outro mexeu um dedo para, à margem da lei, proteger parente, é de se lamentar. É neste ponto que o Coronel, creio, acerta em cheio.

Avaliando os avaliadores

Uma tentativa do governo peruano de melhorar o nível do ensino público nacional acabou criando uma saia justa e uma crise de pessoal sem precedentes na história do país. Nada menos que 99% dos professores de todo o ensino público foram reprovados em um exame nacional de qualificação, levando o Ministério da Educação a continuar empregando educadores que, em tese, não estariam capacitados para a função.

Para evitar centenas de milhares de salas de aula vazias, o ministro da Educação, José Chang, foi forçado a anunciar medidas de emergência para manter os professores em seus empregos.

Avaliar os professores da rede pública é sempre importante. Claro, deve-se evitar a ideologização dos testes, como temos visto, predominantemente (nunca vi outros, mas tudo bem) sob administrações públicas não-liberais de esquerda. Uma vez que não haja esta ridícula tentativa de doutrinação, se os resultados são ruins, então, sim, a má notícia é que você está numa droga de país. Mesmo.

Quando os governos invadem os mercados

Few things better illustrate the tragedy of Latin American populist and nationalist politics than the crisis related to natural gas in South America. A region endowed with vast reserves and governments that describe themselves as close partners is mired in crippling power shortages and cross-border disputes over cutbacks in the supply of natural gas. People cannot count on consistent service.The problem began in 2002 when Argentine politicians decided to control the price of natural gas, large amounts of which had been discovered in the country during the previous two decades. In the context of an economic rebound, demand boomed. Natural gas became a crucial part of Argentina’s energy mix—the automobile industry here largely converted to it as a fuel source. But because the controlled prices provided little incentive to foreign companies at a time when the government was leading an aggressive campaign against private capital, investment dried up. When supply was unable to meet demand, shortages followed. Argentina was forced to reduce contracted exports to Chile from 20 million cubic meters a day in 2003 to one-tenth of that today. Chileans, whose solid economy depends heavily on energy imports, felt betrayed by their next-door neighbor even though both left-wing governments called themselves allies. The cutback in exports to Chile was not enough to solve the problem in Argentina, which ended up importing other fuels that were more expensive and less clean than natural gas.

Continue a ler aqui.

Por que não emigram para a Venezuela?

Uribe não sai na foto. Lula também não.

Álvaro Uribe negou-se a participar da foto de abertura da Cúpula do Grupo do Rio. Um ato de coragem e um posicionamento transparente contra os cinismos e hipocrisias que cercam o encontro. Lula também negou-se a participar da mesma foto. Por medo, falta de liderança, falta de protagonismo. Para não sair na foto, Lula trocou o encontro dos chefes de estado para chamar a Dilma de “mãe do PAC”, numa favela do Rio.

Os Safadinhos

Chávez diz que é preciso evitar uma guerra na América Latina

Além disso, venezuelano pede um processo que permita a transformação das Farc em um partido político

Equador diz que capturou cinco guerrilheiros colombianos

Agora que sabemos que a Interpol já havia avisado o governo bolivariano do Equador sobre as FARC muito antes de qualquer invasão colombiana em busca de animais terroristas e agora que sabemos, também, que os computadores apreendidos revelam relações dignas de uma Operação Condor da esquerda latino-americana (os nossos neo-cons), até Fidel Castro, aquele ditadorzinho besta, deve estar falando em paz e amor.

O discurso mudou, mas os governantes, claro, continuam com as mesmíssimas intenções.

Esqueça Syriana, o negócio agora é Venezuelana – a odisséia continua

Se você já se divertiu com isto, vamos continuar brincando de identificar interesses que lucram com um conflito potencial ou real entre a Colômbia e a Venezuela:

Venezuela deve recorrer ao Brasil para comprar comida

Ok, eu não vou dizer mais nada. Faça sua leitura inteligente separando o meu bom humor do ponto central aqui: a hipocrisia que não vê nos governantes e empresários brasileiros a mesmíssima motivação do restante de sua população e também a do resto do mundo. Sim, eu só estou dizendo que pessoas reagem a incentivos.

Por que será que a blogosfera só curte falar mal dos interesses dos outros países? Nós também temos governo, gente! Olha que divertido: há suspeitas de que vendemos armas para o governo venezuelano e agora temos gente muito interessada em uma relação ruim entre dois governos vizinhos.

Claro que não precisa resultar em um conflito armado, mas é fato: nosso DNA não é distinto do que se encontra no resto do planeta.

Eis algo que eu queria muito ver: um diretor falastrão e manipulador como Michael Moore, só que brasileiro e criticando o nosso presidente. Qual seria a reação do povo brasileiro? Provavelmente iria se divertir horrores. Obviamente os neocons latino-americanos pediriam por censura ou reclamariam de perseguição ao presidente-operário.

Qual a diferença entre o que estão acima e abaixo do Equador? Pouca coisa, creia-me.

Ironia: Chávez assassinou Reyes – Teorema dos Fanfarrões

Calma, gente. Olha a mania de fazer manchetes bombásticas das redações brasileiras. Mas que é engraçado, é. Isto nos leva ao Teorema dos Fanfarrões (Latino-Americanos): toda vez que um político populista assume, faz porcaria. Mesmo que a porcaria seja não-intencional.

Prova: veja o histórico de qualquer político populista (latino-americano). Nem precisa de econometria (eis minha concessão ao povo que tem Déficit de Conhecimento Matemático, DCM, um sério problema social do Brasil…), só leiam as histórias da curriola. Pode começar em Vargas ou em Perón, se quiser.

O povo é bucha de canhão de populista ou escudo humano de terrorista

Negrito por minha conta.

Por que a Colômbia não varre as FARC do mapa?

O exército colombiano sabe exatamente onde estão os acampamentos das FARC.Questão de tecnologia. Isto ficou comprovado no último sábado, com o ataque preciso ao QG da narcoguerrilha, instalado, comodamente, sob os auspícios de Rafael Correa, dois quilômetros adentro do território equatoriano. Um QG tão protegido pelos radares e tropas equatorianas, escudado atrás da soberania daquele país e do discurso demagógico do “canje humanitário”, que não necessitavam da sua arma de defesa básica: os reféns. Só por isso foram atacados e destruídos como vermes. Nos demais acampamentos, a prática é outra: reféns são obrigados a usar farda para serem confundidos com guerrilheiros, são algemados ao pé da cama dos narcoterroristas, são transformados em escudos humanos para defender os chefões. A estratégia criminosa, desumana e vil das FARC impede qualquer ataque, restando ao exército colombiano efetuar ações apenas onde não exista risco para os reféns. A Colômbia, a duras penas, tem respeitado este pressuposto. A única notícia de morte de seqüestrados é exatamente aquela em que, quando atacados, os narcoterroristas mataram uma dezena de deputados colombianos, friamente, em represália à ação militar em curso. É uma guerra suja, onde existem soldados apenas de um lado. Do outro, existe uma escória humana, que sobrevive do tráfico de drogas, do contrabando e do seqüestro de inocentes. Apoiada por dirigentes para quem os fins justificam os meios, na sua luta genocida em busca da ressuscitação do cadáver podre, decomposto e mal cheiroso do totalitarismo.

O circo em chamas…

Diz o Coronel:

Equador: talibã bolivariano.

A defesa da Colômbia, hoje, na sessão extraordinária da OEA vai estar baseada nas duas resoluções do Conselho de Segurança da ONU, que autorizaram as ações americanas no Afeganistão, para lutar contra a Al Qaeda, lá instalada sem obstáculo governamental. Esta estratégia justifica a tentativa do Presidente do Equador, ontem, de provar que estava realizando gestões para a liberação de prisioneiros, entre eles Ingrid Betancourt e os três reféns americanos. E a demonstração ostensiva, por parte da Colômbia, dos materiais encontrados nos computadores de Raul Reyes, que comprovam as ligações amistosas entre as FARC e o governo equatoriano. Para a Colômbia, o que o Equador estava negociando com as FARC era receber alguns reféns para fins promocionais e, em troca, liberar as suas fronteiras para livre acesso dos guerrilheiros, inclusive com transferência de comandantes militares que não concordassem com a decisão. É o que está gravado no computador de Raul Reyes.
Ontem, na ONU, o vice-presidente colombiano, Francisco Santos, também evocou, em Genebra, a Resolução 1373, que exige dos Estados compromissos vinculantes contra o terrorismo, determinando que “neguem refúgio a quem financiam, planificam ou cometem atos de terrorismo e os impeçam de usar os seus respectivos territórios para estes fins, contra outros Estados e seus cidadãos.”

A Colômbia gostaria de levar o assunto para a ONU, tendo em vista que a OEA não tem claro em suas resoluções quais os direitos dos países no combate ao terrorismo. Leia mais aqui.

Bem, vejamos o que faz a (lerdíssima) ONU…

O circo pega fogo…

O Reinaldo Azevedo estimula a participação popular de forma elegante:

Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:

– Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim
imprensa@mre.gov.br
– DEA – Divisão da Organização dos Estados Americanos
dea@mre.gov.br
– DHS – Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais
dhs@mre.gov.br

Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente.
O e-mail do senador é este:
heraclito.fortes@senador.gov.br

Espalhe esses endereços na rede.

Ah sim, lembra do final do post anterior? Pois é. Só agora o Estadão noticia.

Ainda no mesmo tema, eis o depoimento de um venezuelano sobre a vida sob o governo atual. O bacana é a experiência que muitos dos meus alunos desconhecem: a vida sob uma economia com preços controlados. Foi moda da heterodoxia brasileira nos anos 80-90 pensar em controles de preços como forma de controlar a inflação.

Eis um trecho:

Consider breakfast. My breakfast, to be exact. It’s been months since I have had an oatmeal breakfast or a nice cup of espresso with a drop of milk because coffee and milk has literally vanished from supermarkets’ shelves since last November. And that includes “Mercal”, the government’s supermarket network where the poor are supposed to buy food at subsidized low prices

The reason? Stiff price controls, of course, and fixed currency rates that have been going on for 5 years, too.

I must confess that the very mention of price controls makes me drool at the thought of black beans and precooked corn flour, two staples absolutely essential in our spicy and usually inexpensive cocina criolla (Creole cuisine) that, according to señora Luz, the Dominican immigrant lady married to my office building’s Colombian janitor, I am not the only one to miss.

Leia tudo que é bem interessante.