Intervalo no blog para uma rápida informação

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Economia do Crime – Dados

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Os dados são do blog do pesquisador Túlio Khan. A tendência geral não é lá muito animadora. Ah sim, para quem está no RS, o aplicativo da FEE (FEE que deve, infelizmente, deixar de existir em breve, já que governos estaduais não fizeram seu trabalho corretamente e agora estão em situação fiscal para lá de deplorável…) nos mostra algo interessante (peguei cidades próximas a Pelotas e a mesma).

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Dados de crime no Brasil, bem ou mal – como mostram as observações de rodapé de tabela do blog de Khan – são complicados, mas é o que temos e, o que temos, é suficiente para se fazer uma previsão simples que não é nada animadora. Economia do Crime é um tema que também é parte da grande área da Análise Econômica do Direito.

Não existe “Minha Casa, Minha Vida” grátis

O prof. Tabak e co-autores têm um novo texto. Eis o resumo:

Este artigo analisa o Programa Minha Casa Minha Vida – PMCMV, sob a ótica da Análise Econômica do Direito. Com o trabalho pôde-se concluir que o Programa, está alinhado ao nível de Análise Normativa do Direito, que estuda como a noção de justiça se comunica com conceitos de eficiência econômica, maximização da riqueza e maximização de bem-estar. Contudo, as consequências da referida norma não alcançaram seu objetivo inicial, qual seja, a redução do déficit habitacional entre a população brasileira, ao contrário houve elevação desse indicador, além de uma elevação do valor dos imóveis e afastamento das famílias de menor renda das sedes urbanas.

Análise Econômica do Direito em ação. O que complementaria o artigo? Testes empíricos. Fica aí a sugestão (seja rápido, antes que os autores (ou algum(ns) dele(s)) faça isso). ^_^

Mais um artigo publicado

O artigo “PPPs e Copa do Mundo: Desenho contratual para estádios acaba de ser publicado na Revista da AMDE, v.15, p.86-108, 2016. Tenho a honra de ser o co-autor, juntamente com Rodrigo N. Fernandez e João A.C. Castro nesta empreitada.

Eu diria que o artigo está ali no limiar entre a Economia dos Esportes  e a nossa conhecida Análise Econômica do Direito. A sugestão, claro, é que avancemos na coleta de dados e…bem, anotado na agenda.

O interessante ‘ranking’ de competitividade dos estados

Divulgado pelo Estadão hoje, o ranking merece uma análise mais detalhada. Por onde começar? Bem, por aqui. Sendo já o terceiro ano em que se calcula o índice, a esperança é de que se continue com isso por mais tempo. Uma variável a mais para se estudar não é um mau negócio. ^_^

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Liberdade de expressão e arte

Muita polêmica, não? Um bom texto sobre o tema é este, do Rodrigo Peñaloza. Além deste texto, o Joel Pinheiro publicou um artigo em um jornal, mas não é aberto para não-assinantes, creio (mas você pode procurar por ele). UPDATE: veja este vídeo do Pirula.

Usando Monteiro Lobato como exemplo, digo: prefiro um boicote à sua obra do que a alteração da mesma por imposição de alguns com a anuência de governos.

Tem gente – auto-declarada esclarecida – que se calou quando fizeram isso com ele? Acredite, muitos. Muitos mesmo. Muitos que, agora, dizem-se ofendidos com a suspensão da exposição…

 

 

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Hora de reestudar o poder dos grupos de pressão segundo Gary Becker?

Quando os artistas boicotaram a extinção do Ministério da Cultura, Temer voltou atrás. (eu gostaria de ter visto a extinção do ministério)

Quando o MBL boicotou a exposição do Santander, o banco voltou atrás. (não dou a mínima para exposições do Santander)

Ou seja: ação racional em dois casos. Pessoas respondem a incentivos.

p.s. repare que os “especialistas” da internet nem sempre entendem o básico de problemas de ação coletiva. O custo de escrever um texto na internet e divulgar é menor do que o de estudar um texto teoricamente mais denso, não é? Pois é. Novamente: pessoas respondem a incentivos.

Neymar e a economia do futebol

Promoting healthy participation in sports like football is a valid social objective, but restricting the rights of players for the purpose of producing more professional football players is highly dubious as a mater of national public policy. As far as I know, no one thinks it would make sense for my employer, the University of Michigan, to have to compensate Oxford University or Birkbeck College for the education they gave me, still less Raynes Park High School or Pelham Middle School. If we want more professors for the public good we use taxpayer money to subsidise education rather than imposing a specific tax on people who are already professors. But football is not governed by the state, it is a private activity governed by organizations such as FIFA and UEFA. IF these organizations, and their member clubs, want to promote the development of professional players they can agree on a system of taxing clubs to do so.

Um belo trecho deste artigo do Szymanski sobre o sistema de transferências no futebol europeu. Ah, sobre o Neymar, aqui.